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Escrito por Se Liga!   
Ter, 30 de Setembro de 2008 09:29

Ola, sou usuario de maconha alguns anos, passei em um concurso publico, e agora tenho que fazer o toxicologio por fio de cabelo, estou sem usar ha 4 meses. Tenho alguma chance de me safar dessa? Ou nem faço o exame pq ja era? Obrigado, Eduardo


Caro Eduardo:
Em média os exames toxicológicos de fio de cabelo têm poder de detecção de até 90 dias.  Portanto, você parece estar fora da faixa de risco. Abaixo envio uma tabela com o período de detecção de outras substâncias psicoativasem outras vias de análise, pois esta sua pergunta aparece com muita frequência neste blog. Mas gostaria também de aproveitar a oportunidade e incentivar você a interromper o uso da canabis ( maconha) não somente porque passou no concurso público e teme ser  rastreado em exames admissionais, mas sim porque esta é uma excelente janela de oportunidades  na qual  você está se abrindo para pesar os prejuízos desta substância e poder entrar em fase de manutenção , sem  o uso dela. Quem sabe procurar um especialista e conversar sobre isto ?

SUBSTÂNCIA

URINA

CABELO

SANGUE

Álcool

3-5 dias

Até 90 dias

12 horas

Anfetamina (exceto metanfetamina)

1 a 3 dias

Até 90 dias

12 horas

Metanfetamina

3 a 5 dias

Até 90 dias

1 a 3 dias

MDMA (Ecstasy)

4 dias

Até 90 dias

25 horas

Barbitúricos (exceto Fenobarbital)

2 a 3 dias

Até 90 dias

1 a 2 dias

Fenobarbital

2 a 3 semanas

Até 90 dias

4 a 7 dias

Benzodiazepínicos

Uso terapêutico: 3 dias.

Uso crônico (mais de 1 ano):4 a 6 semanas

Até 90 dias

6 a 48 horas

Cannabis

Uso diário: 7 a 30 dias

Uso em um episódio: 1 a 6 dias

Até 90 dias

Até 2 semanas com uso freqüente

Cocaína

2 a 4 dias

Até 90 dias

24 horas

Codeína

1 dia

Até 90 dias

12 horas

Cotinina

2 a 4 dias

Até 90 dias

2 a 4 dias

Morfina

2 dias

Até 90 dias

6 horas

Heroína

3 a 4 dias

Até 90 dias

6 horas

LSD

24 a 72 horas

Até 3 dias

3 horas

Metadona

3 dias

Até 90 dias

24 horas

Atenciosamente
Boa Sorte
Alessandra Diehl (UNIAD)




Caro Helio,
Grato pelo seu e-mail solicitando informações sobre o tempo de uma internação para um dependente químico. A resposta é complexa, mas a tendência mundial é que a pessoa fique internada o menor tempo possível. A internação deveria servir para que a pessoa se estabilize e que em seguida dê continuidade ao tratamento de uma forma ambulatorial, fazendo o que chamamos de reabilitação psicossocial. Veja no nosso site WWW.uniad.org.br o nosso núcleo ALAMEDAS como um exemplo desse tipo de abordagem. Essa reabilitação é complexa e necessita de várias abordagens, como terapia psicológica e uma imersão em grupos de ajuda-mútua como NA e AA.
O problema com as internações prolongadas em comunidades terapêuticas é que muitas vezes querem fazer toda a reabilitação com a pessoa internada. Isso não tem evidências científicas de que seja útil para a grande maioria dos pacientes. Esses programas acabam utilizando um modelo que teoricamente serviria para todos os pacientes. A tendência mundial é que seja feito um gerenciamento de caso, ou seja, cada caso deveria ter um programa específica, com reavaliações constantes para ver a melhor intervenção para aquela pessoa.
Espero que essas informações sejam úteis.
Abraços
Ronaldo Laranjeira


Boa noite,
Meu nome é Maria Cláudia e estou entrando em contato pois preciso da ajuda do Dr. Ronaldo Laranjeira para tomar a decisão de internação involuntária de meu irmão que é usuário de crack.
Meu irmão tem 45 anos, é inteligente, instruído,tem excelente fomação, é dentista e um profissinal brilhante. Acredito que seja usuário de crack a pelo menos 5 anos.
Há 4 anos descobrimos este problema e já tentamos, de várias maneiras, a ajudá-lo a se libertar deste vício. Ele nega o uso, está destruindo sua vida, carreira e tudo mais. Parece estar vivendo em um mundo a parte. Mente demais e não quer ajuda por afirmar que não tem nenhum problema. Ele nunca foi internado pois fomos instruídos por alguns profissionais que a internação involuntária não ajuda a resolver o problema. O que nos parece é que estamos deixando que ele morra lentamente sem ajudarmos. A semana passada fomos informados de uma clínica que faz internações involuntárias. Estou escrevendo pois a pessoa da clínica que me atendeu no telefone me deu o nome do Dr. Ronaldo Laranjeira como referência. Como já li muito sobre o trabalho do senhor, resolvi pedir ajuda nesta decisão tão difícil e dolorosa. Gostaria de saber se tem boas referências do trabalho deste grupo ou se poderia me ajudar indicando outro lugar.
A internação involuntária é uma decisão sábia de nossa parte? Existe outro tipo de tratamento? Devemos deixar que eles nos peça ajuda? (isto me parece muito difícil).
Agradeço antecipadamente a ajuda.
Espero uma resposta, se possível, em breve.
Um abraço,
Maria Cláudia

Cara Maria Claudia,
Grato pela confiança e pelo e-mail. Não conheço o trabalho dessa clínica e, portanto não posso recomendá-la. Estão usando o meu nome indevidamente. A melhor forma de proceder é que a família converse com um profissional competente e façam uma avaliação do caso do seu irmão. Se optarem pela internação involuntária, eu recomendo a clínica Bairral, no setor Mirante, fone 019-3863 9414. Eu pessoalmente faço supervisão dessa clínica e tenho a melhor opinião deles.
Dependendo de onde vc mora posso indicar um profissional.
Abraços e boa sorte
Ronaldo Laranjeira

 


Eu fumo essa parada de zirrê, cada dia eu fumo mais, eu quero sair dela, mas ela não quer sai de mim. Isso foi uma desgraça que chegou para acabar com um montão…. Muitos amigos meus estão por ai… todos perdidos por essa maldição do zirrê, muitos hoje já não ligam mais, nem para aparência, andando todos largados para cima e para baixo, igual malucos se escondendo das pessoas; ficam oprimidos com desgosto de si próprios. Para que quero viver nesse mundo de drogas, não ganho nada com isso! A partir de hoje, luto para não fumar mais essa droga (zirrê) eu e meus amigos. JAJA-MCB

Caro JAJA-MCB - Tanto a maconha quanto o crack que são as substâncias presentes nesta combinação de drogas, produzem dependência, que é uma situação que você retrata no seu texto (quero sair dela, mas ela não quer sair de mim), gerando tolerância (cada dia eu fumo mais). Um aspecto importante, dentro de toda esta dificuldade que você nos aponta é o fato de você ter escrito sobre sua condição, evidenciando os prejuízos do uso. Este é  um aspecto importante para o início de uma mudança de comportamento (de fumar para não fumar). É importante que você procure algum tipo de ajuda (profissional, um grupo de auto-ajuda) para conseguir orientação de como construir estratégias para enfrentar as situações que normalmente fazem com que você use esta substância. Quanto mais internamente organizado você estiver, maior as chances de você conseguir parar o uso. Ficamos a sua disposição para esclarecer suas dúvidas.
Neide Zanelatto - UNIAD



Sou viciada em Dolantina
Presciso de ajuda não sei onde começar, tenho mais de 40 anos e estou viciada em dolantina, tenho filhos e ninguém da minha família imagina.Trabalho em um hospital de grande porte,enfim presciso de ajuda. Estou com vontade de acabar com minha vida mas não tenho coragem quero lutar e tentar passsar por isso.

Cara, você já deu um passo importante em reconhecer que está com esse problema. Há muitas pessoas da área médica/ saúde que têm implicações com Dependência Química, tanto que nós da Uniad dispomos de um serviço de apoio médico que tem auxliado pessoas como você quer preservar a identidade. Ligue para nosso serviço, compreendemos como você se sente e poderemos lhe ajudar. A secretária é Edelaine: 5575-1708. Conte conosco.

 

Comentários (54)
54 Qua, 25 de Agosto de 2010 23:11
Luciane
Olá, uso o dramin diariamente para dormir há mais de 2 anos. Gostaria de saber quais são os efeitos referente ao uso prolongado deste medicamento?
Cara Luciane:
Não há, ainda, dados na literatura médica indicando reações adversas com o uso prolongado do Dramin. Entretanto deve ser investigada a causa de sua dificuldade para dormir, pois pode ter várias causas, entre elas depressão ou transtorno de ansiedade.
Equipe Alamedas
53 Dom, 22 de Agosto de 2010 18:28
laura
oi,tenho uma lesao medular a quatro anos e me dero a DOLANTINA pra aliviar a dor logo no comoço,agora vo em varios hospitais pra tomar ela,so que não sei se sou viciado pois não quero tomar so quero que a dor pare mas é ela que para minha dor estou sendo descrimijnada em varios hospitais oarticulares ja desculti com varios medicos por isso...mas não chego la pedindo eles ja fala que não vai passar dolantina so que eu nãio pedi so quero que a dor pare..faço tratamento na aacd mas não falei desti caso...ja não sei mais oq fazer me sinto um lixo por chegar em um hospital e ja falare qu (dolantina eu não vo ti dar)isso esta acabando comigo...acho que deveriao tratar a dor pra depouis falar isso...oq eu posso fazer? eu estaou viciada? fico grata!
Prezada Laura:
A Dolantina é uma medicação controlada com risco de dependência e alto potencial de abuso que infelizmente tem sido usada de maneira inadequada por várias pessoas, por isto os hospitais têm este cuidado. O que não é o seu caso, pois como você mesmo disse você tem uma lesão medular que lhe provoca dor, por isto acaba pedindo ajuda. Como você faz tratamento na AACD, sugiro que você converse com o seu médico e combine algum local de referência, onde as pessoas lhe conheçam, em que você possa cuidar de sua dor, mesmo a noite e nos finais de semana para não passar este constrangimento.
Equipe Alamedas
52 Qua, 18 de Agosto de 2010 18:42
selma,
preciso urgente de resposta e ajuda tenho 2 irmao usuario de crak, um parou de usar 6 meses mas a 3 dias acho que teve recaida, mas tenho uma que a 5 anos e dependente do crak, ja foi preso 2 vezes eu sempre tiro ele da cadeia sempre dei um geito de paga o que ele aprontava, agora vejo que eu agir errado ele hj usar direto a 8 meses esta magro e totalmente visiado e nao sei o que fazer tem 3 filhos eu tenho que sustentar sua familia financeiramente, mas e certo ele tem uma dor eu dou remedio ele tem uma ferida eu compro remedio, ele nao tem rou pa eu compro roupa pra nao ver ele andar sujo, isso e certo ou errado por favor me ajude acho que protegi demais ele o que fazer como agir nesta situacao ja que ele nao aceita ajuda, como converse;lo ao tratamento, quando falar com ele e o que falar, nao sei mais o que fazer por favor me ajude a a juda meu irmao pois nao aguento mais ver lo se destruindo, muintos falao ele nao consegui sozinho mas o que fazer neste caso ele nao aceita ajuda, nao tem clinica de involutario aqui em teresina. piaui, ajude me ajuda meu irmao.
Cara Selma, de acordo com seu relato há resistência por parte do seu irmão para aceitar tratamento para a dependência química. Dessa forma, um caminho é procurar atendimento para familiares de dependentes químicos em CAPS (centro de atenção psicossocial) de sua região com o objetivo de buscar informações sobre como lidar com a dependência química e orientações a respeito da possibilidade de internação involuntária e dos locais disponíveis. No tratamento da Dependência Química, tal como do de outras doenças que não têm cura, pode haver recaídas durante ou após episódios de tratamento bem sucedidos. O dependente químico precisa de apoio no enfrentamento dessa doença crônica e felizmente você mostra-se empenhada em ajudar seu irmão.
No site do Ministério da Saúde você encontra informações sobre os caps. Segue o link http://www.Saude.gov.br/saude_mental/caps/SP.asp.
Tel: DISQUE SAÚDE 0800 61 1997
Att. EQUIPE ALAMEDAS
51 Seg, 16 de Agosto de 2010 19:24
cristiane
sou auxiliarde enfermagem e por conta de uma hérnia de disco fiquei viciada na dolantina,estou conseguindo me liberta comajudado meu marido de deus e mídico, será que poderei retornar ao trabalho?
A dependência de opióides, no caso a Dolantina, é uma dependência grave e que deve ter acompanhamento rigoroso. Quanto ao retorno ao trabalho, somente seu médico em acordo com o seu chefe no trabalho, devem definir isto, pois caso você retorne ao trabalho, terá restrições, não podendo trabalhar em setores onde há opióides e em muitos casos fazer o uso da medicação monitorada no trabalho.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
50 Sex, 13 de Agosto de 2010 21:52
Bruno Fernandes
Olá.Minha mãe tem uma parte coluna quebrada e faz uso diários de dolantina.queria saber se quando a dor é intensa a unica saída é tomar dolantina e quais os riscos que essa droga causa. dependencias ? Queria muito a ajuda de vocês.
Grato
Caro Bruno:
Como a dolantina é uma medicação que pode provocar dependência e tem que ser supervisionada por um especialista em dor crônica, o médico vai definir a quantidade de dolantina a ser tomada ou outro tipo de medicação a ser utilizada.A questão da dependência neste caso deve ser definida pelo custo benefício, ou seja, se vale a pena sua mãe usar a dolantina e ter uma boa qualidade de vida, neste caso a questão da dependência pode se tornar questionável, pois esta pode ser uma medicação que seja essencial para ela realizar suas atividades cotidianas.Se o especialista tiver outras alternativas de diminuir a dor sem o uso da dolantina, elas devem ser avaliadas.
Equipe UNIAD
49 Sex, 13 de Agosto de 2010 00:15
carlos
Boa noite, descobri que meu filho de dezessete anos esta usando maconha.
Falei com ele e ele chorou muito dizendo que foi um erro e pediu desculpas, mas estou muito preocupado, pois este é o ultimo ano dele nesta escola.
O que devo fazer? leva-lo a qual médico ? eu gostaria de saber o grau do problema e tirar a duvida se é somenta maconha.
Ele concordou em fazer os exames, mas ainda estou perdido.
Não posso contar a minha esposa, ela não iria suportar tal baque.
O que eu faço?
Caro Carlos,

Você deve procurar um psiquiatra especialista em dependência química para avaliar a situação de forma mais objetiva e traçar um plano que o conduza ao tratamento.
Em nosso site você encontra opções de tratamento que contam com esses profissionais: http://uniad.org.br/images/stories/onde_procurar_ajuda.pdf
Abraço,
EQUIPE UNIAD
48 Ter, 20 de Julho de 2010 19:42
Uilton Macapá/Amapá
Sou médico e minha esposa faz uso de dolantina há algum tempo devido dor intensa durante o período da ovulação (ovulação dolorosa?) Fez inúmeros exames de imagem (USG, TC, RNM, Videoslaparoscopias, Curetagem semiótica) sem encontrar causa. Já realizou histerectomia para diminuir quadro algico que aumentava com a menstruação sem sucesso. No período da dor faz uso diário de uma ampola de dolantina associada a midazolan; faz acompanhamento com psiquiatra e após uso de mellerril + amitripitilina + midazolan + gabapentina + risperidona chegou a ficar sem usar durante seis dias consecutivos. Após recente crise de dor voltou a usar diariamente uma ampola. Faz agora acompanhamento com especialista em dor (além do acompanhamento Psicoterápico e TRVP) e iniciou uso da metadona comp. 10mg 3x/dia associado a Cymbalta 60mg 2x/dia e Rivotril 2mg 2x/dia; no 3º dia do uso da metadona apresentou intensa dor e foi orientada a usar uma ampola de dolantina e somente poderá usá-la novamente após quatro a cinco dias da ultima aplicação. Agora fará 1 comp de metadona pela manhã e tarde e 2 comp/noite. Minha pergunta é: qual a dosagem máxima diária que pode fazer de metadona para evitar o uso da dolantina. Quando poderá usar o medicamento REVIA (naltrexona). Por favor, tenho muitas dúvidas e gostaria de poder tirá-las com a equipe da UNIAD pois tenho familiares em São Paulo e poderei levar minha esposa para uma consulta e avaliação na UNIAD/UNIFESP?? Aguardo ansioso a resposta
Caro Uilton:
É necessário que sua esposa passe por uma avaliação. O nosso e-mail é Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Equipe UNIAD
47 Sáb, 17 de Julho de 2010 18:25
Maria Ceci
Ao Dr. Ronaldo,
Após assistir a palestra do Dr. Ronaldo Laranjeira me senti muito aliviada em saber que há um profissional da área que não aceita a redução de danos como opção de tratamento em dependentes quimicos. Meu filho fez uso de cocaina,e como todo DQ, dificilmemte diz a verdade por qto tempo faz uso, o que usa ou usou.Recentemente admitiu ter usado 4 dias na semana, trocando o dia pela noite. Atualmente parou de estudar e aparentemente está bem, pq diz que não está usando mais, nega que é dependente, que não está no fundo do poço... mas está com a vida parada. Não estuda, não trabalha, acorda tarde e só fica no computador.Continua mantendo contato com os companheiros dependentes, no entanto não aceita tratamento medico, nem aceita acompanhamento psicológo. Fica irritado qdo toco no assunto e diz que vai embora pq não aguenta mais a pressão. Comecei a participar do grupo AE e tem me ajudado muito, mas sinto necessidade de respostas mais rápidas em como agir com o meu filho. Esperar que tome a iniciativa de procurar um tratamento, não acredito. Isto me deixa muito aflita, pois sinto que tenho que fazer algo por ele e não sei como abordar, pois qdo ofereço um acompanhamento médico se irrita e diz que não vai. Sei que é uma doença cronica, cerebral e recidivante mas se nega a ceitar. Ele tem 22 anos, com a vida toda pela frente,e quer estudar fora do nosso município. Não sinto segura em deixar estudar fora, pois sei que pode ocorrer as recaidas e não quero ver meu filho no fundo do poço pra depois poder ajudá-lo.
Pelas histórias que tenho ouvido, meu filho ainda está bem,embora tenha emagrecido bastante, com aspecto esquisito mas hoje está forte se alimentando bem. O que fazer nesta situação? Acho que ele precisa de um tratamento urgente, mas não aceita que é uma patologia cronica e degenerante e recusa qlquer tratamento. Não quero ver meu filho no fundo do poço, estou muito aflita, angustiada,vendo os dias passando e não poder fazer nada. Até qdo ele vai ficar assim? Sei que é dificil para eles admitirem que precisam de tratamento, por isso a minha angustia.E vendo as histórias de outros dependentes, me deixa ainda mais angustiada. O senhor poderia me sugerir que conduta tomar para ele aceitar um tratamento? Como devo aborda-lo? Por favor, aguardo retorno com certa urgencia, se possível.
Cara Maria Ceci
O que relata sobre a situação em que se encontra seu filho é um dos muitos problemas das famílias com dependente químico entre seus membros. Conduzi-lo a um tratamento , em muitos casos pode ser um processo que vai exigir da família uma mudança de postura diante do problema. A conduta que indicamos segue o que NIDA (National Institute on Drug Abuse) recomenda:
1). Frequentemente, os pais na tentativa de proteger seus filhos, tiram-os de confusões, acobertam alguns comportamentos, resultantes do uso de drogas. É aconselhável interromper as “operações resgate” dando-lhes a oportunidade para que o filho viva e experimente integralmente as consequências prejudiciais e danosas do seu comportamento para sua vida. Esta postura da família possibilita o filho dependente, refletir e pensar em motivos para mudar seu comportamento. 2). Esteja preparada para conversar depois da ocorrência de algum fato, problema ou briga relacionado ao efeito de álcool ou drogas. O momento certo é quando o efeito da droga já tenha passado e que todos estejam calmos e que haja privacidade para a conversa. 3). Dizer claramente ao seu filho sobre seus sentimentos, que está preocupada com o uso de drogas e deseja ajudá-lo a buscar um tratamento especializado. Dê exemplos de situações em que o uso de drogas tenha causado problemas à ele, à você, e à família, incluindo o episódio mais recente, ou o abandono dos estudos, o estado físico, um estado emocional negativo e de isolamento ao ficar no computador, como você menciona. 4). Tome algumas medidas; explique para o seu filho que até que ele aceite um tratamento especializado você ira tomar algumas atitudes, não para puni-lo, mas para se proteger, (são medidas que você precisa refletir sobre sua situação e o comportamento do seu filho, por exemplo : impor limites dentro de casa, horários, tarefas, dinheiro, cartão, carro e monitoramento). É preciso atenção: não faça ameaças que não possa cumprir, liste medidas que realmente tem condições de cumprir e praticar. Mas esteja preparada para fazê-lo. Muitas vezes o filho necessita de limites claros, transparentes e a segurança dos pais que cumprem para protegê-los. 5). E esteja em prontidão para ajudá-lo quando ele solicitar. Antecipadamente procure se informar sobre possíveis locais de tratamento especializado, e se o filho aceitar conversar com alguém, telefone imediatamente para marcar horário e ofereça-se para acompanhá-lo na visita. 6). A familia poderá dar o primeiro passo, buscando ajuda especializada. A família se torna, um exemplo para o filho e além disso, o que é mais importante: demonstra e assume que está disposta a participar ativamente do processo de tratamento, o problema não é só do filho dependente, mas de toda família. Todo tratamento da dependência química exige uma mudança no comportamento não só do paciente, mas de todos da família. Continue frequentando o Grupo de Ajuda. Boa Sorte, Equipe Uniad.
46 Seg, 12 de Julho de 2010 03:07
DADINHA
A 2 ANOS ATRAZ SENTIA FORTES DORES DE CABEÇA
IA OA HOSPITAL E SO O Q PASSAVA A DOR ERA A DOLANTINA , ACABEI ME VICIANDO , MINHA MÃE ME INTENOU E EU FUGI DO HOSPITAL POIS ALI Ñ ERA MEU LUGAR.
PAREI , A 20 DIAS ATRAZ TIVE UMA RECAIDA RODEI TODOS OS HOSPITAIS DAS CIDADES PROXIMAS PARA TOMAR
, MAIS DEREPENTE COLOQUEI NA CABEÇA Q AQUILO ESTAVA ACABANDO COMIGO,E Ñ TENHO MAIS VONTADE SO Q FICA O ARREPENDIMENTO NO PSICOLOGICO O Q FAÇO?
NÃO TOMO A 2 DIAS E Ñ SINTO FALTA..
Cara Dadinha:
Que bom que você está despertando para a necessidade de tratamento. Sugerimos que você passe por um psiquiatra ou procure um CAPSad de sua cidade para orientação e tratamento.
Equipe UNIAD
45 Seg, 05 de Julho de 2010 13:59
ana clara
mim ajudem, meu namorado por conta de uma hernia de disco, ficou viciado em dolantina,e tao viciado que ja nem consegue mais ficar de penis ereto, o medico falou que e por conta do medicamento, mim ajudem , o que devbo fazer???ele terminou comigo pra continuar com o uso do medicamentoo..por favor, respodam com urgencia!!
Prezada Ana Clara:
O seu namorado necessita de uma avaliação psiquiátrica para iniciar um tratamento para a dependência de Dolantina. Esta é uma dependência que necessita de um atendimento multidisciplinar (psiquiatra, psicólogo, terapeuta ocupacional, atendimento familiar etc), inclusive para ser trabalhado também a questão sexual .O que pode lhe ajudar é procurar um CAPS ad próximo da residência dele para maiores orientações.
Boa sorte
44 Qui, 20 de Maio de 2010 23:08
123
Gostaria de saber como devo agir. No caso que vou lhes apresentar, Compulsão sexual, e vício em cocaína se fundem.
Sou ex companheira de um rapaz de 26 anos, que sempre gostou de sexo. Quando o conheci, tinha mais de 300 filmes pornôs. Ver fimes tudo bem... mas a quantidade,Isso eu não achei normal. Para alguém da sua idade, com independência finaceira, apt própio, carro 0, muitas noites em festas etc. Comecei a ir em festas com ele, na verdade já conhecia esse tipo de lugar, onde usa-se muitas drogas. Inicialmente ecstasy. E depois ele descobriu a cocaína. Acho que alguém disse a ele, que se ele pegasse uma garota e levasse p quarto, usando pó, a transa ia ficar mais interessante. Cheguei a fazer isso com ele algumas veses, p ele não se sentir isolado! Ficava confusa. Realmente, n é a minha. Ficar HORASSSS numa posição desagradável, vendo filmes q não queriam me dizer nada! Ele não parou de fazer isso. e faz até hj.
Isso tem uns 3 anos já. Pra falar a verdade, até HIV nós temos. Descobri, depois de um ano de namoro com ele. E tenho certeza de quem foi ele q me passou. Mas aceito isso, pois foi irresponsabilidade minha tmbm, e não o culpo. Namorei 2 anos com ele. Consigo vivier normalmente. Meu cd4 é muito bom. O contrário dele. que da última vez deu 250, e já devia ter começado com os antiretrovirais. Só q ele nem consegue ficar limpo p fazer os exames. Fica na ilusão de q vai parar de se drogar p fazer o tratamento. Mas na verdade, tem medo das reações dos medicamentos, junto da droga.
O fato é que ele está muito viciado em cocaína. Usa quase que diariamente. E eu sei, que um dos motivos para tal, é a compulsão por sexo. Resolvemos mudar de Estado para ver se as amizades eram outras, mas mesmo numa cidade onde pensáva-mos q isso não chegaria, lá estava ela: A DROGA! Até me trair com prostituta, quando brigava-mos e levar elas p motel p cheirar, ele fez. Muitas veses. (E agora separados... Muitíssimos mais veses. Ele está ocioso, e n faz nada o dia inteiro. Tem mais de um ano q nos mudamos, uns 7 separados e eu já trabalho, e tenho uma vida saudável, e ele não faz NADA! Não trabalha, pois tem uma loja q ainda restou) Não ia me buscar mais na faculdade, não me respeitava. Eu chegava na nossa casa, ele estava cheirando. Quando dizia q ia na padaria, n voltava mais. Voltava mais tarde, depois começou a voltar no dia seguinte. Até q eu o deixei. Me arrependo amargamente de ter feito isso. Por q ai sim ele ficou sem rumo.
Tentei voltar... mas, não deu certo. Ele não quis. Nosso relacionamento sexual nem estava bom, justamente por q eu estava sendo trocada por filmes pornos... E isso p ele importava muito.ME AMAVA, POR QUE ERA SEMPRE EU QUE CUIDAVA DE SUAS RECAÍDAS, MAS, ACHO Q INCONSCIENTEMENTE, PENSAVA NA QUANTIDADE DE MULHERES Q PODERIA SE RELACIONAR, SE NÃO ESTIVESSE COMIGO. Ele sempre traiu todas as namoradas, e nunca tinha morado com niguém antes. se sentia preso, mas ao mesmo tempo queria alguém. Tem pavor a solidão. O histórico dele, era transar com todas e sempre sem camisinha. Mas descobri isso muito tarde. Ele estava preferindo isso do q eu. Acho q ainda prefere. Na verdade, acho q prefere qualquer coisa. Ele sai com qualquer uma. E vê sexo em tudo.
De fato. quero saber, como posso ajudá-lo num tratamento de compulsão sexual e de cocaína?
Marquei um psiquiatra p ele na segunda feira. Mas não conheço a profissional. Conheço pouco dessa área aqui em FORTALEZA, q é onde ele mora, e eu tmbm. Só q agora separados. Ele não trabalha, está vivendo da renda da loja q ainda tem. Não sei por quanto tempo. Já vendeu as outras e gasta o dinheiro todo q ganha. Capotou o carro zero q tinha comprado a 7 meses, por q estava voltando de uma festa e tomou LSD. Esse menino não sabe o significado da palavra LIMITE. Mas quer sair dessa. Me pede toda hora. Quero ajudá-lo, mas peço orientação.
Olá.
Sugiro que procure um especialista para dar a orientação necessária. Você está dizendo que marcou o psiquiatra e isto é um ótimo passo. O importante é não deixar de ir à consulta. Certamente você receberá instruções de como agir.
Receber avaliação Psiquiátrica e uma orientação Psicológica é de extrema importância.
Ás vezes encontramos um pouco de dificuldades mas o importante é não desistirmos.
Boa sorte e obrigada pelo e-mail.
Equipe Uniad
43 Qua, 19 de Maio de 2010 10:28
valéria veras damacena
quem toma anfetamina pode tomar buscopan?
Olá Valéria,
Anfetamina e Buscopan podem apresentar interações medicamentosas.
Portanto, quando necessário o uso concomitante, esses medicamentos devem ser utilizados com cautela e, preferencialmente, sob supervisão médica.
Atenciosamente,
dr Sandro Mitsuhiro UNIAD/INPAD
42 Ter, 18 de Maio de 2010 22:33
MIRNA
BOA NOITE.
QUERO AJUDAR MEU AMIGO QUE É VICIADO EM DOLANTINA E REMEDIOS PARA DORMIR.ELE ESTA EM UMA SITUAÇÃO CRITICA, EU NÃO SEI COMO POSSO AJUDA-LO.
MORO EM SALVADOR BAHIA.
ONDE POSSO PROCURAR AJUDA?
O tratamento da dependência em dolantina é bastante complexo.
Necessita muitas vezes de ambiente hospitalar, tendo em vista o grave quadro de abstinência que ela gera.
Não conheço a rede de atendimento de Salvador. Procure uma unidade psiquiátrica da cidade para se informar.
Atenciosamente,
DR Sandro Mitsuhiro
41 Seg, 17 de Maio de 2010 13:50
Sofia
Preciso urgente de ajuda.Esse fim de semana descobri que meu marido e viciado em dolantina.Ele sempre tinha dor de barriga, vomito, estava sempre sonolente, enfim.Somos os dois da area da saude, estamos juntos a pouco tempo, e no sabado saímos para almoçar e ele ficou com pressa pra ir pra casa, sendo que na sexta, após chegar do hospital, ele ficou sonolento e meio desorientado o tempo todo.Enfim, chegamos em casa após o almoço e logo ele foi ao banheiro, entao sentei no sofa e fiquei observando...quando ele abriu a porta, logo caiu pra tras com convulsão, e depois cursou uma parada cardio respiratória. Foi horrivel, tive que reanimá-lo e logo que voltou a respirar teve outra crise e deslocou a mandíbula, ainda desacordado,coloquei a mandila no lugar e o arrastei até o sofa...esse desespero durou cerca de 20 minutos. Eu peguei a duchinha do banheiro e molhei seu rosto e seu corpo pra ver se acordava e nada. Liguei pra um amigo nosso e socio do meu marido, o qual me perguntou se eu nao tinha o visto usar nada de anormal. Obviamente respondi que nao, pois realmente nao sabia de nada, pois achava que podia ser um tumor ou algo assim, pois a 10 dias atras eu o encontrei na cama cheio de sangue e um copo quebrado na cozinha.Meu marido me disse que tinha escorregado, mas depois falou que tinha desmaiado, enfim, cada hora falava uma coisa, e logo percebi que o mesmo que aconteceu neste sabado, aconteceu naquele dia. Após nosso amigo ir embora, fui olhar o banheiro e procurar por algo. O pior aconteceu, achei 33 ampolas de dolantina quebradas, seringas e agulhas escondidas e apenas 3 ampolas fechadas. Durante a noite, contei que ja sabia de tudo, e ele me disse para eu jogar fora e falou que nao usaria mais, porém ontem, mesmo com a língua toda roxa e cortada, com as costas machucadas, mesmo assim ele ficou desesperado querendo as ultimas 3 ampolas e me disse que a vida era dele e que se ele morresse era problema dele e que aquelas seriam as ultimas. Ele ficou nervoso quando disse que as tinha jogado e falou que nao tinha problema, que ele tinha dinheiro e ja estava saindo para pegar mais. Mediante a isso, entreguei e falei para que fizesse na minha frente, e então entendi que nao via sinais porque ele aplicava no antebraço EV e os pelos encobriam as picadas.Ele aplicou as 2 e depois de 10 mimutos aplicou a outra ampola. Ele fala que vai sair dessa sozinho, que aquelas eram as ultimas, que eu preciso confiar nele e que nao vai se queimar buscando um medico ou algo assim, falou que vai sair sozinho e implorou para que eu nao falasse a ninguem, mas que se a partir de hoje ele usasse eu poderia falar para seus pais e sócios. Estou desesperada, pois percebo agora que ele usou dolantina na sexta, no sabado e ontem... e nao sei precisar quantas ele aplica, mas imagino que sejam muitas. Contei aos seus 2 socios que sao grandes amigos dele, pessoas de confiança, e agora veremos o que vai dar, tenho medo de que ele fique muito nervoso, pois ele é grande e forte, o que dificulta conte-lo. Mas ja combinamos tudo, eles nao falarão que eu contei, mas sim que viram quando foram em casa após eu ligar pedindo ajuda. O que devemos fazer? Moramos em Cuiabá-MT e por aqui é complicado, pois ele é conhecido e renomado, apesar de ser super novo.Será que ele esta perdido? Se eu nao estivesse em casa no sabado, acho que ele teria morrido, estou sofrendo muito. Será que é caso de iternação? Mas ele se recusa, fala que consegue sair sozinho ... por favor me ajudem, ele fala que um filho o fará parar com isso, mas sei que nao é assim... me ajudem por favor, estou implorando, nao imaginam como estou sofrendo.Como faço pra perceber quando ele usa, pois ontem vi que com 3 ampolas ele fica normal, e ele nao me deixa ver os seus braço? Por favor me ajudem
Prezada Sofia,

Acho muito difícil que ele consiga sozinho se recuperar. Os sintomas da síndrome de abstinencia pela dolantina são extremamente graves.
Portanto, além da abordagem psicoterápica, é fundamental que ele passe por esse período internado preferencialmente em um serviço de psiquiatria dentro de um hospital geral para que as graves intercorrências clínicas possam ser resolvidas.
Essa intervenção deve acontecer rápido. A cada uso, ele se coloca numa situação de risco à própria vida.
Atenciosmente,
Sandro Mitsuhiro
40 Sáb, 08 de Maio de 2010 00:51
Rita
Esta semana liguei para a Clinica Bairral para fazer o internamento involuntario do meu filho usuário de crack, (pois tivemos ótimas referencias desta clinica), ao qual me responderam que não faziam internação involuntaria, porem li neste site a resposta do Dr. Ronaldo Laranjeiras que respondeu a uma pergunta dizendo que lá fazem este tipo de internamento. Gostaria muito que o Dr. Ronaldo Laranjeira pudesse me orientar melhor como faço para internar meu filho involuntariamente na Bairral, pois ele não tem mais nenhum controle sobre si mesmo e está morrendo aos poucos e não quer mais se internar. Queria fazer uma boa desintoxicação no meu filho com bons médicos.
obrigada
Cara Carla:
Você deve conversar com o seu médico sobre estes sintomas. A retirada do Rivotril deve ser feita sob supervisão médica. O seu médico é que vai avaliar a quantidade e o ritmo de retirada da medicação, além de indicar a medicação mais adequada para o seu problema. Boa Sorte!
Equipe UNIAD
39 Qui, 29 de Abril de 2010 21:07
Lucia de Oliveira pinto
Gostei muito do esclarecimento sobre essas drogas.Fui convidada pelo Dr. José Viot a entrar neste site, pois procuro ajuda para o filho do meu marido. É viciado em álcool, maconha e cocaína. Tem 26 anos, mas a mentalidade de um adolecente de 17. Já esteve Internado na clínica CAMINHO DA ESPERANÇA em Caxambu por 22 dias. Continua com a mesma turma de amigos, diz que não está usando maconha nem cocaína, mas, com a bebida não vai parar. O pai ofereceu outro tratamento, mas, ele não quer. Estamos pensando em internação involuntária. Particularmente acho muito agressivo o resgate, mas, acho q ñ tem outro caminho.
Obrigada pela ajuda que consegui, através dessas orientações
Cara Lucia,
Agradecemos seu e-mail. Ficamos contentes com o aproveitamento das informações contidas em nosso site.
Quanto à internação, a mesma é indicada para que o paciente se estabilize e o tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz.
O ideal é procurar um especialista para avaliar a situação e, se necessário, indicar a internação. Em nosso site, no link “onde procurar ajuda” você encontra algumas opções de tratamento.
Abraço,
Vivian Miucha - UNIAD - Alamedas
38 Qua, 28 de Abril de 2010 00:52
Luciano
Cara Equipe.

Seguindo o site da Uniad através das doutrinas e palestras diponibilizadas virtualmente, tomo a liberdade de elaborar o presente comentário solicitando inferências, pois creio que a causa que versa sobre as drogas é um problema de todos nós, e por isso se da minha cediça vênia.

Bueno, a fim de concluir curso em bacharelado em Direito, projetei um trabalho monográfico sobre o papel do município enquanto integrante do SUS na efetivação de medidas de PREVENÇÃO ao uso de drogas.

Essa delimitação em detrimento de outras tantas possíveis, quiçá
permitirá evidenciar o elo entre a função social do município e o direito a saúde de seus munícipes, o que produz reflexos práticos se pensarmos que em conseqüência, teremos como fomento políticas setorias de prevenção ao uso de drogas, como por exemplo modelos de fiscalização e produores de saúde.

Meus objetivos específicos delimitados até o momento eram - Identificar a função social do Município. - Analisar o direito à saúde e a descentralização das ações. - Assinalar as estratégias do SUS que promovem ações preventivas no contexto da drogadição. - Examinar o alcance e o objetivo de tais estratégias afetas à municipalização.

Ocorre que venho me deparando com um possível equívoco de delimitação de meu trabalho, haja vista as ações escassas provenientes do Ministério da Saúde.

Contudo, acredito que a linha que tomo abarcando a municipalização é um bom caminho.

Ora, frente a complexidade do assunto, principalmente quando trata-se de enfatizar as estruturas, os procedimentos e os instrumentos dados ao município para responder às necessidades sociais em saúde, ademais por ser tema ainda pouco dissecado pela doutrina, venho encontrando certa dificuldade em me apoiar à algo, e por isso se da o presente contato.

Contudo, creio ser oportuno o presente, ensejando ampliar o debate no modo de refletir e de operar às políticas desenvolvidas no sistema de saúde brasileiro, afim de expor qual a importância e de que maneira é possivel trabalhar em âmbito municipal para DIMINUIR A PROBALIDADE da população vir a usar drogas, principalmente crianças e jovens. Nesse sentido, é que mereceu destaque meu sobre a inovação das políticas voltadas para a prevenção, no sentido de não trabalhar só com a dependência instalada.

Assim, conforme exposto acima, oportunizo desde já meu agradecimento pela atenção dispendida, agradeço também os ensinamentos diponibilizados sempre de forma catedrática, metódica, pragmática, atualizada e preocupada com as verdadeiras causas sociais, e de qualquer sorte, ensejo, quiçá, um breve contato, uma indicação ou alguma doutrina pertinente.

Atenciosamente

Luciano
Acadêmico de Direito

Caríssimo Luciano,
É com grande honra que recebemos tão nobre comentário em nosso Blog.
Esperamos que você alcance o sucesso merecido em sua carreira para que nos auxilie nessa batalha árdua.
Grande Abraço
de Toda Equipe UNIAD
37 Ter, 30 de Março de 2010 21:59
jeison
gostaria de saber se aparece resultado positivo no teste toxicologico de cabelo pois eu usei maconha misturada com crack a mais de um ano e o teste que eu fiz e aquele que detecta ate um ano pois eles cortaram os pelos das minhas axilas e eu nao raspei pois quando eu fumei os pelos ja estva la queria saber se pode ter ficado algum vestigio ou foi eliminado.
Caro Jeison:
É pouco provável que o teste realizado mostre-se positivo se você usou ‘mesclado’ há mais de um ano, uma vez que o tempo máximo de eliminação destas substâncias é bem inferior a um ano.
Atenciosamente
Alessandra Diehl
psiquiatra UNIAD SBC
36 Seg, 29 de Março de 2010 00:52
Mariana
Ja escrevi anteriormente falando do meu marido que poderia estar viciado em dolantina. Ele realmente esta. Usa muito mais do que me contou da ultima vez. Algumas vezes por semana. Perdeu o emprego por forjar uma receita para um paciente para poder ter a dolantina e se aplicar. Outro dia me confessou que roubou de um outro hospital em que trabalha e usou por tres dias consecutivos. Por favor, o que faço? Ele oscila. Tem dias que chora como criança, promete que vai parar, consegue ficar 1 semana sem usar, sente dores e colicas horriveis que acredito serem da abstinencia, mas qdo se deprime por qq motivo ele volta a usar a droga. Marquei um psiquiatra especilaista em dependencia quimica pra ele e o estou encorajando a começar uma psicoterapia e ele esta muito disposto a isso. Pelo menos qdo eu falo. De que mais outra maneira posso ajudar? Ele precisará de internação? Onde posso encontrar informçoes pra dar pra ele ler a respeito da bravidade do [problema (ele nao acha que seja tao grave, mas sei que ele pode ate morrer). Existe cura pra esta dependencia ou ele será um eterno ex-viciado que pode a qq momento ter reacaidas??? Por favor, me ajudem. Estou desesperada!!!!
Prezada Mariana
Você precisa convencê-lo a procurar a REDE DE APOIO AO MEDICO DEPENDENTE QUIMICO. Este é um serviço do CREMESP que não tem caráter punitivo, é sigiloso e irá direcionar seu marido para o tipo de tratamento mais apropriado para ele. A Rede de Apoio aos Médicos é constituída de profissionais alocados nas diferentes regiões do Estado de São Paulo. Os profissionais selecionados possuem treinamento em Dependência Química. Os procedimentos a serem realizados e medidas a serem tomadas quando da detecção de médico dependente químico são discutidos, conforme a demanda, junto à Consultoria Jurídica do CREMESP. É missão da Rede de Apoio: - Facilitar o acesso ao tratamento aos médicos com problemas relacionados a substâncias psicoativas; - Supervisionar o atendimento dado à clientela, sendo que, periodicamente, todos os pacientes recebem uma chamada telefônica para acompanhamento do tratamento; - Oferecer suporte e orientações aos familiares e amigos dos médicos. Telefone para Contato (Hotline): (0xx11) 9616-8926,E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Boa Sorte
Atenciosamente
Alessandra Diehl
Psiquiatra- UNIAD SBC
35 Seg, 15 de Março de 2010 04:13
gabriela
gostaria de saber se existe algum perigo ao se tomar 1 comprimido de dorflex apos ter usado cocaina, em uma quantidade razoavel (menos de meia grama). Pois o dorflex faz passar o desconforto da cocaina apos o uso, como dores de cabeça, falta de sono e tensao muscular...
Agradeço a resposta. Gabriela - 34 anos
Cara Gabriela
Sua pergunta me deixou profundamente preocupado! Voce está preocupada com o dorflex e não com a cocaína ?
Qualquer medicação pode trazer malefícios e por isso os medicamentos vem com bulas que alertam sobre os efeitos colaterais. Devemos usar remédios para tratar ou amenizar alguma patologia.
Qual o problema a ser medicado aqui ?
Seu desconforto após o uso de cocaína ou este próprio consumo de uma substancia que pode lhe causar um sem número de prejuízos ?
O traficante vende a droga.
O especialista (aqui no caso um médico) lhe libera o remédio
Se algo sair errado quem voce responsabilizará ?
Quer um conselho ?
Não procure medicar o desconforto do consumo de cocaína. Tente tratar o desconforto que voce sente e que é amenizado pela propria droga
Boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Psiquiatra UNIAD-SBC
34 Qua, 03 de Março de 2010 17:26
Mariana
Meu marido é da área de saude e trabalha toda segunda feira em um posto de saude dando planto de 24h. Nas duas ultimas segundas feiras ele fez uso de dolantina. Sendo que nesta ultima, dia 01/03 fez uso de 5 ampolas de 2ml intravenoso dentro de 24h. Chegou incusive a forjar uma receita pra paciente pra tomar a ultima ampola ja que o medico nao deixou prescrito pra ele. Ele tem sentido muita dor no ombro após uma batida de carro onde ele teve uma subluxacao. No ano passado, em agosto, ele ficou 6 dias internado no hospital com nevralgia de trigemio e tomando dimorf de hora em hora e depois metadona por duas semanas ate poder parar. Ele alega que nenhum outro analgesico funciona pra dor dele e q tem que tomar medicaçoes endovenosas pq o figado esta comprometido por causa das medicaçoes anteriores que ele tomou. Pelo que parece ele toma a dolantina nas segundas feiras e passa os outros dias sem tomar.Ele já é considerado um adicto? Que medidas devem ser tomadas? Ele diz que nao é viciado e que nao vai mais tomar...mas ja quebrou promesssas antes e eu nao acredito muito nele nao.
Prezada Mariana,
Nesse caso, não importa tanto a classificação de dependência ou não (aliás, faltam elementos para fazer essa classificação). O que importa é que ele vem mantendo um comportamento de quebra de regras e da lei (uso sem prescrição) e, principalmente, ele tem se colocado em situação de enorme risco à saúde injetando grandes quantidades da medicação em pouco tempo (5 ampolas em 24h). Esse uso abusivo pode levar a sérias consequencias (além da dependência em si), como uma parada respiratória, por exemplo.
Equipe UNIAD
33 Qui, 25 de Fevereiro de 2010 15:52
Tauana
Olá,acabo de sair do hospital quando dei entrada ontem por volta das 13:00 horas com dores fortes no abdomen,fiz duas ecografias pois o medico suspeitava cálculo biliar,só que quando entrei no hospital ele me mandou para o quarto para fazer soro e me deu na veia duas injeções,uma de buscopan simples e outra de dolantina essa medicação era feita de duas em duas hora e mesmo assim a dor não sessava.Ultima dose das injeções eu fiz ás 17:30 horas,e
por volta das 19:45 eu já naum aguentava mais a dor,me deram outra injeção de buscopan so q dessa vez buscopan composto e sou alergica á dipirona,por volta das 21:15 estava com muita náusea e vomito e acabei desmaiando,logo me deram uma injeção de corticóide e mellhorei,fiz 5 litros de soro. E gostaria de saber se o médico procedeu corretamente?
Não descobrimos a real causa das dores!!
Obrigada.
Prezada Tauana, As medicações que você recebeu são sintomáticas, dirigidas portanto aos sintomas sobre os quais você se queixava. Boa parte dos quadros gastrintestinais se devem a processos infecciosos virais inespecíficos, cujo diagnóstico é eminentemente clínico. O uso de Dolantina como sintomático, circunstancial e por prescrição médica é perfeitamente aceitável.
Equipe UNIAD
32 Dom, 21 de Fevereiro de 2010 23:57
Fabiano
Olá caro amigo minha esposa sofre de depressão e fibromialgia e agora ficou dependente da dolantina o que eu posso fazer para ajuda-la muito obrigado aguardo resposta.
Prezado Fabiano,
A dependência de Dolantina tem todas as características de qualquer outra dependência. É fundamental que ela procure ajuda especializada (especialista em dependência química), incluindo a ajuda médica (psiquiatria) devido aos intensos sintomas físicos que a abstinência por Dolantina provoca. Essa avaliação irá determinar se é necessário internar-se para o tratamento ou não.
Atenciosamente,
Dr Sandro Mitsuhiro - Médico Psiquiatra UNIAD/INPAD
31 Dom, 14 de Fevereiro de 2010 23:41
rita de cassia
Meu filho de 22 anos me contou há pouco tempo que usa maconha há 4 anos.No começo, quando eu achava maconha na bolsa dele, jogava fora. Por isso, ele ameaçou sair de casa.O que fazer? como agir? Ele não quer largar,não quer conversar,não aceita tratamento porque diz que não acha errado o que está fazendo.Tenho medo que ele saia de casa, pois acho que aí não conseguirei ajudar.Já reuni vários artigos falando sobre os maleficios da maconha e li para ele,mas pouco adiantou! Ele é um menino bom,trabalhador,estuda Por favor, me ajudem
Cara Rita de Cassia,
Uma das grandes dificuldades em se parar o uso da maconha, está relacionada com o fato de que esta substância causa perdas, ao menos no início do uso, muito sutis, e também existe uma crença de que o uso da maconha não faz mal, não gera dependência, etc..., facilitando o início e a manutenção do uso. Hoje sabemos que o uso desta substância, está relacionado com danos maiores, mas o usuário, justamente para poder manter o uso sem maiores conflitos, não enxerga quais os problemas causados pelo uso da substância. Acredito que duas condutas sejam importantes: 1) os pais devem ter uma posição clara, com relação ao uso da substância: se não estão de acordo, isto deve ficar sempre claro e o comportamento ter constância. Portanto, ele sabe que você não aprova o uso, não permite o uso em casa, e sempre que encontrar a substância jogará fora, pois, caso contrário sua posição em relação a que ele use ou não use fica dúbia. 2) sempre evidenciar as perdas relacionadas ao uso (dificuldades acadêmicas, falta de motivação para cumprir os compromissos, dificuldades de atenção e concentração), pois desta forma facilitamos com que o usuário veja as desvantagens do uso facilitando a muidança. Lembre-se só mudamos um comportamento, quando as desvantagens de mantê-lo são maiores do que as vantagens. Em qualquer momento que seu filho, concorde com você em relação a alguma dificuldade apontada, ofereça a ajuda de um profissional. Mesmo que ele não aceite, num primeiro momento, mantenha sua posição. Ficamos à sua disposição.
Abraço, Neide Zanelatto.
30 Seg, 08 de Fevereiro de 2010 18:21
Franzi
Olá,meu pai tem 51 aanos e é compulsivo sexual,o fato é
que esse vicio está acabando com ele,sem contar q o envolvimento com mulheres tem gerado muitas ameaças ,gostaria de saber o que posso fazer,se a internação involuntária é valida nesse caso.
Obrigada
Cara Franzi:
Que bom poder ter a oportunidade de responder esta sua pergunta. Uma vez que a compulsão sexual é uma doença semelhante à adicção só que muito menos sub-diagnósticada. Acredita-se que a "compulsão sexual", ou a também chamada "dependência de sexo" ou ainda "comportamento sexual compulsivo" afete cerca de 5 a 6% da população norte americana, sendo que não temos dados brasileiros. Embora esta categoria pareça ainda ser ainda incerta, acredita-se que os comportamentos sexuais compulsivo-impulsivos incluam atos sexuais repetitivos e pensamentos sexuais compulsivos que de tão freqüentemente que acontecem e com tal intensidade acabam por interferir com a intimidade interpessoal e sexual bem como o funcionamento profissional. O que a princípio era para ser prazeroso e divertido acaba por trazer muito sofrimento, vergonha e exposição ( ex; HIV, DST, atentando ao pudor) para o indivíduo. Desconheço a possibilidade de internação involuntária para estes casos, uma vez que não na maioria das vezes esta doença não envolve sintomas psicóticos ou riscos imediatos para si ou para terceiros. Nossa sugestão é levá-lo aos Dependentes de Amor e Sexo (DASA) que é baseado no modelo 12 passos, assim como a uma consulta médica com especialistas na aérea. O PROAD na UNIFESP tem esse tipo de prestação de serviço de forma gratuita.
Informe-se.
Atenciosamente
Alessandra Diehl (UNIAD)
29 Qua, 09 de Dezembro de 2009 22:49
MAYARA
SOFRO DE DEPRESSÃO A MUITOS ANOS, TOMO REMEDIOS ANTIDEPRESSIVOS, USEI COCAINA UMA VEZ, SERÁ QUE ELA PODE PREJUDICAR MEU DESEMPENHO INTELECTUAL?
Mayara:
É pouco provável que o uso de cocaína de forma episódica como você descreve afete seu rendimento intelectual. Entretanto o uso crônico desta , associado a depressão crônica tratada de forma não adequada ( Ex: dose incorreta, tempo insuficiente de uso do antidepressivo, uso irregular de antidepressivo, ect ) podem corroborar para baixa no rendimento intelectual de um indivíduo.
Converse com seu médico sobre estas suas dúvidas, ele poderá fornecer maiores informações sobre sua evolução.
Att
Alessandra Diehl (UNIAD)
28 Dom, 22 de Novembro de 2009 16:00
Veridiana
Ola,
Por favor, preciso saber indicacao das melhores clinicas par tratamento de alcoolistas, com regulamentacao em dia, para internacao involuntaria de meu pai.
Aguardo uma luz.
Obrigada
Cara Veridiana,
A melhor forma de proceder é que sua família converse com um profissional competente e façam uma avaliação do caso do seu pai. Se optarem pela internação involuntária, recomendamos a clínica Bairral, no setor Mirante, fone 019-3863 9414. O Dr Ronaldo Laranjeira, pessoalmente faz supervisão dessa clínica e tem a melhor opinião deles.
Dependendo de onde vc mora podemos indicar um profissional.
Abraços e boa sorte
Equipe UNIAD
27 Qua, 11 de Novembro de 2009 18:12
Fabio s
Eu queria saber se necessariamente p parar c o uso da cocaina, eu tenho q deixar de consumir bebida alcoolica p sempre!
Caro Fábio:
Para muitas pessoas que consomem cocaína o álcool sé sempre um gatilho. Isto significa dizer que antes de cheirar a pessoa necessariamente experimentou alguma quantidade de bebida álcoolica. Se este for o seu caso, então é bastante recoemdável que você não faça uso de nehuma bebida de álcool por muito tempo. Existem alguns pacientes que frequentam o NA que costumam comentar que "a cerveja faz mal para o meu nariz".... Então ... acho bom evitar !
Esper ter contribuído
Alessandra Diehl (UNIAD)
26 Sex, 30 de Outubro de 2009 12:16
edina
tomo rivotril de 0,05 há 6 anos estou tentando parar de tomar mas sinto náuseas, e exesso de saliva, o q faço?
Cara Edina:
O que você tem que fazer é marcar uma consulta médica.É importante saber em primeiro lugar para que finalidade este medicamento foi orientado? Qual é a patologia de base ? Se for Sindrome do pânico por exemplo, este sintomas que você descreveu podem fazer parte da própria síndrome. O colega médico irá avaliar a necessidade da associação ou não de um antidepressivo Inibidor da recaptação da serotonina (IRSS) ou a suspensão ou aumentodo dose do Rivotril. Nunca faça automedicação, ela pode ser perigosa !
Att
Dra. Alessandra Diehl (UNIAD)
25 Qui, 08 de Outubro de 2009 19:39
Allana
Sou dependente de Dorflex e Dramin ja a alguns anos.Gostaria se voces poderiam indicar um especialista no tratamento de dependencia medicamentosa aqui em Salvador??? Obrigada
Cara Allana, seguem alguns endereços para que possa buscar informações sobre especialistas dos quais você necessita, para tratamento.
Conen : Conselho Estadual de Entorpecentes- Quarta Avenida, 400 -terreo
fone: (71) 3115-4330 ou 4174 obs: particular

Clínica: Sociedade Médica Para Promoção da Saúde Integral
Endereço: Rua Acari, 10 - Loteamento Jardim Piatã
Bairro:Itapuã
Fone:(71) 3375-4129- particular

Clinica: Caps- Centro de Atenção Psicossocial
Rua: Tomaz Gonzaga, 123
Bairro: Pernambúes- fone: (71) 3116-699- pública

Clínica: CETAD- Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas
Endereço: Rua Pedro Lessa, 123- Bairro Canela-fone: (71)3336-1447
Bairro : Canela: email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. tipo pública
Salvador.

Marya Ozoria Correa
Assistente Social- Uniad SBC
24 Dom, 20 de Setembro de 2009 23:44
Médico
Apesar de ser médico, não consigo lutar contra a dependência química a DOLANTINA. Já tentei diversos tratamentos, mas esbarro na necessidade de poder trabalhar pra sobreviver. Se me expor, fico desempregado, a quem devo pedir ajuda!! Preciso de ajuda.
Caro colega:
Não tenha medo de pedir ajuda, sozinho é muito difícil conseguir a recuperação, por isso precisamos estar juntos! Foi pensando nisto que o CREMESP junto com a UNIAD criou a rede de apoio ao médico dependente químico, visando proteger o profissional e promover tratamento de qualidade para que possa ser ou estar reintegrado profissionalmente. O sigilo ea ética são resguardados. Procure saber mais pelos telefones abaixo nesta reportagem retirada do site do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo:
Dependentes químicos
Cinco anos da Rede de Apoio
Médicos dependentes de álcool e drogas podem buscar ajuda na Rede de Apoio a Médicos Dependentes Químicos, serviço mantido pelo Cremesp em parceria com a Uniad/Unifesp. Criada em 2001, a Rede oferece atendimento por profissionais e conhecedores das particularidades da profissão médica. Nos cinco anos de atividades, a Rede recebeu 220 casos relacionados ao uso problemático de álcool e outras drogas, além de médicos com ansiedade, depressão, transtorno obsessivo compulsivo e dificuldades de relacionamento. Informações: (11) 5579-5643 ou (11) 8335-0866, ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Atenciosamente
Dra.Alessandra Diehl (UNIAD-SBC)
23 Ter, 08 de Setembro de 2009 23:24
Marina Rios
Fiz uma cirurgia de reduçao de estomago em 2004 antes dessa epoca eu nunca tinha feito o uso de medicamentos pra dor, mas depois dessa cirurgia eu conheci os analgesicos principalmente a Dolantina, comecei a criar dor só pra poder tomar a medicaçao, ja estou conhecida em quase todos os hospitais tanto publicos quanto particulares, pois sempre vou a qualquer lugar pra poder tomar a medicaçao, ja cheguei ao ponto de pagar pra poder tomar a medicaçao, hoje cheguei em um estagio de comprar as ampolas e aplicar em casa, pois de tanto tomar ja sei onde e como aplicar, queria saber se tem como sair dessa situaçao?
Resp:Cara Marina
Você descreve uma dependência de opióides, a qual é bastante comum em profissionais da saúde , assim como portadores de dor crônica. certamente existe possibilidades terapêuticas para tratar esta adição e para tanto você necessita procurar um psiquiatra especialista na área de dependência química em um serviço especializado, tal como o CAPS-AD mais próximo de sua casa ou um serviço privado. Na UNIAD temos profissionais com bastante experiência neste tipo de adição. Ligue e verifique as possibilidades.
Atenciosamente
Dra.Alessandra Diehl ( UNIAD-SBC)
22 Qui, 03 de Setembro de 2009 14:10
rodrigo
gostaria de saber como faco p parar de usar dolantina, atualmente uso 7 ampolas intra dermica, queria saber como faco para evitar sindrome de abstinencia , decidi usar menos doses a cada dia para evitar a sindrome , sinceramente nao irei procuarr ajuda , entao gostaria de saber que esse metodo de diminuir as doses ate nao usar mais ,podem ser efetivas.obrigado
RESP: Caro Rodrigo:
Sozinho é muito difícil você conseguir.É importante diminuir esta onipotência perante a droga e perante a sua doença. Não tente brigar com ela, pois certamente a sua adicção vai vencer sempre se você permanecer neste tipo de comportamento. Peça ajuda ! E neste caso, a ajuda deve ser médica necessariamente. Diminuir ampolas não parece ser uma medida com evidência cientificamente comprovada que funcione. Existem medicamentos muito eficazes de substiuição de opióides que minimizam a síndrome de abstinência. Se você é um profissional da saúde, você pode ler mais sobre a metadona. Também gostaria de recomendar um grupo de NA ( Narcóticos Anônimos) mais próximo de seu bairro. Vá a uma reunião e veja como você se sente ! Juntos nós podemos !
Dra. Alessandra Diehl ( UNIAD - SBC)
21 Dom, 23 de Agosto de 2009 20:35
Bueno
Ola, meu irmao é viciado em dolantina,tivemos um epsodio com ele que, por muito pouco nao perdeu a vida. Estava emcima da moto, na casa da minha mae, quando caiu e bateu a cabeça, teve, segundo os para-medicos, um principio de parada cardiaca devido ao uso da dolantina( exatamente, mais ou menos 24 ampolas ), por favor, minha mae ficou desesperada, como tratar esse vicio??onde procurar ajuda??ele mora em Natal-RN.
obrigado!
Resp: A dependência de opióides necessita de cuidados médicos/psiquiátricos especializados, preferencialmente em ambiente hospitalar, com estrutura para medidas de suporte diante do potencial quadro de abstinência pela retirada da substância. Não conhecemos em RN algum serviço com essas características. O ideal seria procurar um especialista em dependência química da região. Provavelmente ele terá a possibilidade de indicar algum serviço com esses requisitos.
Equipe UNIAD
20 Sex, 31 de Julho de 2009 03:07
Paola
Equipe, e q tipo de médicos q eu procuro? De qual especialidade? Existe intervenção medicamentosa para esse tto ou é só a parte psicológica q precisa ser trabalhada? Ou é td junto e misturado? Quem eu procuro?
Resp: comece procurando um Psiquiatra, ele poderá te ajudar.
19 Qui, 30 de Julho de 2009 04:07
Paola
Oi pessoal, há dias entro nesse site. Sou hoje, há uma semana e 1 dia uma ex-viciada em dolantina. Trabalho em um hospital no interior do sul do brasil. Comecei há 7 meses atrás com o vício. Maldição!!! Malditas ampolas! Não sei se preciso de ajuda especializada, tenho colegas do trabalho e minha mãe me dando força. Sinto mto arrependimento, era sim uma sensação boa, mas hj vejo as consequências. Eu ñ urinava e nem fazia as necessidades intestinais como deveria. Meu comportamento mudou, perdi amigos, me isolei de tudo. Hj sinto mtaa dor muscular, cólicas intestinais, diarréia tive "cãibras", me sinto depressiva as vezes e choro ainda, mas choro menos do q nos primeiros tres dias. Tenho insônia tbm. Sinto falta das malditas, mas estou forte, firme, tá sendo uma luta, tenho voltado a ser a pessoa q eu era antes, mto mais feliz, sorridente e bem humorada. Não sei aonde isso td vai parar. Estou me esforçando, vou conseguir, ñ quero ter uma "recaída", ñ quero passar por td isso outra vez. Sabem se estou agindo certo? Se preciso de médicos? Desde já, mto obrigada!
RESP: Olá Paola, Os sintomas descritos são bastante característicos da síndrome de abstinência por substâncias opióides (categoria à qual pertence a Dolantina). Embora seja admirável a sua força de vontade, Paola para interromper o uso da substância, podem ocorrer algumas intercorrências clínicas e psiquiátricas que somente poderão ser tratadas adequadamente por um médico especializado. Você já deu um grande passo, o próximo é procurar um especialista. Você está conseguindo!
Abraço e boa sorte!
Equipe UNIAD
18 Dom, 26 de Julho de 2009 20:05
Luciano
Faço uso de anabolizantes num padrão "stacking" já há alguns anos . Posso realmente apresentar problemas mentais devido a esta droga? Se sim... quais?
Valeu !
Olá Luciano, O uso de esteróides anabolizantes (derivados sintéticos da testosterona) estão relacionados a uma série de complicações clínicas e psiquiátricas (lista abaixo). No entanto, não sabemos o que é esse “padrão stacking”.
COMPLICAÇÕES GERAIS RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES
Insônia
Nervosismo
Irritação
Agressividade
Euforia
Problemas no fígado (hepatite, câncer)
Acne Grave
Problemas Sexuais
Problemas Cardiovasculares
Diminuição da Imunidade
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NO HOMEM
Redução dos testículos
Diminuição do número de espermatozóides
Impotência
Infertilidade
Calvície
Desenvolvimento de Mamas
Aumento da Próstata
Dificuldade e/ou Dor para Urinar
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NA MULHER
Pêlos faciais
Alterações ou ausência do ciclo menstrual
Aumento do clitóris
Voz grossa
Diminuição do volume das mamas
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NOS JOVENS
Maturação precoce da estrutura esquelética (baixa estatura)
Início precoce da adolescência
Um abraço,
Equipe UNIAD
17 Seg, 15 de Junho de 2009 15:16
Equipe UNIAD
cara Ana,
Existem os Caps AD. Mas não há programas de prevenção, algumas escolas trabalham prevenção ao uso indevido de drogas. Você pode convidar seus filhos a entrar nos blogs Se Liga! ou Jogo Limpo. Também poderá manter-se atualizada e "antenada" para passar inforamções adequadas e precisas. E sempre monitorá-los. Sempre que tiver alguma dúvida, entre em contato conosco que tentaremos te auxiliar.
Verifique no site da UNIAD tudo sobre maconha e sempre tente manter um papo aberto de mãe informada com eles. Passe a eles confiança e segurança.
Abraço
Equipe UNIAD
16 Dom, 14 de Junho de 2009 15:18
Equipe UNIAD
Karine você precisa procurar um profissional especializado em dependência química para ser avaliada e encaminhada para o tratamento mais adequado ao quadro apresentado. A dependência de Dolantina (nome da substância: Petidina, um opióide sintético) é uma condição grave que necessita de cuidados específicos que certamente poderão ser fornecidos de maneira adequada por esse profissional especializado. Trata-se de cuidados médicos (a síndrome de abstinência por opióides requer tratamento com infra-estrutura humana e material adequadas) e psicossociais e que portanto requerem abordagem multidisciplinar.
Abraço
Equipe UNIAD
15 Qua, 10 de Junho de 2009 03:26
Karine
Estou viciada em dolantina, mas ninguém se interessa em me ajudar..apenas criticar oq eu faço??tenho graves problemas de saude mas já não tratam mais o que é preciso pela discriminação.
14 Sex, 05 de Junho de 2009 21:47
Helena Sakiyama
Olá Karina, a ajuda ao seu irmão é necessária e urgente. Procure um CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas) mais próximo da sua casa. Você pode obter este endereço ligando para UNIAD no telefone no. 5575-1708.
Independente do tratamento do seu irmão, você também poderá procurar um grupo de Ajuda como o NA ou Amor Exigente, para conhecer mais sobre o assunto, se associar com pessoas com o mesmo tipo de problemas e obter ajuda para você e sua família. As questões que envolvem o uso de drogas (substâncias psicoativas) são muito complexas e exigem esforços do seu irmão, da família além da equipe que cuidará do tratamento.
Helena Sakiyama
13 Qui, 04 de Junho de 2009 12:20
Karina Pessoa
Olá,meu irmão de 13 anos está usando maconha há mais ou menos 1 ano.Nos últimos meses tem fumado 2-3 vezes por dia.Estou muito preocupada,não sei o que fazer.Que tipo de serviço tenho que procurar para ajuda-lo.
12 Ter, 02 de Junho de 2009 18:30
Ana
Sou mãe de dois adolescentes (15 e 13 anos), sempre tivemos um diálogo bem aberto. Soube pela escola que alguns amigos de meu filho mais velho estão usando maconha. Conversei com ele, apesar de achar que ele ainda não experimentou, estou preocupada com o fator curiosidade. Eu e meu marido conversamos com eles diariamente, mas acho que se eles pudessem participar de algum grupo ou programa onde tomassem conhecimento do perigo das drogas, a curiosidade não seria mais um problema.
Vocês podem me ajudar...indicar algum programa de prevenção em São Paulo.
Obrigada,
11 Seg, 04 de Maio de 2009 01:11
Ronaldo F. Leite (Ex Fumante)
Oi Jucy, quero apenas te contar como aconteceu comigo.

Eu fumei durante 30 anos, a quantia aproximada de dois maços e meio por dia.
Eu só queria que você soubesse que parar de fumar parece bem mais difícil que a realidade, não é tão difícil como parece, a nosso cérebro é culpado por mais de 90% da dificuldade em parar. Enquanto o corpo que a gente tanto acha que sentira a falta, é responsável por somente 10%.
Se pergunte, eu sou diferente de todos.
Quanta gente já parou, e porque quando chega a nossa vez de parar a gente se faz tão diferente das pessoas que conseguiram parar v? Criando tantas desculpas estranhas?
Um método muito interessante que funcionou legal para mim foi eu me dividir em duas pessoas, o Eu_fumante e o Eu_ajuizado.
Quando meu lado Eu_fumante queria um cigarrinho (arranjando uma desculpa tipo “estou nervoso”) eu até deixava fumar, mas logo vinha à pergunta feita pelo lado Eu_ajuizado.
Legal você fumou, e ai, passou o nervoso?
Logicamente a resposta era; Não, não passou, e nem teria como, o cigarro não é calmante.
Parece meio coisa de maluco, mas acredito que temos os dois lados, à vontade e a razão.
Acho que fazer um teatrinho dentro de sua consciência vai fazer você tornar a razão campeã, e a vontade vai desistir.
Que Deus te abençoe nesta luta, pois só ele assim como você sabem de sua luta.
10 Ter, 14 de Abril de 2009 11:39
Equipe da UNIAD
Caro, o primeiro passo passo, você já deu, que é reconhecer sua dificuldade. Veja nossa resposta acima à uma colega que tem esse mesmo problema. Nós da UNIAD, dispomos de um serviço de apoio que auxilia pessoas como vocês, preservando suas identidades. Ligue para nosso serviço para entendermos melhor e verificarmos como podermos lhe ajudar. A secretária é a Edelaine: 5575-1708. E, conte conosco também.
9 Dom, 12 de Abril de 2009 13:55
tiago
sou viciado em dolantina trab em um grande hospital, quando saio de casa juro que nao vou usar, quando chego lá nao me controlo, e eu nao fico bem após o uso, mas mesmo assim nao consigo parar parece que que algo que me controla, algo que nao sou eu quando percebo já articulei tudo p usar, preciso de ajuda, já perdi um emprego por isso. podem me ajudar, tem medicamento que possa me auxiliar? aguardo retorno. obrigado

SUGESTAO, essa droga deveria ser retirada do mercado, ela estraga a vida de muitas pessoas.
8 Seg, 06 de Abril de 2009 21:43
Leda Nóbile - UNIAD
Você tem razão, em primeiro lugar é importante a busca de um tratamento especializado para dependência de nicotina.
Parar de fumar não é fácil, devido a síndrome de abstinência e a fissura ( desejo incontrolável de usar a droga ), muitas vezes é necessário um trabalho multidisciplinar ( psicólogo, psiquiatra, nutricionista, fisioterapeuta, pneumologista), mas é necessário ser acompanhada para que as chances de sucesso sejam maiores.
Sugiro que procure um Caps ou instituições que tenham tratamento. Pois, cada caso é um caso e somente um profissional especializado poderá orientar.
Abaço
Leda Nóbile
UNIAD
7 Seg, 06 de Abril de 2009 13:20
jucy
Olá.!
Gostaria de parar de fumar.
mas ta dificil.
preciso de ajuda.
obrigada
6 Ter, 27 de Janeiro de 2009 14:15
Se Liga!

Lua e Sol, posso imaginar o quão difícil deva estar sendo enfrentar toda essa situação. Se você e sua namorada desejam ser atendidas por um serviço médico e/ou terapêutico de tratamento de dependentes, é necessário que haja um familiar responsável. Isso, porém, não quer dizer que o espaço de vocês não será respeitado, pois as informações que vocês compartilharem nas sessões de atendimento terão o sigilo garantido. Normalmente, os serviços de tratamento esclarecem aos pais ou responsáveis legais sobre alguns cuidados que devem ter em caso de intoxicação, síndrome de abstinência, riscos de suicídio etc. Muitas vezes, os familiares também são convidados a participar de programas de orientação familiar para que possam compreender melhor a questão da dependência e colaborar com o tratamento, além da oportunidade de compartilhar angústias diante de um assunto onde, muito provavelmente, lhes falta habilidade. Uma outra possibilidade, seria a participação nos grupos de A.A. (Alcoólicos Anônimos) ou N.A. (Narcóticos Anônimos), que vocês podem encontrar em diversas regiões do Brasil. Nesses programas não há médicos ou terapeutas responsáveis pelo tratamento. O principal serviço oferecido é a reunião em grupo. Cada grupo administra a si próprio, tendo como base princípios comuns à organização e a partilha de experiências pessoais. Se preferir, entre em contato com a UNIAD no telefone: 5575.1708 - (contato Edelaine, para a indicação de um profissional) Grande Abraço e Boa Sorte!
5 Qui, 22 de Janeiro de 2009 20:11
LUA E SOL
Tenho 17 anos e sou lésbica ou pelo menos acho que sou gay e tá muito difícil lidar com tudo isto na minha idade. Eu era completamente contra drogas e bebida de álcool, mas de um tempo pra cá eu tenho bebido muito porque minhas "novas amigas" bebem pra caramba !!! Acho que para pertencer a gente acaba indo no rolo....mas eu tô preocupada mesmo com minha namorada... ela tá usando tudo !!! Queria saber se existe como fazer tratamento para drogas sem chamar meus pais ou os pais dela pelo fato de sermos menor ??? não quero falar sobre minha opção ou oreintação... sei lá ... ainda pra eles !!! Tenho medo também de ser discriminada no tratamento . me ajudem !!!
4 Qua, 10 de Dezembro de 2008 09:05
Dr Sandro Mitsuhiro - UNIAD
Caro Eduardo,
O Viagra tem como efeito adverso mais importante o Infarto do Miocárdio devido ao seu efeito vasodilatador que é responsável por diminuir a perfusão de sangue no miocárdio (a circulação no músculo cardíaco fica comprometida, levando ao infarto). A cocaína tem um efeito vasoconstrictor, o que também diminui o aporte de sangue ao coração com a elevação da pressão arterial.
Não há estudos específicos das conseqüências do consumo das 2 substâncias, já que o uso da cocaína é ilegal. No entanto, do ponto de vista teórico, combinar essas 2 drogas é arriscado e pode trazer sérias conseqüências.
3 Seg, 08 de Dezembro de 2008 21:26
Eduardo ( 15 anos)
O que pode me causar se eu tomar Viagra e cheirar cocaína ?
2 Sáb, 08 de Novembro de 2008 19:10
Se Liga!




Oi, Lucas Claro que podemos responder:
1)As drogas ilegais (pela legislação brasileira) causam mais danos ao individuo que as drogas legais? Não existem drogas menos ou mais prejudiciais. Tanto as drogas legais (álcool e cigarro) quanto as ilegais (cocaína, maconha, LSD, entre outras) podem trazer sérios problemas. Por exemplo: o álcool é uma droga legalizada no Brasil e traz muitos prejuízos, provoca complicações físicas, psicológicas e sociais.
2) Existem fatores que favorecem a dependência das drogas? Cite se houver. Sim, existem fatores de risco para o uso de drogas e fatores de proteção ao não uso. Seguem alguns: Fatores de proteção Ambiente estável Alto grau de motivação Forte vínculo pais-criança e supervisão parental Ligação com instituições pró-sociais e associação com amigos não usuários Precoce detecção de alguns transtornos mentais reduz em 85% o envolvimento com drogas Religiosidade ou espiritualidade Envolvimento em atividades escolares e esportivas e bom desempenho acadêmico Fatores de risco Fatores psicológicos: abuso na infância, doenças psiquiátricas associadas, consumo como forma de resolução de conflitos, apreço pelos efeitos vivenciados. Fatores biológicos: predisposição genética (outros usuários ou dependentes na família), resistência aos efeitos das substâncias. Fatores sociais: Baixa escolaridade, exclusão social, família desestruturada, ambientes permissivos, estímulo ao consumo.
3) Como está o problema das drogas hoje no Brasil. Da parte médica o que poderia ser feito para maior conscientização. No Brasil, atualmente, as drogas mais utilizadas são as legalizadas ou permitidas – o álcool e o tabaco, também responsáveis pelos altos índices de mortalidade. A primeira coisa a se pensar são as políticas públicas direcionadas à questão das drogas, ou seja, mudanças com ações voltadas para o tratamento, prevenção e controle (polícia). Acredito em uma maior conscientização de toda população, maiores investimentos nessa área, maior responsabilidade social, treinamento de profissionais, maior disponibilidade de tratamentos médicos e psicológicos para os pacientes e serviços de apoio e orientação aos familiares.
4) Como deve ser feito o tratamento de um dependente ? O tratamento para dependência química é muito amplo e variado. Depende muito do caso e somente um profissional especializado poderá dizer. Temos tratamentos em ambulatórios, hospitais e comunidades terapêuticas, grupos de mútua-ajuda, entre outros. Não somente o dependente precisa de tratamento, mas toda sua rede familiar. Fortalecer e apoiar a sua família é fundamental. As diferenças individuais fazem com que alguns tratamentos sejam melhores para alguns e não muito efetivos para outros. Há muitas chances de escolhas e complementações importantes. Não existe cura para a dependência química, mas existe remissão de sintomas, com a abstinência. A dependência química é uma doença crônica e recorrente.
5) Na sua opinião, porque cada vez mais as pessoas tendem a entrar para o mundo das drogas? Muitos são os motivos que levam as pessoas a usarem drogas: o imediatismo (prazer imediato), curiosidade, auto-medicação, vulnerabilidades individuais, necessidade de pertencer a um grupo (sentimento de pertinência), entre outros. Cada indivíduo tem a sua busca, mas sempre deve se ter em mente os prejuízos dessa substância, o que muitas vezes não é tão divulgado. Ex: Há muitas propagandas para estimular o uso de cerveja, contudo o que é feito em termos de publicidade para mostrar os prejuízos causados ?
Leda Nobile - UNIAD

1 Ter, 04 de Novembro de 2008 23:02
Se Liga!

sou estudante do 2° ano de ensino medio, e to fazendo um trabalho sobre drogas, gostaria de alguma ajuda se possível. 1) as drogas ilegais (pela legislaçao brasileira) causam mais danos ao individuo que as drogas legais? 2) existem fatores que favorecem a dependencia das drogas? cite se houver. 3) como está o problema das drogas hoje no Brasil. Da parte médica o que poderia ser feito para maior conscientização. 4) como deve ser feito o tratamento de um dependentew 5) Na sua opiniao, porque cada vez mais as pessoas tendem a entrar para o mundo das drogas? Lucas - 16 anos

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