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Maconha: Entre Liberdade De Consumo E Financiamento Do Tráfico |
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Escrito por Se Liga!
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Qua, 07 de Julho de 2010 21:40 |
OPINIÃO: O Globo Artigo do leitor Sergio Vidal Segundo o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado no último dia 23 de junho, 190 milhões de pessoas em todo o globo haviam fumado maconha ao menos uma vez na vida em 2008, número equivalente ao da população brasileira. Sendo a maconha a droga ilícita mais consumida, seus usuários são muitas vezes apontados como responsáveis por boa parte do financiamento do atual mercado, que em sua maioria tem forte relação com a criminalidade e com a violência.Durante muitos anos, reproduzimos essa equação simplista sem maiores reflexões, recitando por aí o principal mantra do proibicionismo: "Os usuários são os principais responsáveis pelo financiamento da violência". Muitos devem lembrar que, em 2007, ano de lançamento do filme "Tropa de Elite", era comum ver Capitão Nascimento afirmando "Quem matou esse cara aqui foi você! É você que financia essa m...!" enquanto esbofeteava o maconheiro e era aplaudido pela plateia nos cinemas. Mas será que essa afirmação é 100% verdadeira? Será que hoje em dia é assim tão fácil por a culpa nos usuários de maconha pela manutenção do poder econômico dos traficantes?
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Ter, 06 de Julho de 2010 09:37 |
Flávio Pechansky, Diretor do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da UFRGS
ClicRBS O estudo do mexicano Sánchez-Huesca não surpreende o psiquiatra gaúcho Flávio Pechansky, autoridade em drogadição e um dos participantes do congresso. Diretor do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da UFRGS, ele conhece a trajetória de Sánchez-Huesca e partilha das suas constatações, conforme relata, nesta entrevista:
Zero Hora - Como o senhor analisa a pesquisa de Sánchez-Huesca?
Flávio Pechansky - Essa relação entre o dependente de drogas e sua família é conhecida. Conheço o doutor Sánchez e confio no que ele apurou. É notório que famílias com estruturas disfuncionais tendem a reproduzir esse ambiente, o que acaba passando para os filhos. A família é decisiva.
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Crack, sofrimento epidêmico, por Carlos Alexandre Netto* |
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Seg, 05 de Julho de 2010 09:19 |
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ClicRBS Há uma verdadeira epidemia de abuso do crack no país. Mas, diferente das doenças infecciosas, em que é possível isolar e combater o agente causador, a dependência química é difícil de ser tratada, pois a doença transforma o cérebro dos usuários. Alterar o estado de consciência não é invenção da modernidade - soluções mágicas para afastar o sofrimento e fugir da realidade eram empregadas em rituais de muitas civilizações antigas. Os sumérios, no terceiro milênio a.C., já possuíam um ideograma para a "planta da felicidade", a papoula, da qual se extrai o ópio. Recente, porém, é o conhecimento da química cerebral e do sistema de recompensa, um grupo de células responsável pela sensação de prazer e gratificação de comportamentos consumatórios, como a ingestão de alimentos e o sexo. As drogas de abuso, como a cocaína e o crack, causam forte ativação deste sistema e produzem sensação de grande satisfação; uma viagem química e imediata ao "mundo da felicidade". Viagem que custa caro, pois a volta à realidade fica cada vez mais dolorosa e difícil de suportar.
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Brasileiros estão bebendo mais |
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Qui, 01 de Julho de 2010 22:05 |
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Papodegordo.com.br
O salário não aumenta, o seu time não ganha, a patroa te mandou dormir no sofá, seu chefe só reclama e você afoga as mágoas bebendo. Acertei? Você não está sozinho!
O Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa afirmando que quase um quinto dos brasileiros exagera nas bebidas alcoólicas. Segundo o levantamento, no ano passado 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais. Considerando o índice para a população masculina, os brasileiros beberam mais do que os chilenos (17%), os norte-americanos (15,7%) e os argentinos (14%) em 2009.
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Por bebida e petisco, torcedor enfrenta stress pré-jogo em SP |
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Qua, 30 de Junho de 2010 19:52 |
Folha de São Paulo - RICARDO WESTIN - DE SÃO PAULO
"Está aberto?", perguntam dois rapazes esbaforidos. Vêm de outros três supermercados de Higienópolis (centro) que já estavam fechados. Aliviados, entram em disparada e com alvo definido: a geladeira de refrigerantes. Falta menos de meia hora para o jogo do Brasil, e muita gente ainda está comprando comidas e bebidas. As gôndolas de xampus e desinfetantes estão às moscas. As de cervejas geladas e petiscos engordativos, ao contrário, congestionadas. "A Coca está quente", queixa-se um daqueles rapazes. "Pega qualquer uma e vamos para a batata frita", reage o amigo. Na pressa, não viram o preço de nada. Paira um ar de tensão. Um senhor com cervejas no colo atravanca o caminho. Três amigas com camisetas amarelas esbarram nele. Um homem pede passagem com um impaciente "vai, Brasil!".
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Crack: os efeitos da droga no cérebro |
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Ter, 29 de Junho de 2010 10:13 |
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DF TV "Todo o vazio que eu tinha dentro de mim vieram das grandes perdas - familiar, profissional - por conta do uso de drogas. Eu conheci o crack e, nos seis meses que eu fiz uso, a degradação da minha vida foi explícita", conta o jovem. Foi tempo suficiente para largar a família e perder tudo o que tinha. "Troquei meu último automóvel em crack, deixei na boca-de-fumo. Foram essas perdas que me fizeram abrir os olhos e perceber que, ao mesmo tempo que aquela droga me dava asa, ela estava tirando meu cérebro. Assim que percebi que tinha perdido meu cérebro, caí de cara no chão", relata o ex-usuário. O psiquiatra Leonardo Moreira, especialista em dependência química, estuda a potência do crack. A droga modifica células no cérebro já primeira vez de uso. "O crack, quando fumado por uma pessoa, chega tão rápido ao cérebro quanto se a pessoa tivesse injetado Ele chega a áreas fundamentais para causar dependência, em locais do cérebro onde está o núcleo do prazer, que a gente chama de Área Tegmentar Vental", explica Moreira.
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26 de junho é o Dia Internacional de Combate às Drogas |
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Ter, 29 de Junho de 2010 10:09 |
ABEAD - Droga legal? O Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, marca a mobilização da prevenção e combate a dependência O Relatório Mundial sobre Drogas, da UNODC, agência da ONU para drogas e crime, divulgado nesta semana, traz dados importantes sobre o consumo de substâncias lícitas e ilícitas em diversos países. "A análise desses números é a oportunidade de refletirmos o quanto avançamos e se as políticas de combate às drogas são eficientes", comenta Carlos Salgado, psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). De acordo com o levantamento, diminui a produção e o consumo das principais drogas, como crack, cocaína e heroína, contudo, com o crescente consumo de drogas legais, também apontado pelo relatório, o cenário pode rapidamente retroceder. "Isso porque as substâncias consideradas 'leves' e as legais, como álcool e tabaco, são a porta de entrada para outras drogas. Podemos cair em uma espécie de círculo vicioso", explica o psiquiatra.
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Brasil passa de consumidor a exportador de ecstasy |
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Sex, 25 de Junho de 2010 12:02 |
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Mercado de drogas sintéticas avança no país, que tem 1,65 milhão de usuários, segundo as Nações Unidas
Gazeta do Povo - Fabiane Ziolla Menezes
Enquanto o mercado global de heroína e cocaína se estabiliza, o de drogas sintéticas avança. É o que mostra o Relatório Mundial de Drogas, divulgado nesta semana pelo Escritório sobre Drogas e Crime da Organização das Nações Unidas (Unodc) 2010, que analisou dados de 2008 sobre o consumo de drogas. Estima-se que no Brasil existam mais de 1,65 milhão de usuários de anfetaminas, ecstasy e LSD (sigla para dietilamina do ácido lisérgico), os principais representantes dessa classe de substâncias ilícitas. O uso está intimamente ligado ao público jovem e aos que querem emagrecer.
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Álcool ameaça 22% dos universitários |
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Qui, 24 de Junho de 2010 13:01 |
Esse é o índice de jovens sob risco de desenvolver dependência, segundo pesquisa da Senad nas 27 capitais "Quanto mais precoce o uso, maiores as chances de dependência", diz um dos responsáveis pelo levantamento Folha de São Paulo - LARISSA GUIMARÃES DE BRASÍLIA Um em cada cinco universitários brasileiros (22%) está sob risco de desenvolver dependência de álcool, de acordo com o mais recente levantamento realizado em universidades públicas e privadas do país. O risco é considerado moderado para 19,2% e elevado para 2,6%, segundo a pesquisa encomendada pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). Para o estudo, foram entrevistados cerca de 18 mil estudantes, nas 27 capitais do país em 2009.
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"Solidão leva ao consumo", diz ex-usuária |
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Qui, 24 de Junho de 2010 12:41 |
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Gazeta do Povo
Formada em Comércio Exterior no ano passado, Fernanda*, de 32 anos, é ex-usuária de cocaína. Segundo ela, a solidão e a vontade de fazer amigos em um ambiente novo são os motivos que tornam o consumo de drogas alto entre os universitários. "Muitos saem de casa, vão para outras cidades, ou mesmo perdem contato com os amigos de colégio. Quando chegam na faculdade querem se enturmar, procuram a turma mais popular e quem você acha que é o mais popular?", ironiza.
Para ela, a estimativa da pesquisa da Secretaria Nacional Antidrogas, de quase metade dos universitários já terem usado alguma droga, é baixa. "Na prática é bem mais que isso. Acredito que 70%, pelo menos, já fumou maconha." Um convite para o consumo acontece, geralmente, em uma festa. "A pessoa chega lá e todo mundo começa a usar. Ela vai na onda". Maconha, ecstasy e LSD são a porta de entrada.
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Pediatras e psiquiatras se unem para cuidar da saúde mental de crianças de 0 a 6 anos |
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Seg, 21 de Junho de 2010 15:58 |
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O GLOBO
Do nascimento à adolescência, a criança terá no mínimo 20 consultas com o pediatra, para avaliar sua saúde física e prevenir doenças.
Já a saúde mental só será percebida se virar um problema para pais e mães, a maioria refém do modo de vida contemporâneo, em que predominam o estresse, as muitas horas fora de casa, as dificuldades para impor limites e, muitas vezes, a terceirização da educação a babás e escola. Os reflexos da modernidade e da competitividade incidem sobre os filhos. No corre-corre da rotina, são cada vez mais cedo submetidos a provas rígidas, precisam dar conta de grande quantidade de deveres de casa, têm menos tempo para brincar e muitas vezes isolam-se em frente a telas de TV, videogames, computadores. Veja como os pais podem ajudar
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Sex, 18 de Junho de 2010 18:00 |
Folha de São Paulo - BRASÍLIA - Pesquisa divulgada na semana passada ajuda a entender por que Dilma Rousseff passou a tratar do crack em quase toda entrevista e por que José Serra acusou duramente o governo da Bolívia de leniência com o narcotráfico. O Ibope perguntou a 2.002 eleitores quais os principais problemas do Brasil. Segurança pública e drogas ficaram em 2º e 3º lugares -à frente de questões como miséria, corrupção, habitação e transporte.
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Jovens gays usam menos preservativo, indica estudo |
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Sex, 18 de Junho de 2010 17:57 |
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Trabalho mostra que 53,9% dos homossexuais entre 13 a 24 anos usaram camisinha na primeira relação sexual, índice abaixo dos 62,3% registrados entre heterossexuais na mesma faixa etária
Agência Estado
Estudo feito pelo Ministério da Saúde revela que jovens gays usam menos preservativo do que jovens heterossexuais. O trabalho conduzido em 10 capitais, mostra que 53,9% dos homossexuais entre 13 a 24 anos usaram camisinha na primeira relação sexual, índice abaixo dos 62,3% registrados entre heterossexuais na mesma faixa etária. O trabalho, coordenado pela pesquisadora Ligia Kerr, da Universidade Federal do Ceará, foi apresentado hoje, durante o 8º Congresso Brasileiro de Prevenção das DSTs e Aids, realizado em Brasília.
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Polícia descobre nova droga a "Oxi", mais letal que o crack |
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Qua, 16 de Junho de 2010 16:28 |
Polícia está em alerta para a entrada de nova droga no Piauí. Ela foi descoberta no Acre e já apreendida no Pará.
A polícia Rodoviária Federal (PRF) está em alerta para a possibilidade da entrada de uma nova droga no estado. Trata-se da "Oxi" ou oxidato, uma variante do crack. A droga é mais barata e ainda mais letal que o crack.
No último dia 04 de junho foram apreendidos no Pará 23 kg da droga, segundo a polícia, essa variante do crack teria sido descoberta no Acre na fronteira com a Bolívia.
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Beber é fácil, mas a culpa é de quem? |
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Seg, 14 de Junho de 2010 13:49 |
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Folha de São Paulo - Jairo Bouer NA SEMANA passada, um estudo do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, ligado à Unifesp, publicado na Folha, mostrou que um terço dos jovens das escolas particulares da cidade de São Paulo tomou um porre no mês anterior à pesquisa.
O resultado não chega a ser uma novidade, já que trabalhos anteriores mostraram dados semelhantes, mas indica, mais uma vez, a dificuldade do jovem em achar seu limite quando o assunto é o álcool. Beber em excesso não acontece só em escolas particulares. Nas públicas, o fenômeno se repete.
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Guerreiros, álcool e adolescentes |
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Seg, 14 de Junho de 2010 13:47 |
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Folha de São Paulo - ILANA PINSKY
O uso comercial de nossa seleção por uma marca de cerveja é forma sofisticada de estimular a dependência do álcool desde a juventude As indústrias de tabaco e de bebidas alcoólicas guardam semelhança em vários aspectos. Primeiramente, ambos os produtos infligem altíssimas consequências negativas sobre a saúde da população. O consumo de tabaco ainda é a principal causa de morte potencialmente evitável em seres humanos. Por outro lado, os custos atribuídos ao consumo de bebidas alcoólicas (segundo dados da Organização Mundial de Saúde) no total da saúde pública na América do Sul atingem a espantosa marca de 8% a 15% , enquanto que a taxa mundial é de apenas 4%.
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