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Ola, sou usuario de maconha alguns anos, passei em um concurso publico, e agora tenho que fazer o toxicologio por fio de cabelo, estou sem usar ha 4 meses. Tenho alguma chance de me safar dessa? Ou nem faço o exame pq ja era? Obrigado, Eduardo
Caro Eduardo: Em média os exames toxicológicos de fio de cabelo têm poder de detecção de até 90 dias. Portanto, você parece estar fora da faixa de risco. Abaixo envio uma tabela com o período de detecção de outras substâncias psicoativasem outras vias de análise, pois esta sua pergunta aparece com muita frequência neste blog. Mas gostaria também de aproveitar a oportunidade e incentivar você a interromper o uso da canabis ( maconha) não somente porque passou no concurso público e teme ser rastreado em exames admissionais, mas sim porque esta é uma excelente janela de oportunidades na qual você está se abrindo para pesar os prejuízos desta substância e poder entrar em fase de manutenção , sem o uso dela. Quem sabe procurar um especialista e conversar sobre isto ?
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SUBSTÂNCIA
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URINA
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CABELO
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SANGUE
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Álcool
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3-5 dias
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Até 90 dias
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12 horas
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Anfetamina (exceto metanfetamina)
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1 a 3 dias
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Até 90 dias
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12 horas
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Metanfetamina
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3 a 5 dias
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Até 90 dias
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1 a 3 dias
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MDMA (Ecstasy)
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4 dias
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Até 90 dias
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25 horas
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Barbitúricos (exceto Fenobarbital)
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2 a 3 dias
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Até 90 dias
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1 a 2 dias
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Fenobarbital
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2 a 3 semanas
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Até 90 dias
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4 a 7 dias
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Benzodiazepínicos
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Uso terapêutico: 3 dias.
Uso crônico (mais de 1 ano):4 a 6 semanas
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Até 90 dias
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6 a 48 horas
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Cannabis
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Uso diário: 7 a 30 dias
Uso em um episódio: 1 a 6 dias
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Até 90 dias
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Até 2 semanas com uso freqüente
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Cocaína
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2 a 4 dias
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Até 90 dias
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24 horas
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Codeína
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1 dia
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Até 90 dias
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12 horas
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Cotinina
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2 a 4 dias
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Até 90 dias
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2 a 4 dias
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Morfina
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2 dias
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Até 90 dias
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6 horas
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Heroína
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3 a 4 dias
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Até 90 dias
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6 horas
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LSD
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24 a 72 horas
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Até 3 dias
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3 horas
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Metadona
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3 dias
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Até 90 dias
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24 horas
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Atenciosamente Boa Sorte Alessandra Diehl (UNIAD)
Caro Helio, Grato pelo seu e-mail solicitando informações sobre o tempo de uma internação para um dependente químico. A resposta é complexa, mas a tendência mundial é que a pessoa fique internada o menor tempo possível. A internação deveria servir para que a pessoa se estabilize e que em seguida dê continuidade ao tratamento de uma forma ambulatorial, fazendo o que chamamos de reabilitação psicossocial. Veja no nosso site WWW.uniad.org.br o nosso núcleo ALAMEDAS como um exemplo desse tipo de abordagem. Essa reabilitação é complexa e necessita de várias abordagens, como terapia psicológica e uma imersão em grupos de ajuda-mútua como NA e AA. O problema com as internações prolongadas em comunidades terapêuticas é que muitas vezes querem fazer toda a reabilitação com a pessoa internada. Isso não tem evidências científicas de que seja útil para a grande maioria dos pacientes. Esses programas acabam utilizando um modelo que teoricamente serviria para todos os pacientes. A tendência mundial é que seja feito um gerenciamento de caso, ou seja, cada caso deveria ter um programa específica, com reavaliações constantes para ver a melhor intervenção para aquela pessoa. Espero que essas informações sejam úteis. Abraços Ronaldo Laranjeira
Boa noite, Meu nome é Maria Cláudia e estou entrando em contato pois preciso da ajuda do Dr. Ronaldo Laranjeira para tomar a decisão de internação involuntária de meu irmão que é usuário de crack. Meu irmão tem 45 anos, é inteligente, instruído,tem excelente fomação, é dentista e um profissinal brilhante. Acredito que seja usuário de crack a pelo menos 5 anos. Há 4 anos descobrimos este problema e já tentamos, de várias maneiras, a ajudá-lo a se libertar deste vício. Ele nega o uso, está destruindo sua vida, carreira e tudo mais. Parece estar vivendo em um mundo a parte. Mente demais e não quer ajuda por afirmar que não tem nenhum problema. Ele nunca foi internado pois fomos instruídos por alguns profissionais que a internação involuntária não ajuda a resolver o problema. O que nos parece é que estamos deixando que ele morra lentamente sem ajudarmos. A semana passada fomos informados de uma clínica que faz internações involuntárias. Estou escrevendo pois a pessoa da clínica que me atendeu no telefone me deu o nome do Dr. Ronaldo Laranjeira como referência. Como já li muito sobre o trabalho do senhor, resolvi pedir ajuda nesta decisão tão difícil e dolorosa. Gostaria de saber se tem boas referências do trabalho deste grupo ou se poderia me ajudar indicando outro lugar. A internação involuntária é uma decisão sábia de nossa parte? Existe outro tipo de tratamento? Devemos deixar que eles nos peça ajuda? (isto me parece muito difícil). Agradeço antecipadamente a ajuda. Espero uma resposta, se possível, em breve. Um abraço, Maria Cláudia
Cara Maria Claudia, Grato pela confiança e pelo e-mail. Não conheço o trabalho dessa clínica e, portanto não posso recomendá-la. Estão usando o meu nome indevidamente. A melhor forma de proceder é que a família converse com um profissional competente e façam uma avaliação do caso do seu irmão. Se optarem pela internação involuntária, eu recomendo a clínica Bairral, no setor Mirante, fone 019-3863 9414. Eu pessoalmente faço supervisão dessa clínica e tenho a melhor opinião deles. Dependendo de onde vc mora posso indicar um profissional. Abraços e boa sorte Ronaldo Laranjeira
Eu fumo essa parada de zirrê, cada dia eu fumo mais, eu quero sair dela, mas ela não quer sai de mim. Isso foi uma desgraça que chegou para acabar com um montão…. Muitos amigos meus estão por ai… todos perdidos por essa maldição do zirrê, muitos hoje já não ligam mais, nem para aparência, andando todos largados para cima e para baixo, igual malucos se escondendo das pessoas; ficam oprimidos com desgosto de si próprios. Para que quero viver nesse mundo de drogas, não ganho nada com isso! A partir de hoje, luto para não fumar mais essa droga (zirrê) eu e meus amigos. JAJA-MCB
Caro JAJA-MCB - Tanto a maconha quanto o crack que são as substâncias presentes nesta combinação de drogas, produzem dependência, que é uma situação que você retrata no seu texto (quero sair dela, mas ela não quer sair de mim), gerando tolerância (cada dia eu fumo mais). Um aspecto importante, dentro de toda esta dificuldade que você nos aponta é o fato de você ter escrito sobre sua condição, evidenciando os prejuízos do uso. Este é um aspecto importante para o início de uma mudança de comportamento (de fumar para não fumar). É importante que você procure algum tipo de ajuda (profissional, um grupo de auto-ajuda) para conseguir orientação de como construir estratégias para enfrentar as situações que normalmente fazem com que você use esta substância. Quanto mais internamente organizado você estiver, maior as chances de você conseguir parar o uso. Ficamos a sua disposição para esclarecer suas dúvidas. Neide Zanelatto - UNIAD
Sou viciada em Dolantina Presciso de ajuda não sei onde começar, tenho mais de 40 anos e estou viciada em dolantina, tenho filhos e ninguém da minha família imagina.Trabalho em um hospital de grande porte,enfim presciso de ajuda. Estou com vontade de acabar com minha vida mas não tenho coragem quero lutar e tentar passsar por isso.
Cara, você já deu um passo importante em reconhecer que está com esse problema. Há muitas pessoas da área médica/ saúde que têm implicações com Dependência Química, tanto que nós da Uniad dispomos de um serviço de apoio médico que tem auxliado pessoas como você quer preservar a identidade. Ligue para nosso serviço, compreendemos como você se sente e poderemos lhe ajudar. A secretária é Edelaine: 5575-1708. Conte conosco.
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Cara Luciane:
Não há, ainda, dados na literatura médica indicando reações adversas com o uso prolongado do Dramin. Entretanto deve ser investigada a causa de sua dificuldade para dormir, pois pode ter várias causas, entre elas depressão ou transtorno de ansiedade.
Equipe Alamedas
Prezada Laura:
A Dolantina é uma medicação controlada com risco de dependência e alto potencial de abuso que infelizmente tem sido usada de maneira inadequada por várias pessoas, por isto os hospitais têm este cuidado. O que não é o seu caso, pois como você mesmo disse você tem uma lesão medular que lhe provoca dor, por isto acaba pedindo ajuda. Como você faz tratamento na AACD, sugiro que você converse com o seu médico e combine algum local de referência, onde as pessoas lhe conheçam, em que você possa cuidar de sua dor, mesmo a noite e nos finais de semana para não passar este constrangimento.
Equipe Alamedas
Cara Selma, de acordo com seu relato há resistência por parte do seu irmão para aceitar tratamento para a dependência química. Dessa forma, um caminho é procurar atendimento para familiares de dependentes químicos em CAPS (centro de atenção psicossocial) de sua região com o objetivo de buscar informações sobre como lidar com a dependência química e orientações a respeito da possibilidade de internação involuntária e dos locais disponíveis. No tratamento da Dependência Química, tal como do de outras doenças que não têm cura, pode haver recaídas durante ou após episódios de tratamento bem sucedidos. O dependente químico precisa de apoio no enfrentamento dessa doença crônica e felizmente você mostra-se empenhada em ajudar seu irmão.
No site do Ministério da Saúde você encontra informações sobre os caps. Segue o link http://www.Saude.gov.br/saude_mental/caps/SP.asp.
Tel: DISQUE SAÚDE 0800 61 1997
Att. EQUIPE ALAMEDAS
A dependência de opióides, no caso a Dolantina, é uma dependência grave e que deve ter acompanhamento rigoroso. Quanto ao retorno ao trabalho, somente seu médico em acordo com o seu chefe no trabalho, devem definir isto, pois caso você retorne ao trabalho, terá restrições, não podendo trabalhar em setores onde há opióides e em muitos casos fazer o uso da medicação monitorada no trabalho.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Grato
Caro Bruno:
Como a dolantina é uma medicação que pode provocar dependência e tem que ser supervisionada por um especialista em dor crônica, o médico vai definir a quantidade de dolantina a ser tomada ou outro tipo de medicação a ser utilizada.A questão da dependência neste caso deve ser definida pelo custo benefício, ou seja, se vale a pena sua mãe usar a dolantina e ter uma boa qualidade de vida, neste caso a questão da dependência pode se tornar questionável, pois esta pode ser uma medicação que seja essencial para ela realizar suas atividades cotidianas.Se o especialista tiver outras alternativas de diminuir a dor sem o uso da dolantina, elas devem ser avaliadas.
Equipe UNIAD
Falei com ele e ele chorou muito dizendo que foi um erro e pediu desculpas, mas estou muito preocupado, pois este é o ultimo ano dele nesta escola.
O que devo fazer? leva-lo a qual médico ? eu gostaria de saber o grau do problema e tirar a duvida se é somenta maconha.
Ele concordou em fazer os exames, mas ainda estou perdido.
Não posso contar a minha esposa, ela não iria suportar tal baque.
O que eu faço?
Caro Carlos,
Você deve procurar um psiquiatra especialista em dependência química para avaliar a situação de forma mais objetiva e traçar um plano que o conduza ao tratamento.
Em nosso site você encontra opções de tratamento que contam com esses profissionais: http://uniad.org.br/images/stories/onde_procurar_ajuda.pdf
Abraço,
EQUIPE UNIAD
Caro Uilton:
É necessário que sua esposa passe por uma avaliação. O nosso e-mail é Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Equipe UNIAD
Após assistir a palestra do Dr. Ronaldo Laranjeira me senti muito aliviada em saber que há um profissional da área que não aceita a redução de danos como opção de tratamento em dependentes quimicos. Meu filho fez uso de cocaina,e como todo DQ, dificilmemte diz a verdade por qto tempo faz uso, o que usa ou usou.Recentemente admitiu ter usado 4 dias na semana, trocando o dia pela noite. Atualmente parou de estudar e aparentemente está bem, pq diz que não está usando mais, nega que é dependente, que não está no fundo do poço... mas está com a vida parada. Não estuda, não trabalha, acorda tarde e só fica no computador.Continua mantendo contato com os companheiros dependentes, no entanto não aceita tratamento medico, nem aceita acompanhamento psicológo. Fica irritado qdo toco no assunto e diz que vai embora pq não aguenta mais a pressão. Comecei a participar do grupo AE e tem me ajudado muito, mas sinto necessidade de respostas mais rápidas em como agir com o meu filho. Esperar que tome a iniciativa de procurar um tratamento, não acredito. Isto me deixa muito aflita, pois sinto que tenho que fazer algo por ele e não sei como abordar, pois qdo ofereço um acompanhamento médico se irrita e diz que não vai. Sei que é uma doença cronica, cerebral e recidivante mas se nega a ceitar. Ele tem 22 anos, com a vida toda pela frente,e quer estudar fora do nosso município. Não sinto segura em deixar estudar fora, pois sei que pode ocorrer as recaidas e não quero ver meu filho no fundo do poço pra depois poder ajudá-lo.
Pelas histórias que tenho ouvido, meu filho ainda está bem,embora tenha emagrecido bastante, com aspecto esquisito mas hoje está forte se alimentando bem. O que fazer nesta situação? Acho que ele precisa de um tratamento urgente, mas não aceita que é uma patologia cronica e degenerante e recusa qlquer tratamento. Não quero ver meu filho no fundo do poço, estou muito aflita, angustiada,vendo os dias passando e não poder fazer nada. Até qdo ele vai ficar assim? Sei que é dificil para eles admitirem que precisam de tratamento, por isso a minha angustia.E vendo as histórias de outros dependentes, me deixa ainda mais angustiada. O senhor poderia me sugerir que conduta tomar para ele aceitar um tratamento? Como devo aborda-lo? Por favor, aguardo retorno com certa urgencia, se possível.
Cara Maria Ceci
O que relata sobre a situação em que se encontra seu filho é um dos muitos problemas das famílias com dependente químico entre seus membros. Conduzi-lo a um tratamento , em muitos casos pode ser um processo que vai exigir da família uma mudança de postura diante do problema. A conduta que indicamos segue o que NIDA (National Institute on Drug Abuse) recomenda:
1). Frequentemente, os pais na tentativa de proteger seus filhos, tiram-os de confusões, acobertam alguns comportamentos, resultantes do uso de drogas. É aconselhável interromper as “operações resgate” dando-lhes a oportunidade para que o filho viva e experimente integralmente as consequências prejudiciais e danosas do seu comportamento para sua vida. Esta postura da família possibilita o filho dependente, refletir e pensar em motivos para mudar seu comportamento. 2). Esteja preparada para conversar depois da ocorrência de algum fato, problema ou briga relacionado ao efeito de álcool ou drogas. O momento certo é quando o efeito da droga já tenha passado e que todos estejam calmos e que haja privacidade para a conversa. 3). Dizer claramente ao seu filho sobre seus sentimentos, que está preocupada com o uso de drogas e deseja ajudá-lo a buscar um tratamento especializado. Dê exemplos de situações em que o uso de drogas tenha causado problemas à ele, à você, e à família, incluindo o episódio mais recente, ou o abandono dos estudos, o estado físico, um estado emocional negativo e de isolamento ao ficar no computador, como você menciona. 4). Tome algumas medidas; explique para o seu filho que até que ele aceite um tratamento especializado você ira tomar algumas atitudes, não para puni-lo, mas para se proteger, (são medidas que você precisa refletir sobre sua situação e o comportamento do seu filho, por exemplo : impor limites dentro de casa, horários, tarefas, dinheiro, cartão, carro e monitoramento). É preciso atenção: não faça ameaças que não possa cumprir, liste medidas que realmente tem condições de cumprir e praticar. Mas esteja preparada para fazê-lo. Muitas vezes o filho necessita de limites claros, transparentes e a segurança dos pais que cumprem para protegê-los. 5). E esteja em prontidão para ajudá-lo quando ele solicitar. Antecipadamente procure se informar sobre possíveis locais de tratamento especializado, e se o filho aceitar conversar com alguém, telefone imediatamente para marcar horário e ofereça-se para acompanhá-lo na visita. 6). A familia poderá dar o primeiro passo, buscando ajuda especializada. A família se torna, um exemplo para o filho e além disso, o que é mais importante: demonstra e assume que está disposta a participar ativamente do processo de tratamento, o problema não é só do filho dependente, mas de toda família. Todo tratamento da dependência química exige uma mudança no comportamento não só do paciente, mas de todos da família. Continue frequentando o Grupo de Ajuda. Boa Sorte, Equipe Uniad.
IA OA HOSPITAL E SO O Q PASSAVA A DOR ERA A DOLANTINA , ACABEI ME VICIANDO , MINHA MÃE ME INTENOU E EU FUGI DO HOSPITAL POIS ALI Ñ ERA MEU LUGAR.
PAREI , A 20 DIAS ATRAZ TIVE UMA RECAIDA RODEI TODOS OS HOSPITAIS DAS CIDADES PROXIMAS PARA TOMAR
, MAIS DEREPENTE COLOQUEI NA CABEÇA Q AQUILO ESTAVA ACABANDO COMIGO,E Ñ TENHO MAIS VONTADE SO Q FICA O ARREPENDIMENTO NO PSICOLOGICO O Q FAÇO?
NÃO TOMO A 2 DIAS E Ñ SINTO FALTA..
Cara Dadinha:
Que bom que você está despertando para a necessidade de tratamento. Sugerimos que você passe por um psiquiatra ou procure um CAPSad de sua cidade para orientação e tratamento.
Equipe UNIAD
Prezada Ana Clara:
O seu namorado necessita de uma avaliação psiquiátrica para iniciar um tratamento para a dependência de Dolantina. Esta é uma dependência que necessita de um atendimento multidisciplinar (psiquiatra, psicólogo, terapeuta ocupacional, atendimento familiar etc), inclusive para ser trabalhado também a questão sexual .O que pode lhe ajudar é procurar um CAPS ad próximo da residência dele para maiores orientações.
Boa sorte
Sou ex companheira de um rapaz de 26 anos, que sempre gostou de sexo. Quando o conheci, tinha mais de 300 filmes pornôs. Ver fimes tudo bem... mas a quantidade,Isso eu não achei normal. Para alguém da sua idade, com independência finaceira, apt própio, carro 0, muitas noites em festas etc. Comecei a ir em festas com ele, na verdade já conhecia esse tipo de lugar, onde usa-se muitas drogas. Inicialmente ecstasy. E depois ele descobriu a cocaína. Acho que alguém disse a ele, que se ele pegasse uma garota e levasse p quarto, usando pó, a transa ia ficar mais interessante. Cheguei a fazer isso com ele algumas veses, p ele não se sentir isolado! Ficava confusa. Realmente, n é a minha. Ficar HORASSSS numa posição desagradável, vendo filmes q não queriam me dizer nada! Ele não parou de fazer isso. e faz até hj.
Isso tem uns 3 anos já. Pra falar a verdade, até HIV nós temos. Descobri, depois de um ano de namoro com ele. E tenho certeza de quem foi ele q me passou. Mas aceito isso, pois foi irresponsabilidade minha tmbm, e não o culpo. Namorei 2 anos com ele. Consigo vivier normalmente. Meu cd4 é muito bom. O contrário dele. que da última vez deu 250, e já devia ter começado com os antiretrovirais. Só q ele nem consegue ficar limpo p fazer os exames. Fica na ilusão de q vai parar de se drogar p fazer o tratamento. Mas na verdade, tem medo das reações dos medicamentos, junto da droga.
O fato é que ele está muito viciado em cocaína. Usa quase que diariamente. E eu sei, que um dos motivos para tal, é a compulsão por sexo. Resolvemos mudar de Estado para ver se as amizades eram outras, mas mesmo numa cidade onde pensáva-mos q isso não chegaria, lá estava ela: A DROGA! Até me trair com prostituta, quando brigava-mos e levar elas p motel p cheirar, ele fez. Muitas veses. (E agora separados... Muitíssimos mais veses. Ele está ocioso, e n faz nada o dia inteiro. Tem mais de um ano q nos mudamos, uns 7 separados e eu já trabalho, e tenho uma vida saudável, e ele não faz NADA! Não trabalha, pois tem uma loja q ainda restou) Não ia me buscar mais na faculdade, não me respeitava. Eu chegava na nossa casa, ele estava cheirando. Quando dizia q ia na padaria, n voltava mais. Voltava mais tarde, depois começou a voltar no dia seguinte. Até q eu o deixei. Me arrependo amargamente de ter feito isso. Por q ai sim ele ficou sem rumo.
Tentei voltar... mas, não deu certo. Ele não quis. Nosso relacionamento sexual nem estava bom, justamente por q eu estava sendo trocada por filmes pornos... E isso p ele importava muito.ME AMAVA, POR QUE ERA SEMPRE EU QUE CUIDAVA DE SUAS RECAÍDAS, MAS, ACHO Q INCONSCIENTEMENTE, PENSAVA NA QUANTIDADE DE MULHERES Q PODERIA SE RELACIONAR, SE NÃO ESTIVESSE COMIGO. Ele sempre traiu todas as namoradas, e nunca tinha morado com niguém antes. se sentia preso, mas ao mesmo tempo queria alguém. Tem pavor a solidão. O histórico dele, era transar com todas e sempre sem camisinha. Mas descobri isso muito tarde. Ele estava preferindo isso do q eu. Acho q ainda prefere. Na verdade, acho q prefere qualquer coisa. Ele sai com qualquer uma. E vê sexo em tudo.
De fato. quero saber, como posso ajudá-lo num tratamento de compulsão sexual e de cocaína?
Marquei um psiquiatra p ele na segunda feira. Mas não conheço a profissional. Conheço pouco dessa área aqui em FORTALEZA, q é onde ele mora, e eu tmbm. Só q agora separados. Ele não trabalha, está vivendo da renda da loja q ainda tem. Não sei por quanto tempo. Já vendeu as outras e gasta o dinheiro todo q ganha. Capotou o carro zero q tinha comprado a 7 meses, por q estava voltando de uma festa e tomou LSD. Esse menino não sabe o significado da palavra LIMITE. Mas quer sair dessa. Me pede toda hora. Quero ajudá-lo, mas peço orientação.
Olá.
Sugiro que procure um especialista para dar a orientação necessária. Você está dizendo que marcou o psiquiatra e isto é um ótimo passo. O importante é não deixar de ir à consulta. Certamente você receberá instruções de como agir.
Receber avaliação Psiquiátrica e uma orientação Psicológica é de extrema importância.
Ás vezes encontramos um pouco de dificuldades mas o importante é não desistirmos.
Boa sorte e obrigada pelo e-mail.
Equipe Uniad
Olá Valéria,
Anfetamina e Buscopan podem apresentar interações medicamentosas.
Portanto, quando necessário o uso concomitante, esses medicamentos devem ser utilizados com cautela e, preferencialmente, sob supervisão médica.
Atenciosamente,
dr Sandro Mitsuhiro UNIAD/INPAD
QUERO AJUDAR MEU AMIGO QUE É VICIADO EM DOLANTINA E REMEDIOS PARA DORMIR.ELE ESTA EM UMA SITUAÇÃO CRITICA, EU NÃO SEI COMO POSSO AJUDA-LO.
MORO EM SALVADOR BAHIA.
ONDE POSSO PROCURAR AJUDA?
O tratamento da dependência em dolantina é bastante complexo.
Necessita muitas vezes de ambiente hospitalar, tendo em vista o grave quadro de abstinência que ela gera.
Não conheço a rede de atendimento de Salvador. Procure uma unidade psiquiátrica da cidade para se informar.
Atenciosamente,
DR Sandro Mitsuhiro
Prezada Sofia,
Acho muito difícil que ele consiga sozinho se recuperar. Os sintomas da síndrome de abstinencia pela dolantina são extremamente graves.
Portanto, além da abordagem psicoterápica, é fundamental que ele passe por esse período internado preferencialmente em um serviço de psiquiatria dentro de um hospital geral para que as graves intercorrências clínicas possam ser resolvidas.
Essa intervenção deve acontecer rápido. A cada uso, ele se coloca numa situação de risco à própria vida.
Atenciosmente,
Sandro Mitsuhiro
obrigada
Cara Carla:
Você deve conversar com o seu médico sobre estes sintomas. A retirada do Rivotril deve ser feita sob supervisão médica. O seu médico é que vai avaliar a quantidade e o ritmo de retirada da medicação, além de indicar a medicação mais adequada para o seu problema. Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Obrigada pela ajuda que consegui, através dessas orientações
Cara Lucia,
Agradecemos seu e-mail. Ficamos contentes com o aproveitamento das informações contidas em nosso site.
Quanto à internação, a mesma é indicada para que o paciente se estabilize e o tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz.
O ideal é procurar um especialista para avaliar a situação e, se necessário, indicar a internação. Em nosso site, no link “onde procurar ajuda” você encontra algumas opções de tratamento.
Abraço,
Vivian Miucha - UNIAD - Alamedas
Seguindo o site da Uniad através das doutrinas e palestras diponibilizadas virtualmente, tomo a liberdade de elaborar o presente comentário solicitando inferências, pois creio que a causa que versa sobre as drogas é um problema de todos nós, e por isso se da minha cediça vênia.
Bueno, a fim de concluir curso em bacharelado em Direito, projetei um trabalho monográfico sobre o papel do município enquanto integrante do SUS na efetivação de medidas de PREVENÇÃO ao uso de drogas.
Essa delimitação em detrimento de outras tantas possíveis, quiçá
permitirá evidenciar o elo entre a função social do município e o direito a saúde de seus munícipes, o que produz reflexos práticos se pensarmos que em conseqüência, teremos como fomento políticas setorias de prevenção ao uso de drogas, como por exemplo modelos de fiscalização e produores de saúde.
Meus objetivos específicos delimitados até o momento eram - Identificar a função social do Município. - Analisar o direito à saúde e a descentralização das ações. - Assinalar as estratégias do SUS que promovem ações preventivas no contexto da drogadição. - Examinar o alcance e o objetivo de tais estratégias afetas à municipalização.
Ocorre que venho me deparando com um possível equívoco de delimitação de meu trabalho, haja vista as ações escassas provenientes do Ministério da Saúde.
Contudo, acredito que a linha que tomo abarcando a municipalização é um bom caminho.
Ora, frente a complexidade do assunto, principalmente quando trata-se de enfatizar as estruturas, os procedimentos e os instrumentos dados ao município para responder às necessidades sociais em saúde, ademais por ser tema ainda pouco dissecado pela doutrina, venho encontrando certa dificuldade em me apoiar à algo, e por isso se da o presente contato.
Contudo, creio ser oportuno o presente, ensejando ampliar o debate no modo de refletir e de operar às políticas desenvolvidas no sistema de saúde brasileiro, afim de expor qual a importância e de que maneira é possivel trabalhar em âmbito municipal para DIMINUIR A PROBALIDADE da população vir a usar drogas, principalmente crianças e jovens. Nesse sentido, é que mereceu destaque meu sobre a inovação das políticas voltadas para a prevenção, no sentido de não trabalhar só com a dependência instalada.
Assim, conforme exposto acima, oportunizo desde já meu agradecimento pela atenção dispendida, agradeço também os ensinamentos diponibilizados sempre de forma catedrática, metódica, pragmática, atualizada e preocupada com as verdadeiras causas sociais, e de qualquer sorte, ensejo, quiçá, um breve contato, uma indicação ou alguma doutrina pertinente.
Atenciosamente
Luciano
Acadêmico de Direito
Caríssimo Luciano,
É com grande honra que recebemos tão nobre comentário em nosso Blog.
Esperamos que você alcance o sucesso merecido em sua carreira para que nos auxilie nessa batalha árdua.
Grande Abraço
de Toda Equipe UNIAD
Caro Jeison:
É pouco provável que o teste realizado mostre-se positivo se você usou ‘mesclado’ há mais de um ano, uma vez que o tempo máximo de eliminação destas substâncias é bem inferior a um ano.
Atenciosamente
Alessandra Diehl
psiquiatra UNIAD SBC
Prezada Mariana
Você precisa convencê-lo a procurar a REDE DE APOIO AO MEDICO DEPENDENTE QUIMICO. Este é um serviço do CREMESP que não tem caráter punitivo, é sigiloso e irá direcionar seu marido para o tipo de tratamento mais apropriado para ele. A Rede de Apoio aos Médicos é constituída de profissionais alocados nas diferentes regiões do Estado de São Paulo. Os profissionais selecionados possuem treinamento em Dependência Química. Os procedimentos a serem realizados e medidas a serem tomadas quando da detecção de médico dependente químico são discutidos, conforme a demanda, junto à Consultoria Jurídica do CREMESP. É missão da Rede de Apoio: - Facilitar o acesso ao tratamento aos médicos com problemas relacionados a substâncias psicoativas; - Supervisionar o atendimento dado à clientela, sendo que, periodicamente, todos os pacientes recebem uma chamada telefônica para acompanhamento do tratamento; - Oferecer suporte e orientações aos familiares e amigos dos médicos. Telefone para Contato (Hotline): (0xx11) 9616-8926,E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Boa Sorte
Atenciosamente
Alessandra Diehl
Psiquiatra- UNIAD SBC
Agradeço a resposta. Gabriela - 34 anos
Cara Gabriela
Sua pergunta me deixou profundamente preocupado! Voce está preocupada com o dorflex e não com a cocaína ?
Qualquer medicação pode trazer malefícios e por isso os medicamentos vem com bulas que alertam sobre os efeitos colaterais. Devemos usar remédios para tratar ou amenizar alguma patologia.
Qual o problema a ser medicado aqui ?
Seu desconforto após o uso de cocaína ou este próprio consumo de uma substancia que pode lhe causar um sem número de prejuízos ?
O traficante vende a droga.
O especialista (aqui no caso um médico) lhe libera o remédio
Se algo sair errado quem voce responsabilizará ?
Quer um conselho ?
Não procure medicar o desconforto do consumo de cocaína. Tente tratar o desconforto que voce sente e que é amenizado pela propria droga
Boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Psiquiatra UNIAD-SBC
Prezada Mariana,
Nesse caso, não importa tanto a classificação de dependência ou não (aliás, faltam elementos para fazer essa classificação). O que importa é que ele vem mantendo um comportamento de quebra de regras e da lei (uso sem prescrição) e, principalmente, ele tem se colocado em situação de enorme risco à saúde injetando grandes quantidades da medicação em pouco tempo (5 ampolas em 24h). Esse uso abusivo pode levar a sérias consequencias (além da dependência em si), como uma parada respiratória, por exemplo.
Equipe UNIAD
por volta das 19:45 eu já naum aguentava mais a dor,me deram outra injeção de buscopan so q dessa vez buscopan composto e sou alergica á dipirona,por volta das 21:15 estava com muita náusea e vomito e acabei desmaiando,logo me deram uma injeção de corticóide e mellhorei,fiz 5 litros de soro. E gostaria de saber se o médico procedeu corretamente?
Não descobrimos a real causa das dores!!
Obrigada.
Prezada Tauana, As medicações que você recebeu são sintomáticas, dirigidas portanto aos sintomas sobre os quais você se queixava. Boa parte dos quadros gastrintestinais se devem a processos infecciosos virais inespecíficos, cujo diagnóstico é eminentemente clínico. O uso de Dolantina como sintomático, circunstancial e por prescrição médica é perfeitamente aceitável.
Equipe UNIAD
Prezado Fabiano,
A dependência de Dolantina tem todas as características de qualquer outra dependência. É fundamental que ela procure ajuda especializada (especialista em dependência química), incluindo a ajuda médica (psiquiatria) devido aos intensos sintomas físicos que a abstinência por Dolantina provoca. Essa avaliação irá determinar se é necessário internar-se para o tratamento ou não.
Atenciosamente,
Dr Sandro Mitsuhiro - Médico Psiquiatra UNIAD/INPAD
Cara Rita de Cassia,
Uma das grandes dificuldades em se parar o uso da maconha, está relacionada com o fato de que esta substância causa perdas, ao menos no início do uso, muito sutis, e também existe uma crença de que o uso da maconha não faz mal, não gera dependência, etc..., facilitando o início e a manutenção do uso. Hoje sabemos que o uso desta substância, está relacionado com danos maiores, mas o usuário, justamente para poder manter o uso sem maiores conflitos, não enxerga quais os problemas causados pelo uso da substância. Acredito que duas condutas sejam importantes: 1) os pais devem ter uma posição clara, com relação ao uso da substância: se não estão de acordo, isto deve ficar sempre claro e o comportamento ter constância. Portanto, ele sabe que você não aprova o uso, não permite o uso em casa, e sempre que encontrar a substância jogará fora, pois, caso contrário sua posição em relação a que ele use ou não use fica dúbia. 2) sempre evidenciar as perdas relacionadas ao uso (dificuldades acadêmicas, falta de motivação para cumprir os compromissos, dificuldades de atenção e concentração), pois desta forma facilitamos com que o usuário veja as desvantagens do uso facilitando a muidança. Lembre-se só mudamos um comportamento, quando as desvantagens de mantê-lo são maiores do que as vantagens. Em qualquer momento que seu filho, concorde com você em relação a alguma dificuldade apontada, ofereça a ajuda de um profissional. Mesmo que ele não aceite, num primeiro momento, mantenha sua posição. Ficamos à sua disposição.
Abraço, Neide Zanelatto.
que esse vicio está acabando com ele,sem contar q o envolvimento com mulheres tem gerado muitas ameaças ,gostaria de saber o que posso fazer,se a internação involuntária é valida nesse caso.
Obrigada
Cara Franzi:
Que bom poder ter a oportunidade de responder esta sua pergunta. Uma vez que a compulsão sexual é uma doença semelhante à adicção só que muito menos sub-diagnósticada. Acredita-se que a "compulsão sexual", ou a também chamada "dependência de sexo" ou ainda "comportamento sexual compulsivo" afete cerca de 5 a 6% da população norte americana, sendo que não temos dados brasileiros. Embora esta categoria pareça ainda ser ainda incerta, acredita-se que os comportamentos sexuais compulsivo-impulsivos incluam atos sexuais repetitivos e pensamentos sexuais compulsivos que de tão freqüentemente que acontecem e com tal intensidade acabam por interferir com a intimidade interpessoal e sexual bem como o funcionamento profissional. O que a princípio era para ser prazeroso e divertido acaba por trazer muito sofrimento, vergonha e exposição ( ex; HIV, DST, atentando ao pudor) para o indivíduo. Desconheço a possibilidade de internação involuntária para estes casos, uma vez que não na maioria das vezes esta doença não envolve sintomas psicóticos ou riscos imediatos para si ou para terceiros. Nossa sugestão é levá-lo aos Dependentes de Amor e Sexo (DASA) que é baseado no modelo 12 passos, assim como a uma consulta médica com especialistas na aérea. O PROAD na UNIFESP tem esse tipo de prestação de serviço de forma gratuita.
Informe-se.
Atenciosamente
Alessandra Diehl (UNIAD)
Mayara:
É pouco provável que o uso de cocaína de forma episódica como você descreve afete seu rendimento intelectual. Entretanto o uso crônico desta , associado a depressão crônica tratada de forma não adequada ( Ex: dose incorreta, tempo insuficiente de uso do antidepressivo, uso irregular de antidepressivo, ect ) podem corroborar para baixa no rendimento intelectual de um indivíduo.
Converse com seu médico sobre estas suas dúvidas, ele poderá fornecer maiores informações sobre sua evolução.
Att
Alessandra Diehl (UNIAD)
Por favor, preciso saber indicacao das melhores clinicas par tratamento de alcoolistas, com regulamentacao em dia, para internacao involuntaria de meu pai.
Aguardo uma luz.
Obrigada
Cara Veridiana,
A melhor forma de proceder é que sua família converse com um profissional competente e façam uma avaliação do caso do seu pai. Se optarem pela internação involuntária, recomendamos a clínica Bairral, no setor Mirante, fone 019-3863 9414. O Dr Ronaldo Laranjeira, pessoalmente faz supervisão dessa clínica e tem a melhor opinião deles.
Dependendo de onde vc mora podemos indicar um profissional.
Abraços e boa sorte
Equipe UNIAD
Caro Fábio:
Para muitas pessoas que consomem cocaína o álcool sé sempre um gatilho. Isto significa dizer que antes de cheirar a pessoa necessariamente experimentou alguma quantidade de bebida álcoolica. Se este for o seu caso, então é bastante recoemdável que você não faça uso de nehuma bebida de álcool por muito tempo. Existem alguns pacientes que frequentam o NA que costumam comentar que "a cerveja faz mal para o meu nariz".... Então ... acho bom evitar !
Esper ter contribuído
Alessandra Diehl (UNIAD)
Cara Edina:
O que você tem que fazer é marcar uma consulta médica.É importante saber em primeiro lugar para que finalidade este medicamento foi orientado? Qual é a patologia de base ? Se for Sindrome do pânico por exemplo, este sintomas que você descreveu podem fazer parte da própria síndrome. O colega médico irá avaliar a necessidade da associação ou não de um antidepressivo Inibidor da recaptação da serotonina (IRSS) ou a suspensão ou aumentodo dose do Rivotril. Nunca faça automedicação, ela pode ser perigosa !
Att
Dra. Alessandra Diehl (UNIAD)
Cara Allana, seguem alguns endereços para que possa buscar informações sobre especialistas dos quais você necessita, para tratamento.
Conen : Conselho Estadual de Entorpecentes- Quarta Avenida, 400 -terreo
fone: (71) 3115-4330 ou 4174 obs: particular
Clínica: Sociedade Médica Para Promoção da Saúde Integral
Endereço: Rua Acari, 10 - Loteamento Jardim Piatã
Bairro:Itapuã
Fone:(71) 3375-4129- particular
Clinica: Caps- Centro de Atenção Psicossocial
Rua: Tomaz Gonzaga, 123
Bairro: Pernambúes- fone: (71) 3116-699- pública
Clínica: CETAD- Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas
Endereço: Rua Pedro Lessa, 123- Bairro Canela-fone: (71)3336-1447
Bairro : Canela: email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. tipo pública
Salvador.
Marya Ozoria Correa
Assistente Social- Uniad SBC
Caro colega:
Não tenha medo de pedir ajuda, sozinho é muito difícil conseguir a recuperação, por isso precisamos estar juntos! Foi pensando nisto que o CREMESP junto com a UNIAD criou a rede de apoio ao médico dependente químico, visando proteger o profissional e promover tratamento de qualidade para que possa ser ou estar reintegrado profissionalmente. O sigilo ea ética são resguardados. Procure saber mais pelos telefones abaixo nesta reportagem retirada do site do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo:
Dependentes químicos
Cinco anos da Rede de Apoio
Médicos dependentes de álcool e drogas podem buscar ajuda na Rede de Apoio a Médicos Dependentes Químicos, serviço mantido pelo Cremesp em parceria com a Uniad/Unifesp. Criada em 2001, a Rede oferece atendimento por profissionais e conhecedores das particularidades da profissão médica. Nos cinco anos de atividades, a Rede recebeu 220 casos relacionados ao uso problemático de álcool e outras drogas, além de médicos com ansiedade, depressão, transtorno obsessivo compulsivo e dificuldades de relacionamento. Informações: (11) 5579-5643 ou (11) 8335-0866, ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Atenciosamente
Dra.Alessandra Diehl (UNIAD-SBC)
Resp:Cara Marina
Você descreve uma dependência de opióides, a qual é bastante comum em profissionais da saúde , assim como portadores de dor crônica. certamente existe possibilidades terapêuticas para tratar esta adição e para tanto você necessita procurar um psiquiatra especialista na área de dependência química em um serviço especializado, tal como o CAPS-AD mais próximo de sua casa ou um serviço privado. Na UNIAD temos profissionais com bastante experiência neste tipo de adição. Ligue e verifique as possibilidades.
Atenciosamente
Dra.Alessandra Diehl ( UNIAD-SBC)
RESP: Caro Rodrigo:
Sozinho é muito difícil você conseguir.É importante diminuir esta onipotência perante a droga e perante a sua doença. Não tente brigar com ela, pois certamente a sua adicção vai vencer sempre se você permanecer neste tipo de comportamento. Peça ajuda ! E neste caso, a ajuda deve ser médica necessariamente. Diminuir ampolas não parece ser uma medida com evidência cientificamente comprovada que funcione. Existem medicamentos muito eficazes de substiuição de opióides que minimizam a síndrome de abstinência. Se você é um profissional da saúde, você pode ler mais sobre a metadona. Também gostaria de recomendar um grupo de NA ( Narcóticos Anônimos) mais próximo de seu bairro. Vá a uma reunião e veja como você se sente ! Juntos nós podemos !
Dra. Alessandra Diehl ( UNIAD - SBC)
obrigado!
Resp: A dependência de opióides necessita de cuidados médicos/psiquiátricos especializados, preferencialmente em ambiente hospitalar, com estrutura para medidas de suporte diante do potencial quadro de abstinência pela retirada da substância. Não conhecemos em RN algum serviço com essas características. O ideal seria procurar um especialista em dependência química da região. Provavelmente ele terá a possibilidade de indicar algum serviço com esses requisitos.
Equipe UNIAD
Resp: comece procurando um Psiquiatra, ele poderá te ajudar.
RESP: Olá Paola, Os sintomas descritos são bastante característicos da síndrome de abstinência por substâncias opióides (categoria à qual pertence a Dolantina). Embora seja admirável a sua força de vontade, Paola para interromper o uso da substância, podem ocorrer algumas intercorrências clínicas e psiquiátricas que somente poderão ser tratadas adequadamente por um médico especializado. Você já deu um grande passo, o próximo é procurar um especialista. Você está conseguindo!
Abraço e boa sorte!
Equipe UNIAD
Valeu !
Olá Luciano, O uso de esteróides anabolizantes (derivados sintéticos da testosterona) estão relacionados a uma série de complicações clínicas e psiquiátricas (lista abaixo). No entanto, não sabemos o que é esse “padrão stacking”.
COMPLICAÇÕES GERAIS RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES
Insônia
Nervosismo
Irritação
Agressividade
Euforia
Problemas no fígado (hepatite, câncer)
Acne Grave
Problemas Sexuais
Problemas Cardiovasculares
Diminuição da Imunidade
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NO HOMEM
Redução dos testículos
Diminuição do número de espermatozóides
Impotência
Infertilidade
Calvície
Desenvolvimento de Mamas
Aumento da Próstata
Dificuldade e/ou Dor para Urinar
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NA MULHER
Pêlos faciais
Alterações ou ausência do ciclo menstrual
Aumento do clitóris
Voz grossa
Diminuição do volume das mamas
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CONSUMO DE ANABOLIZANTES NOS JOVENS
Maturação precoce da estrutura esquelética (baixa estatura)
Início precoce da adolescência
Um abraço,
Equipe UNIAD
Existem os Caps AD. Mas não há programas de prevenção, algumas escolas trabalham prevenção ao uso indevido de drogas. Você pode convidar seus filhos a entrar nos blogs Se Liga! ou Jogo Limpo. Também poderá manter-se atualizada e "antenada" para passar inforamções adequadas e precisas. E sempre monitorá-los. Sempre que tiver alguma dúvida, entre em contato conosco que tentaremos te auxiliar.
Verifique no site da UNIAD tudo sobre maconha e sempre tente manter um papo aberto de mãe informada com eles. Passe a eles confiança e segurança.
Abraço
Equipe UNIAD
Abraço
Equipe UNIAD
Independente do tratamento do seu irmão, você também poderá procurar um grupo de Ajuda como o NA ou Amor Exigente, para conhecer mais sobre o assunto, se associar com pessoas com o mesmo tipo de problemas e obter ajuda para você e sua família. As questões que envolvem o uso de drogas (substâncias psicoativas) são muito complexas e exigem esforços do seu irmão, da família além da equipe que cuidará do tratamento.
Helena Sakiyama
Vocês podem me ajudar...indicar algum programa de prevenção em São Paulo.
Obrigada,
Eu fumei durante 30 anos, a quantia aproximada de dois maços e meio por dia.
Eu só queria que você soubesse que parar de fumar parece bem mais difícil que a realidade, não é tão difícil como parece, a nosso cérebro é culpado por mais de 90% da dificuldade em parar. Enquanto o corpo que a gente tanto acha que sentira a falta, é responsável por somente 10%.
Se pergunte, eu sou diferente de todos.
Quanta gente já parou, e porque quando chega a nossa vez de parar a gente se faz tão diferente das pessoas que conseguiram parar v? Criando tantas desculpas estranhas?
Um método muito interessante que funcionou legal para mim foi eu me dividir em duas pessoas, o Eu_fumante e o Eu_ajuizado.
Quando meu lado Eu_fumante queria um cigarrinho (arranjando uma desculpa tipo “estou nervoso”) eu até deixava fumar, mas logo vinha à pergunta feita pelo lado Eu_ajuizado.
Legal você fumou, e ai, passou o nervoso?
Logicamente a resposta era; Não, não passou, e nem teria como, o cigarro não é calmante.
Parece meio coisa de maluco, mas acredito que temos os dois lados, à vontade e a razão.
Acho que fazer um teatrinho dentro de sua consciência vai fazer você tornar a razão campeã, e a vontade vai desistir.
Que Deus te abençoe nesta luta, pois só ele assim como você sabem de sua luta.
SUGESTAO, essa droga deveria ser retirada do mercado, ela estraga a vida de muitas pessoas.
Parar de fumar não é fácil, devido a síndrome de abstinência e a fissura ( desejo incontrolável de usar a droga ), muitas vezes é necessário um trabalho multidisciplinar ( psicólogo, psiquiatra, nutricionista, fisioterapeuta, pneumologista), mas é necessário ser acompanhada para que as chances de sucesso sejam maiores.
Sugiro que procure um Caps ou instituições que tenham tratamento. Pois, cada caso é um caso e somente um profissional especializado poderá orientar.
Abaço
Leda Nóbile
UNIAD
Gostaria de parar de fumar.
mas ta dificil.
preciso de ajuda.
obrigada
Lua e Sol, posso imaginar o quão difícil deva estar sendo enfrentar toda essa situação. Se você e sua namorada desejam ser atendidas por um serviço médico e/ou terapêutico de tratamento de dependentes, é necessário que haja um familiar responsável. Isso, porém, não quer dizer que o espaço de vocês não será respeitado, pois as informações que vocês compartilharem nas sessões de atendimento terão o sigilo garantido. Normalmente, os serviços de tratamento esclarecem aos pais ou responsáveis legais sobre alguns cuidados que devem ter em caso de intoxicação, síndrome de abstinência, riscos de suicídio etc. Muitas vezes, os familiares também são convidados a participar de programas de orientação familiar para que possam compreender melhor a questão da dependência e colaborar com o tratamento, além da oportunidade de compartilhar angústias diante de um assunto onde, muito provavelmente, lhes falta habilidade. Uma outra possibilidade, seria a participação nos grupos de A.A. (Alcoólicos Anônimos) ou N.A. (Narcóticos Anônimos), que vocês podem encontrar em diversas regiões do Brasil. Nesses programas não há médicos ou terapeutas responsáveis pelo tratamento. O principal serviço oferecido é a reunião em grupo. Cada grupo administra a si próprio, tendo como base princípios comuns à organização e a partilha de experiências pessoais. Se preferir, entre em contato com a UNIAD no telefone: 5575.1708 - (contato Edelaine, para a indicação de um profissional) Grande Abraço e Boa Sorte!
O Viagra tem como efeito adverso mais importante o Infarto do Miocárdio devido ao seu efeito vasodilatador que é responsável por diminuir a perfusão de sangue no miocárdio (a circulação no músculo cardíaco fica comprometida, levando ao infarto). A cocaína tem um efeito vasoconstrictor, o que também diminui o aporte de sangue ao coração com a elevação da pressão arterial.
Não há estudos específicos das conseqüências do consumo das 2 substâncias, já que o uso da cocaína é ilegal. No entanto, do ponto de vista teórico, combinar essas 2 drogas é arriscado e pode trazer sérias conseqüências.
Oi, Lucas Claro que podemos responder:
1)As drogas ilegais (pela legislação brasileira) causam mais danos ao individuo que as drogas legais? Não existem drogas menos ou mais prejudiciais. Tanto as drogas legais (álcool e cigarro) quanto as ilegais (cocaína, maconha, LSD, entre outras) podem trazer sérios problemas. Por exemplo: o álcool é uma droga legalizada no Brasil e traz muitos prejuízos, provoca complicações físicas, psicológicas e sociais.
2) Existem fatores que favorecem a dependência das drogas? Cite se houver. Sim, existem fatores de risco para o uso de drogas e fatores de proteção ao não uso. Seguem alguns: Fatores de proteção Ambiente estável Alto grau de motivação Forte vínculo pais-criança e supervisão parental Ligação com instituições pró-sociais e associação com amigos não usuários Precoce detecção de alguns transtornos mentais reduz em 85% o envolvimento com drogas Religiosidade ou espiritualidade Envolvimento em atividades escolares e esportivas e bom desempenho acadêmico Fatores de risco Fatores psicológicos: abuso na infância, doenças psiquiátricas associadas, consumo como forma de resolução de conflitos, apreço pelos efeitos vivenciados. Fatores biológicos: predisposição genética (outros usuários ou dependentes na família), resistência aos efeitos das substâncias. Fatores sociais: Baixa escolaridade, exclusão social, família desestruturada, ambientes permissivos, estímulo ao consumo.
3) Como está o problema das drogas hoje no Brasil. Da parte médica o que poderia ser feito para maior conscientização. No Brasil, atualmente, as drogas mais utilizadas são as legalizadas ou permitidas – o álcool e o tabaco, também responsáveis pelos altos índices de mortalidade. A primeira coisa a se pensar são as políticas públicas direcionadas à questão das drogas, ou seja, mudanças com ações voltadas para o tratamento, prevenção e controle (polícia). Acredito em uma maior conscientização de toda população, maiores investimentos nessa área, maior responsabilidade social, treinamento de profissionais, maior disponibilidade de tratamentos médicos e psicológicos para os pacientes e serviços de apoio e orientação aos familiares.
4) Como deve ser feito o tratamento de um dependente ? O tratamento para dependência química é muito amplo e variado. Depende muito do caso e somente um profissional especializado poderá dizer. Temos tratamentos em ambulatórios, hospitais e comunidades terapêuticas, grupos de mútua-ajuda, entre outros. Não somente o dependente precisa de tratamento, mas toda sua rede familiar. Fortalecer e apoiar a sua família é fundamental. As diferenças individuais fazem com que alguns tratamentos sejam melhores para alguns e não muito efetivos para outros. Há muitas chances de escolhas e complementações importantes. Não existe cura para a dependência química, mas existe remissão de sintomas, com a abstinência. A dependência química é uma doença crônica e recorrente.
5) Na sua opinião, porque cada vez mais as pessoas tendem a entrar para o mundo das drogas? Muitos são os motivos que levam as pessoas a usarem drogas: o imediatismo (prazer imediato), curiosidade, auto-medicação, vulnerabilidades individuais, necessidade de pertencer a um grupo (sentimento de pertinência), entre outros. Cada indivíduo tem a sua busca, mas sempre deve se ter em mente os prejuízos dessa substância, o que muitas vezes não é tão divulgado. Ex: Há muitas propagandas para estimular o uso de cerveja, contudo o que é feito em termos de publicidade para mostrar os prejuízos causados ?
Leda Nobile - UNIAD
sou estudante do 2° ano de ensino medio, e to fazendo um trabalho sobre drogas, gostaria de alguma ajuda se possível. 1) as drogas ilegais (pela legislaçao brasileira) causam mais danos ao individuo que as drogas legais? 2) existem fatores que favorecem a dependencia das drogas? cite se houver. 3) como está o problema das drogas hoje no Brasil. Da parte médica o que poderia ser feito para maior conscientização. 4) como deve ser feito o tratamento de um dependentew 5) Na sua opiniao, porque cada vez mais as pessoas tendem a entrar para o mundo das drogas? Lucas - 16 anos