| Plantão Médico: tire dúvidas sobre o Rivotril |
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| Escrito por Jogo Limpo |
| Dom, 18 de Outubro de 2009 07:59 |
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Delas - Plantão Médico ABEAD Entrevistamos o doutor Elko Perissinotti, Psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas - FMUSP, Hospital e Maternidade São Luiz e membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, para tirar as dúvidas das leitoras comentadas na matéria "Por que o Rivotril é tão consumido?". Ele esclareceu perguntas sobre dependência, tratamentos alternativos, riscos e o "desmame" do remédio. "Ao todo, existem mais de 15 tipos de benzodiazepínicos. São medicamentos controlados, com receita médica, embora a compra no mercado negro seja possível", diz. As diferenças entre os medicamentos desta classe estão em seus mecanismos de maior ou menor rapidez de metabolização, ou seja, eliminação da substância pelo corpo, o que é chamado pelos médicos de "meia vida". Mas todos se assemelham em sua característica ansiolítica, ou seja, drogas usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. Qual é o grau de dependência que os benzodiazepínicos (ansiolíticos), como o Rivotril, provocam? A princípio, se utilizamos uma determinada dose de tranquilizantes ou ansiolíticos em períodos curtos, e em dose não muito elevadas, o risco de dependência tende a zero, é baixíssimo. Mas são muito comuns as prescrições de tranquilizantes por alguns clínicos gerais, e mesmo psiquiatras, por períodos prolongados, chegando a semanas ou meses. Um período pouco maior do que duas semanas, e em doses um pouco mais altas, já é suficiente para se criar uma dependência psíquica. E, três semanas após, a dependência física é nitidamente consumada. De modo geral, o indivíduo entra em fase de dependência - há mal-estar e "fissura" quanto à necessidade do medicamento. Esse tipo de tranquilizante está situado entre os mais questionados na obtenção de um tratamento eficaz. Ou seja, figura entre os mais difíceis para se reverter no caso de um quadro de dependência. Se estabelecermos uma comparação com drogas ilícitas, como maconha e cocaína, diria que os tranquilizantes benzodiazepínicos são mais difíceis de serem deixados do que estas drogas. Por outro lado, empatam na questão da dependência com o cigarro. Quais os riscos do uso inadequado de tranquilizantes? Atualmente, os tranquilizantes são usados de forma habitual no mundo todo. E é comum o uso de estimulantes para iniciar o dia de trabalho, e de tranquilizantes quando se chega do trabalho. Esse é um hábito perigoso, que compromete a qualidade de vida do indivíduo. Isto é grave, pois implica em um alto grau de dependência, leves déficits cognitivos e, ao mesmo tempo, é destrutivo para o relacionamento social e familiar. É possível parar com a medicação de ansiolíticos (benzodiazepínicos) por conta própria? Possível é, mas o indivíduo não encontra forças para parar. Parar a medicação por conta própria é quase impossível, tanto por parte de quem toma este medicamento com indicação e receita médica, quanto quem se utiliza adquirindo-o no mercado negro - ou seja, em auto-medicação. O paciente até poderá deixar o uso dos tranquilizantes, caso reduza a dose lentamente a cada dia. Mas normalmente o que se vê é uma dificuldade enorme em ir reduzindo a dose, porque à medida em que vai fazendo a redução, enfrenta certos sintomas desagradáveis, como vertigem, tremor das mãos, insônia e aumento da ansiedade. Se não tiver uma força de vontade muito grande para enfrentar isso, volta a consumir a mesma dose anterior - que é maior que a da fase de redução - para eliminar os sintomas de abstinência. Quem efetivamente quer parar enfrenta esses sintomas e mantém a redução até zerar a quantidade de tranqüilizantes. Mas essa é uma missão quase impossível. Há risco de recaídas? Quem consegue parar por conta própria tem que voltar a enfrentar os revezes e as adversidades da vida, que angustiam o indivíduo, fazendo com que ele volte aos benzodiazepínicos. É muito parecido com o alcoólatra, que após 10 anos abstinente pode recair. Por tudo isso, parar por conta própria chega a ser aterrorizante. Como fazer para parar, então? O médico precisa saber quando indicar um benzodiazepínico, quando retirá-lo, qual a dose mínima para que o paciente tenha o menor risco de dependência possível. Também é preciso acompanhá-lo durante todo o tempo, já que o profissional é o responsável por ter ministrado o medicamento e também responsável pelo "desmame", ou seja, o período em que o indivíduo deve parar de tomar esse tranquilizante. O médico deve estar lado a lado neste momento. Os ansiolíticos podem resolver o problema sozinhos? Só se obtém resultados satisfatórios se as pessoas não fizerem uma dicotomização entre a mente e o corpo. É muito comum utilizarmos o chamado "esquema de responsabilidade exclusiva" do comprimido. Fazendo uma analogia, se você está com colesterol alto e vai comer um churrasco, pensa assim: "comprimido, faça o seu efeito protetor". Com isto, quero dizer que nós precisamos ser o elemento ativo da nossa própria recuperação. Falando de casos da área de saúde mental, não adianta só tomar certo medicamento se você também não faz psicoterapia. Ou seja: o paciente tem que saber se quer se curar ou se quer "empurrar com a barriga", fazer um tratamento "meia-boca". Existem medicamentos naturais que podem substituir os benzodiazepínicos (ansiolíticos), evitando a dependência química? Existem os fitoterápicos - é importante não confundi-los com os homeopáticos. São medicamentos químicos também, embora retirados das plantas. Têm contra-indicações, com risco de dependência menor. Ressalto que alguns medicamentos fitoterápicos são tão tóxicos quanto os alopáticos. Existem níveis aceitáveis para a não indicação de benzodiazepínicos (ansiolíticos)? Algumas pessoas irão se beneficiar de forma bem clara com os tranquilizantes benzodiazepínicos, mas para alguns pacientes não se deve indicá-los. Alguns clínicos receitam benzodiazepínicos para indivíduos com depressão - como, por exemplo, o clonazepam, um dos mais utilizados no Brasil. Este paciente não necessita de um tranquilizante, ele necessita de um antidepressivo (que não têm nada em comum com os benzodiazepínicos), que tem risco de dependência muito mais baixo, quase zero. Outro item importante é a receita de um benzodiazepínico para quem tem histórico de drogadição (adicto). O paciente que já foi alcoólatra, dependente de maconha, cocaína, ou crack tem uma tendência para criar vínculos com substâncias psicoativas. Se o médico receita um benzodiazepínico, ele é um forte candidato a ter somente malefícios, pois rapidamente será um dependente. E pior, pode-se criar uma tolerância ao medicamento, fazendo com que aumente a dose, conforme o tempo de uso. Uma dose "fraquinha" de tranquilizante (clonazepam), ingerida toda noite, pode ser considerada "fraquinha" hoje. Mas, daqui a dois anos, dos 0,25 mg pode passar para 2 mg e, talvez, após mais dois anos passe para 4 mg. Tudo para ter o mesmo efeito que tinha no início do tratamento. Qual o grau de dependência do clonazepam? Dentre todos os benzodiazepínicos, o clonazepam parece produzir um menor grau de dependência. Mas alerto que causa dependência, sim. Alguns estudos sugerem que, para doenças ditas da ‘moda', como a síndrome do pânico (Transtorno de Pânico), ele parece ter uma eficácia um pouco maior que os outros da mesma família - como o Diazepam, Bromazepam, Lorazepam, Clobazam. Mas vale lembrar que, no caso da Síndrome do Pânico, há diversas formas de tratá-la, não necessariamente com este tipo de medicamento. |
o que relmente devo fazer para deixar essa medicacao de uma vez por todas.tenho sintomas de ansiedade generalizada e TOC diagnosticada por medicos do hospital sao paulo.muinto obrigado !!!
Caro Rosival:
O TOC e a ansiedade generalizada são transtornos que em muitos casos são utilizados a associação de medicações com o Rivotril. Portanto, esta retirada deve ser avaliada pelo seu médico.
Equipe Alamedas
Quais os riscos que trazem a saude por usa-los juntos?
obrigada!
Cara Lise:
Não há relato de interações medicamentosas graves entre a venlafaxina e o Rivotril, sendo está associação utilizada com segurança em vários pacientes. Pode ocorrer em determinados pacientes um aumento da sonolência, que deve ser informado ao médico.
Equipe Alamedas
Caro Nonato:
Você relata o uso de antidepressivo no passado, provavelmente estava tratando de algum transtorno (depressão, ansiedade) sendo que um dos sintomas poderia ser insônia. É importante você pedir para o seu médico reavaliar sua medicação.
Equipe Alamedas
Cara Cleneci:
Os sintomas da retirada abrupta do Rivotril são sudorese, palpitações, tremores, ansiedade, agitação, insônia, sintomas depressivos, entre outros. Os sintomas desta retirada podem durar por até duas semanas, e raramente por mais que 4 semanas. Por isto que a retirada do Rivotril deve ser feita sob supervisão médica.
Equipe Alamedas
Quando iniciei há 12 mases o tratamento com 0,5mg de Rivotril para insonia fazia efeito rapido hoje demoro a sentir sono será que o neurologista vai aumentar a dosagem? em vista desse fato?eu também tomo para humor pela manhã 1comprimido de CITTÁ agradeço a informação das perguntas.
Cara Raimunda:
Somente seu neurologista tem esta resposta. Você deve ser reavaliada para saber o motivo da causa desta insônia, e o ajuste necessário. Não temos dados suficientes em sua pergunta, pois é necessária uma avaliação psíquica e história pessoal detalhada que somente o seu médico deve realizar.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
oque pode ser?
Cara Ana:
Qualquer tipo de dor deve ser avaliado pelo médico para descartar algum outro quadro subjacente. Os dados que você passou não são suficientes para darmos uma resposta, mas as crises de choro devem ser investigadas, pois podem ser um quadro depressivo.
Equipe UNIAD
Cara Rosangela:
O álcool tem como efeito produzir nos pacientes lesões cerebrais, cujos sintomas podem se manifestar através de déficits de memória. Entretanto pela sua história há indícios de uma comorbidade, no caso a depressão, que também pode ter sintomas de diminuição da atenção e da memória. E, em alguns quadros demenciais, um dos sintomas iniciais podem ser quadro depressivo e déficit de memória! Viu como é importante este paciente ser bem avaliado, pois são condições parecidas, mas abordagens e até condutas diferentes! Portanto, de fato, ele deve ser avaliado pelo neurologista para esclarecer melhor o diagnóstico e também a medicação mais adequada. Além disto, também vale a pena solicitar uma avaliação oftalmológica para descartar a possibilidade do seu esposo ter glaucoma, por causa do sintoma ocular citado em sua pergunta.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
E bebo vodka todo sábado
obs. bebo bastante vodka... no dia em que bebo , não tomo o clonazepan...
Tenho 28 anos .
queria saber quais os riscos que estou correndo.
DEsde já agradeço a resposta.
abraço
O uso de clonazepan, mesmo que você interrompa por um dia, e a quantidade de vodka em altas doses no final de semana, você ainda corre riscos de interação medicamentosa, pois a meia-vida do clonazepan varia de 19 a 60 horas, dependendo da característica individual, implicando em potencialização dos efeitos sedativos e da perda da coordenação motora. Além disto, a característica de consumo da vodka que você relatou, mesmo que seja no final de semana, também implica em riscos negativos para o fígado, coração e cérebro, e também o risco de acidentes. Em longo prazo este consumo pode se tornar quase diário, pois o destilado tem um grande potencial dependógeno pelo se teor alcoólico elevado. Vale a pena você reavaliar o seu consumo de álcool e também pedir ajuda médica para verificar a real necessidade de continuar usando rivotril
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Aguardo com preocupação sua resposta.
Cara Suelen:
Como você mesmo citou em seu relato, a interrupção da medicação foi sem orientação profissional, será necessário seu filho retomar a medicação. Entretanto é necessário que seu filho seja avaliado novamente por um médico, pois não há como nós orientarmos em relação a este fato, pois não temos dados suficientes sobre seu filho para ajudá-la neste caso.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Dinalva,
O melhor que você tem para ajudá-las é incentivar o acompanhamento médico. O uso do Rivotril é indicado em alguns tipos de convulsões, portanto necessários para este tipo de patologia.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Prezada Carla:
Sabemos hoje em dia que o uso de drogas pode desencadear surtos psicóticos em pacientes que tem esta predisposição. Não há como determinar quanto tempo este surto irá durar pois depende de cada característica individual, porém o que podemos afirmar é que quanto mais cedo é feito a intervenção terapêutica, com medicação e psicoterapia, maiores chances de recuperação mais rápida. E o suporte familiar é primordial nestes casos.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Prezado Carlos:
Você faz um desabafo que demonstra um grande sofrimento. Mas você também nos informa que tem uma retaguarda familiar e um médico que está cuidando de você, o que dá maior segurança para o seu tratamento. Tem falado com ele sobre isto? Ainda bem que seu médico não deu o remédio para você ir, como você disse, é porque ele tem esperança que você vai melhorar, que bom que você tem pessoas ao seu lado para não deixar você desistir. Você tem mais alguém com que você possa conversar sobre estas angústias? Em seu relato você não mencionou acompanhamento psicológico ou com terapeuta ocupacional. São profissionais que, além do psiquiatra, ajudam bastante pacientes com quadro parecido com o seu. Seria interessante você conversar com o seu psiquiatra sobre isto. Boa Sorte!
Equipe Alamedas
Qual a finalidade deste blog se o Sr só sabe responder:
Procure seu médico ou Psiquiátra para adequar o tratamento.
Procure seu médico - Procure seu Psiquiátra
Horas, seu quiser procurar nao estaria aqui, iria direto nele
Obrigado
Luiz
Prezado Luis Roberto Melo:
A sua pergunta é importante para esclarecê-lo e também para as pessoas que ainda não entenderem os objetivos deste blog. O blog da UNIAD segue o “ Manual de Princípios Éticos para Sites de Medicina e Saúde pela Internet” publicado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo.
Para responder melhor sua pergunta usaremos um trecho do manual que diz : ” a informação médica via Internet pode complementar, mas nunca substituir a relação pessoal entre o paciente e o médico. A Internet pode ser uma ferramenta útil, veiculando informações e orientações de saúde genéricas, de caráter educativo, abordando a prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis, bem-estar, cuidados pessoais, qualidade de vida e utilidade pública.
Pelas usas limitações, não deve ser instrumento para consultas médicas, diagnóstico clínico, prescrição de medicamentos ou tratamento de doenças e problemas de saúde. A consulta pressupõe diálogo, avaliação do estado físico e mental do paciente, sendo necessário aconselhamento pessoal e depois qualquer exame ou procedimento médico.”
O novo código de ética médica, publicado em 13/04/ 2010 reafirma isto em seu capítulo XIII: “É vedado ao médico (artigo 114): Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa”.
A própria matéria feita sobre o Rivotril deixa explícita a necessidade do acompanhamento médico, não é a toa que está neste blog e é este o objetivo, a necessidade de usar corretamente as medicações com acompanhamento médico.
A função principal deste blog é conscientizar as pessoas sobre a dependência química e suas conseqüências deletérias do ponto de vista médico, psicológico, social e familiar. Discutir com a sociedade sobre o uso correto de medicações, alternativas para o estímulo aos pacientes de qualquer tipo de transtorno mental a se tratarem adequadamente, quebrando o velho estigma que muitas pessoas têm em relação aos profissionais da saúde mental.
Sabemos que muitos pacientes com transtornos mentais demoram em chegar a um especialista para realizar um tratamento adequado e antes que isto aconteça acabam procurando a internet para o “auto-diagnóstico” e “automedicação”, com isto demorando e piorando o prognóstico de um transtorno mental. Temos conhecimento também que a população masculina é a que demora mais a procurar o médico e a que mais procura “soluções mágicas” pela internet, e muito tempo depois chega ao médico em uma situação muito complicada.
Infelizmente as pessoas têm usado a internet de maneira inadequada buscando respostas prontas para seus problemas, adiando a resolução deste problema, com piora da qualidade de vida, deixando de procurar um especialista que poderia ajudá-lo da melhor forma. E sem esta ajuda as conseqüências são desastrosas...
Observamos em algumas perguntas a necessidade de acompanhamento médico, e com determinadas respostas estaríamos contribuindo para que o paciente adie sua procura ao profissional de saúde mental.
Esperamos que as pessoas aproveitem da melhor forma as matérias do blog e se conscientizem da necessidade de um tratamento correto para uma melhor qualidade de vida.
Equipe UNIAD
Peço ajuda encarecida já q na cidade q estou há apenas 1psiquiatra e o mesmo atendeu minha mãe 2vezes e de forma bem grosseira. Inicialmente deu remeron e as tonturas e perda de equilíbrio se acentuaram demais a partir da 4semana..ele mandou suspender..ok. Agora deu Pristiq por 5dias e o efeito de tontura e perda de equilíbrio já é bem pior...será q insistios no medicamento por mais tempo ou suspendemos?...Detalhe: não conseguimos falar ocm o médico e o mesmo não dá o tal "retorno de consulta"...fico num aguarod breve. Muito..muito obrigada
Cara Lara:
Você trouxe uma questão fundamental que é a necessidade de um bom vínculo médico paciente para que a terapêutica funcione. Orientamos que se você não conseguiu ter este vínculo, você tem o direito de procurar outro médico para avaliar sua mãe. Se os efeitos colaterais estão prejudicando sua mãe, você pode suspender a medicação, mas deve procurar imediatamente outro médico para verificar o que está acontecendo para uma avaliação melhor e ver qual remédio é mais adequado para ela. Por questões éticas e por não conhecermos o quadro clínico completo da sua mãe não podemos indicar outras medicações.
Equipe UNIAD
Cara Priscilla:
Não é recomendável o uso do Rivotril ou de qualquer benzodiazepínico durante a gravidez. O seu psiquiatra está correto na informação que lhe deu. Converse com ele sobre retirar o Rivotril. Boa Sorte em sua gravidez!
Equipe UNIAD
Cara Denise:
Primeiro, é necessário saber se você parou a medicação com orientação médica. O outro ponto fundamental é saber quais remédios você tomava para saber sobre sua meia-vida (tempo em que eles ficam no seu organismo).Portanto, orientamos que você passe por uma avaliação médica e boa sorte em sua futura gravidez!
Equipe UNIAD
Obrigada!
Kátia
Cara Kátia:
O Pristiq, cujo princípio ativo é a desvenlafaxina, é uma medicação mais recente cuja finalidade também é atuar sobre a ansiedade e segundo alguns trabalhos tem sua eficácia comprovada. Porém é importante você informar ao seu médico sobre estes sintomas para ele adotar a conduta mais adequada ao seu caso.
Equipe UNIAD
Cara Flávia:
Você está apresentando alguns sintomas sugestivos de s. de pânico, porém você deve passar por uma avaliação psiquiátrica para verificar se realmente você está com este diagnóstico ou verificar outra condição que possa provocar estes sintomas e realizar a terapêutica mais adequada para o seu caso.
Se você fizer o tratamento de maneira correta você tem grandes chances de melhorar.
Boa Sorte!
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Cara Maria de Fátima:
Neste caso merece uma avaliação psiquiátrica para o diagnóstico e o tratamento corretos. O uso de tranquilizantes pode ser realizado de acordo com o que o médico encontrou em sua avaliação, sendo que provavelmente ele prescreverá apenas por um período determinado. O que ajuda muito nestes casos, que pode ser um quadro de fobia social, ou de ansiedade, é a terapia cognitiva comportamental, pois você aprenderá a lidar com a sua ansiedade ou medos de uma maneira mais saudável.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Caro José Márcio:
Estas medicações não fazem que sua orientação sexual mude e você deve ouvir especialistas do ramo, não pessoas que dão palpite sobre assuntos da qual não tem conhecimento. Ela é uma boa medicação se usada adequadamente, e deve ser retirada com supervisão médica, você deve conversar com o seu médico sobre estas reações.É necessário que você também faça um acompanhamento psicológico para você poder lidar melhor com estas questões sexuais.
Equipe UNIAD
Cara Lúcia:
Se você quer retirar o Rivotril, procure um psiquiatra que possa lhe dar a devida atenção e que possa adotar a conduta melhor para o seu caso.Além disto, a síndrome do pânico deve ser tratada também com psicoterapia que ajuda bastante nestes casos e que ajuda na retirada da medicação.É importante que o médico tenha um bom vínculo e dê a devida atenção para melhor ajudar o paciente.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Cara Menara:
O bromazepan não é indicado para ser usado durante a gravidez e não interfere sobre a menstruação. Sugerimos que você procure orientação de um médico para fazer a retirada do bromazepan e verificar o motivo deste atraso menstrual.
Equipe UNIAD
Cara Márcia:
A dosagem de 40 gotas corresponde a 4 mg de Rivotril, que não oferece riscos graves e é uma dosagem segura. É necessário que seja investigada outras causas do óbito. Infelizmente o mal de Alzheimer é acompanhado de várias complicações clínicas e tem um prognóstico reservado.
Equipe UNIAD
Caro Maurinho:
Recomendamos que você procure o seu médico para uma avaliação e conduta sobre o seu caso.
Equipe UNIAD
ESTOU PERCEBENDO MINHA MEMORIA LENTA, PODE SER POR CAUSA DO USO DA CERVEJA?
Cara Maria Galdina:
Ouso de medicação associado a ingestão de bebida alcoólica é desaconselhável. Sugerimos que você converse com o seu médico para mais orientações.
Equipe UNIAD
Cara Jéssica:
O Pamelor é uma medicação segura e que deve ser acompanhada com supervisão médica. Pelo seu relato ela está lhe trazendo benefícios, o seu médico vai acompanhá-la para verificar a necessidade e o tempo de uso necessário sem prejuízos.
Equipe UNIAD
Usuarios de crack e alcool podem tomar Pamelor? Na bula fala sobre risco de suicidio, mas não diz se pode ocorrer em usuarios de drogas.
obrigada
Cara Rita:
Se houver indicação - paciente usuário de crack e álcool com diagnóstico de depressão- pode ser utilizado o Pamelor. A maioria das bulas de vários antidepressivos tem este aviso pois em alguns casos o paciente tem a melhora psicomotora mas se mantém com o humor deprimido e a ideação suicida,com isto podem partir para a tentativa de suícidio. Portanto estas medicações somente devem ser administradas com orientação médica.
Equipe UNIAD
Elis:
Seria interessante você conversar com o seu psiquiatra, pois há várias causas que podem influenciar no motivo de você estar engordando.Não há dados suficientes para justificar que a medicação esteja provocando este efeito.
Equipe UNIAD
tenho 34 anos e tomo co remedio Clonazepam faz uns 2 anos.Faz 1 semana que meu remedio acabou e estou esperando a receita ficar pronta para eu pegar mais.Nessa semana sem o remedio, foi um pouco conturbada, faz 3 dias que nao durmo direito e estou sentindo formigamento nas maos,no rosto,nos pés,nos lábios,e um pouco de sentimento de sufocamento.Gostaria de saber se esses sintomas podem ser a falta do medicamento, algum efeito colateral que a falta do Clonazepam traz.Me ajude por favor, o que devo fazer???
Grata.
Cara Alessandra:
Os sintomas, pelo seu relato, indicam um quadro de síndrome de abstinência pela falta do Rivotril. Sugerimos que você converse com o seu médico sobre reavaliação terapêutica e a possiblidade de retirada do Rivotril.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Cara Janice:
Existe o risco de engravidar se você esquecer de tomar o anticoncepcional um dia, apesar do risco de ser muito baixo se você já o toma há algum tempo, seria importante você pedir a orientação de um ginecologista. Pode ser solicitado um exame de sangue chamado beta-HCG para descartar sua dúvida, pois ele é confiável. É importante frisar a importância do uso correto do Rivotril e do uso dele ser feito com acompanhamento médico
Equipe UNIAD
Quando vou passar por situações diferentes em minha vida, prejudico muito meu estomago, tem fases q fico tão ruim do estomago q vomito muito, sem parar, dois tres dias seguido, não consigo colocar nada no estomago e tenho q ficar tomando soro nos hospitais, perco muito peso, o q devo fazer? Tenho uma consulta marcada com Médido Ortomolecular, será q é bom? Obrigada
Cara Hildete:
O médico ortomolecular não é o profissional indicado para o seu caso. Sugerimos que passe por uma avaliação psiquiátrica para uma conduta adequada, pois pelo seu relato sugere um quadro ansioso com somatização, mas somente com a avaliação médica será esclarecido o diagnóstico e efetuada a conduta terapêutica para o seu caso (uso de medicação e/ou psicoterapia) .
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Obrigada!
Cara Fernanda:
Você deve conversar com o seu obstetra e com o seu psiquiatra sobre o custo benefício do uso do Rivotril durante a gravidez, pois existe o risco de má formação. A retirada do Rivotril deve ser feita de maneira gradual e com supervisão médica.
Boa Sorte!
Dr Elton Rezende - Alamedas
Cara Priscilla:
Você deve conversar com o seu psiquiatra sobre a melhor forma de realizar a retirada do Rivotril, é possível sim realizar a retirada deste medicamento. Sugerimos que você faça também um acompanhamento psicológico, que pode ser a terapia cognitiva comportamental,pois ajuda bastante nestes casos.
Boa Sorte!
Dr Elton Rezende - Alamedas
è que eu tenho uma amiga que diz já ter tomado e não aconteceu nada só dormiu por dois dias, é possível??
Caro Clovis:
O uso nesta dosagem provoca sedação, confusão, diminuição da frequência respiratória e perda da coordenação motora. Como você próprio relatou,ela ficou sedada ou seja dormiu durante dois dias. Ainda bem que não aconteceu nada pois há casos em que pacientes acabam se afogando no próprio vômito por causa da regurgitação de alimentos que podem ir para no pulmão.Pelo seu relato, a sua amiga precisa de ajuda pois este uso incorreto pode trazer prejuízos para ela no futuro.
EQUIPE UNIAD
Há 4 anos tenho um diagnóstico de síndrome do pânico e recentemente DTM, o que tem prejudicado significativamente a minha qualidade de vida. É tanta dificuldade, são tantas dores tensionais que vejo a hora perder o emprego e/ou o meu relacionamento, por atrapalhar demasiadamente a execução de atividades básicas. Enquanto eu sofro com esse problema, todo mundo continua achando que eu tenho "sucesso em tudo que faço"...
A DTM, um dentista está tratando com um aparelho dentário; o "pânico" hoje, está mais para uma ansiedade generalizada, menos medo, porém uma tensão (na região do ombro/braços e cansaço nas pernas) que não sara, por vezes também uma sensação de desmaio e exacerbada fragilidade emocional. Tomei por uns três anos o Apraz, variando nesse tempo de 0,25mg até o máximo de 1mg por dia.
Há um mês reiniciei a psicoterapia e na semana passada, fui a um neurologista recomeçar pela quarta ou quinta vez um tratamento, interrompido por problemas em planos de saúde e/ou falta de confiança nos médicos clínicos/psiquiatras que eu havia ido, devido a falta de resultado e de acompanhamento. Cada médico, cada conversa é uma esperança, mas nessa minha caminhada encontrei pouquíssimos que estudaram essa matéria. Hoje, sinto falta da medicação e sinceramente não sei quem maltrata mais: a doença ou os remédios "controlados"!
Este neurologista passou rivotril (0,5 mg) + pamelor (10mg) + atividade física + psicoterapia cognitiva + acupuntura (comprei os dois primeiros; os dois últimos ainda não encontrei serviço no meu plano de saúde da unimed e a atividade física de caminhar está interrompida pelas vertigens que estou sentindo).
Adoro minha família, não gosto de ficar isolada, amo o que faço no meu trabalho e o meu namorado. Não gostaria de viver "dopada" ou dependente do lobby da indústria farmaceutica, gostaria de escrever, ensinar, ter filhos e por isso queria pedir-lhes uma opinião que seja sobre essa situação, a vossa experiência nesse aspecto, ou pelo menos uma luz sobre a provável eficácia dessa combinação que hoje inicio. Se tiverem tratamentos a indicar em fortaleza, também gostaria de saber.
Agradeço muito. Podem ter certeza de que o trabalho de vocês é muito humano e vai muito além da obrigação profissional, pelo que lhes admiro e parabenizo.
De qualquer modo, agradeço-lhes a atenção que já me fez melhorar um pouco.
Um grande abraço,
Ana
Cara Ana:
O tratamento em saúde mental depende muito da empatia e da confiança que você tem no profissional que está cuidando de você. A psicoterapia em seu caso é fundamental e a medicação no tratamento da ansiedade ajuda também, mas a psicoterapia vai ajudá-la a lidar com o estresse cotidiano de maneira mais tranquila.Por questões éticas não damos opiniões ou julgamentos sobre o tratamento proposto, portanto vale a pena conversar com o seu médico sobre suas dúvidas e questões sobre a terapêutica, o diálogo e a relação médico paciente é fundamental neste caso.O tratamento é prolongado porém os resultados são duradouros se fizê-los corretamente. Quantos a indicação de profissionais em Fortaleza sugerimos procurar no site www.abpbrasil.org.br , onde tem uma lista dos profissionais em sua cidade .
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
Sonia,
A sertralina e o Rivotril não provocam interação medicamentosa com os anticoncepcionais.Sugerimos que você passe por uma avaliação ginecológica para o diagnóstico e tratamento da amenorréia (ausência de menstruação).
Equipe UNIAD
Cara Juliana:
Como você disse está sendo muito penoso você viver assim, portanto, sugerimos que você passe por uma avaliação psiquiátrica e psicológica para um acompanhamento em saúde mental. Com o tratamento você poderá aprender a lidar melhor com as situações do cotidiano e melhorar sua assertividade para não ficar sofrendo calada. Dependendo da região onde você mora, procure na secretaria de saúde onde há um caps para atendê-la.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Cara Luci:
Vale a pena conversar com o seu psiquiatra sobre estes sintomas para um ajuste medicamentoso. Como você falou sobre o transtorno bipolar, seria interessante conversar com ele para verificar qual a melhor medicação neste momento para melhorar estes sintomas e também fazer um acompanhamento psicológico.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Tomo rivotril a 16 anos, inclusive em 3 gravidez e amamnetei todos em torno de 2 anos, são todas crianças super inteligente e saudaveis.No começo quando foi dectato sindrome do pânico, na epoca eram 3 gotas de manhã, 3 a tarde e cinco a noite, com o passar do tempo mudei de cidade e eu por conta propria tirei as gostas de dia e fiquei só com as da noite que eu diminui para 3, me sinto bem, só que as vezes sinto que estou com labirtinte, então minha duvida é, apos esses anos todos, mesmo sendo doses pequenas o rivotril ainda faz efeito?, qual ou quais são os problemas por tomas tantos anos mesmo sendo doses pequenas, e se quando eu estiver com tonturas que são raras, ele tem o efeito de ajudar?
Grata pela atenção.
Cara Maristela:
Pelo seu relato, a quantidade que você está tomando (3 gotas) não faz nenhum mal, porém no seu caso não há maneira de afirmar se está fazendo mal a você sem uma avaliação clínica. É importante passar por um médico para avaliar melhor estas tonturas para um tratamento mais efetivo.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Caro Fernando
Seria interessante conversar com o seu médico a melhor forma de reduzir o Rivotril, infelizmente não há um esquema pronto, a retirada é individual. Para avaliar a questão dos pesadelos seria interessante você também fzer um acompanhamento psicológico, que inclusive vai ajudá-lo na retirada do Rivotril, pois a terapia vai ajudá-lo a trabalhar com questões cotidianas que lhe provocam ansiedade.
Dr Elton Rezende - Equipe Alamedas
Cara Joice:
A meia vida do Rivotril (Clonazepan) é de 20 a 40 horas, ou seja, após este período a substância não estará mais em seu organismo, com o desaparecimento dos sintomas. Se os sintomas persistirem vale a pena consultar um médico para avaliar o que está acontecendo.É importante também a sua pergunta para demonstrar o cuidado que se deve ter ao tomar a medicação, verificando a embalagem ou rótulo e sempre deve ser tomado com orientação médica.
Dr Elton Rezende - Alamedas
Cara Sônia:
É importante conversar com o profissional médico que a assiste pois ele é a melhor pessoa para orientá-la sobre este tipo de conduta. Além de medicações, há também as técnicas cognitivas comportamentais que ajudam bastante a parar de fumar, em alguns casos sem necessidade de intervenção farmacológica, mas isto depende da avaliação e acompanhamento especializados para determinar como será esta conduta.
Boa Sorte!
Dr Elton Rezende - Alamedas
consigo escrever pois tremo muito, percebi que tenho crises de ansiedade, meu medico receito lexotan 3mg, mas não fez efeito nenhum
estou preocupado pois tenho medo q meu quadro piore..
Caro William:
É essencial o atendimento de um profissional especializado, no caso um psiquiatra, para uma avaliação e conduta específica para o seu caso.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
É essencial o atendimento de um profissional especializado, no caso um psiquiatra, para uma avaliação e conduta específica para o seu caso.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
É essencial o atendimento de um profissional especializado, no caso um psiquiatra, para uma avaliação e conduta específica, e para a retirada da medicação que você mencionou. Além do acompanhamento psiquiátrico, deve ter também o acompanhamento psicológico para você poder lidar melhor com as adversidades do cotidiano.Com o acompanhamento correto e regular é possível tirar estas medicações.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
Sugerimos um acompanhamento multisciplinar em saúde mental de preferência em regime de CAPS para trabalhar a reabilitação psicossocial.
Dr Elton Rezende - Alamedas
Sugerimos que você passe por uma avaliação especializada, de preferência com o psiquiatra, para avaliar a necessidade de manutenção do Rivotril. Um dos efeitos do uso a longo prazo estão relacionadas aos distúrbios de memória.
Caro André:
O Rivotril provoca dependência e os sintomas que você mencionou são característicos da síndrome de dependência. Os riscos do uso a longo prazo estão relacionados a deficits de memória. Sugerimos a avaliação psiquiátrica para uma conduta adequada para o seu caso.
dr Elton Rezende - Alamedas
Cara Elieti:
É fundamental que você tenha o acompanhamento psiquiátrico e psicológico para você poder lidar melhor com esta questão tão dolorosa para você e também para uma conduta medicamentosa mais adequada.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
É essencial o atendimento de um profissional especializado, no caso um psiquiatra, para uma avaliação e conduta específica para o seu marido. O acompanhamento psicológico também é fundamental, principalmente na fobia social, pois o tratamento com a terapia cognitiva comportamental tem grande auxílio neste tipo de fobia.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
Cara Ramona:
O seu médico é a melhor pessoa para esclarecer suas dúvidas pois é através da avaliação dele que será dada a conduta farmacológica mais adequada para o seu caso . O TOC é uma condição psiquiátrica onde é fundamental o acompanhamento psiquiátrico e psicológico.
Boa Sorte
Dr Elton Rezende - Alamedas
HA UM ANO E MEIO , MAS NAO MELHORO O QUE FAÇO?
Prezada Silvana,
Não é possível opinar a respeito da medicação sem saber com detalhes dados do exame psíquico e da sua história clínica. É fundamental que você seja avaliada por um psiquiatra e que essa queixa de insônia lhe seja apresentada.
Atenciosamente,
Equipe UNIAD
Prezado Kleber:
É importante você conversar com o médico da sua mãe e esclarecer suas dúvidas, ele é a melhor pessoa para responder sobre seus questionamentos. É fundamental também que sua mãe esteja em acompanhamento psicológico, que ajuda bastante nestes casos.
Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Gostaria ainda de saber se o Rivotril seve de Inibidor Selectivo de Recaptação de Seratonina, como a dapoxetina.
cumprimentos
Caro Pedro:
O Rivotril ( nome genérico: Clonazepan) é um benzodiazepínico com função de controle da ansiedade. Ele não é um antidepressivo e não é um inibidor da recaptação da serotonina. Ele não é usado com o objetivo de controle da ejaculação precoce e há registros de alterações na função sexual.Vale a pena conversar com o seu médico a respeito destas dúvidas e como elas estão interferindo na sua vida.
Um abraço!
Equipe UNIAD
Minha mãe toma bromazepam 3mg há aproximadamente 18 anos, e o neurologista resolveu descontinuar o uso por que está fazendo mal a ela, causando tremores, dificuldades na memoria e porque ela já não estava mais se sentindo bem. Alem disso, atraves de uma tumografia ele constatou que falta oxigenação no cerebro.O problema é que ela tá tendo crises de abstinencia, tremores, quase convulsão. ele recomendou que durante 10 dias ela tomasse meia dose, e depois, dia sim, dia não. E como ela não dorme se não o tomar, ele receitou amitripitilin. Depois receitou nimodipinaa. e agora a carbamazepina. mas esse último q era pra conter as convulsões não está funcionando.O que faço? Não aguento ve-la sofrer, ela tem espamos, cai, derruba o que tem na mão..tem algum medicamento que ameniza essas crises
Desde já agradeço a atenção de vocês.
Cara Terezinha:
É necessário que você converse com o neurologista de sua mãe para fazer o ajuste mais adequado. Infelizmente somente pelos seus dados não há como informar qual a medicação mais adequada,além de ser anti-ético indicarmos alguma medicação para ela. Converse com o médico de sua mãe sobre o que está acontecendo para ele poder prescrever a medicação mais adequada para ela .
Equipe UNIAD
Cara Emiliana:
Sugerimos que você converse com o seu psiquiatra, ou se você está sem acompanhamento psiquiátrico, faça uma avaliação psiquiátrica para fazer este desmame. É fundamental que você tenha o acompanhamento deste profissional, inclusive durante sua gravidez. Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Caro Luiz:
Sugerimos que você converse com o seu psiquiatra sobrea possibilidade de que você também faça acompanhamento psicológico, de preferência na linha cognitivo-comportamental, que lhe ajudará a lidar melhor com as questões que você mencionou em seu relato.
Equipe UNIAD
Já adulto fiz tratamento com o medicamento ortenal, na época fiquei aproximadamente 4 anos sem nenhum problema após a retirada do medicamento, porém, houve conflito emocional após esse período que passei a ter as crises novamente, e sempre que vinham eu gritava (Não Papai, Não Mamãe) muito alto e por várias vezes até passar a crise que éra uma eternidade. Após esse trauma passei a ter também crise cvonvulsiva, perder os sentidos e ter crise idêntica à crise heplética, e as crises de terror continuavam de 5 a seis vezes os dias que se manifestavam. Passei a fazer tratamento com um medicamento que não me lembra o nome, mas que passei a ter crises convulsivas toda semana. Procurei outro médico que começou novo tratamento com rivotril 2 mg 2 vêzes ao dia e trileptal 300 mg 2 vezes ao dia. Houve melhora, porém, eu queria cortar o uso do rivotril devido ser tarja prta e uma dose alta a meu ver. Com informações de um médico amigo meu, procurei um psiquiatra que mudou a medicação tirando o rivotril, de início parecia bem, mas passei ater crises de pânico tão intensa e freqüente que voltei ao médico anterior, voltei a tomar o rivotril 2 mg 2 vezes ao dia e mudou o trileptal 300mg pra o neural 100 mg. Melhorou muito, mas ainda tenho crises idênticas as de criança que quando se manifestam são várias vezes ao dia ou à noite e não consigo gritar por " Não Papai, Não Mamãe". Procurei e fiz tratamento com psicólogo através de regressão, melhorei por algumm tempo. mas perdura até hoje aos 60 anos. Esse quadro pode ainda ser revertido? É crise de pânico ou devido à uma pequena área irritativa em têmpora esquerda, constatada em exames? será que ainda posso através de terapia ter sucesso?
Caro Luiz:
Sugerimos que você converse com o seu psiquiatra sobrea possibilidade de que você também faça acompanhamento psicológico, de preferência na linha cognitivo-comportamental, que lhe ajudará a lidar melhor com as questões que você mencionou em seu relato.
Equipe UNIAD
TEnho 24 anos,ja fiz uso de rivotril 2mg por algum tempo,mas deixei de tomar.
FAço uso de bromazepam 6mg ha 7 anos,comecei tomar por conta própria e quando tentei retira-lo passei por momentos aterrorizantes,sintomas terríveis,típicos de abstinência...
Sou muito desanimada,poucas coisas me faz feliz,quase nada me aempolga,e ultimamente tenho sentido muito medo,pois eu morava em uma cidade pequena,pacata e no momento estou morando em uma cidade grande e violenta.
Há dias q só consigo dormir quando tomo 9mg do comprimido,sendo 3mg de manha,3mg a tarde e 3mg a noite,e quando a ansiedadde o medo e a angustia aumenta,só melhoro se tomar Ansitec 10mg (uso esporádico).
Sei que esse remedio esta me causando perda de memória,concentraçao nos estudos e no cotidiano,preciso muito deixá-los.
Como eu faço??
AINDA É POSSIVEL ME LIVRAR DESSES REMEDIOS QUE TANTO TEM PREJUDICADO MINHA VIDA????
quero ser feliz sem precisar de drogas em meu organismo!!
Me ajude!!!
Obrigada!!!
Cara Aline:
Você deve passar por uma avaliação psiquiátrica para diagnóstico e tratamento corretos. A auto medicação é perigosa e como você mesmo disse em seu relato, este tipo de conduta não tem te ajudado. Além de uma medicação mais adequada para o seu problema, você poderá passar por uma psicoterapia que lhe ajudará a lidar com situações do cotidiano sem recorrer às medicações. Boa Sorte!
Equipe UNIAD
Cara Ângela:
Obrigado por seu relato. Ele é importante para mostrar as pessoas como o apoio da família e da ajuda do psiquiatra e do psicoterapeuta são fundamentais no tratamento e recuperação dos pacientes. Muita gente fica com medo de procurar ajuda, se auto-medicando e sofrendo, sem saber que este sofrimento pode ter uma solução como você mesma disse em seu relato. Boa Sorte e parabéns aos seus familiares e aos profissionais que a assiste!
Equipe UNIAD
Petras:
O uso do Rivotril está sendo feito com acompanhamento psiquiátrico? No tratamento da síndrome do pânico é essencial o acompanhamento médico e psicológico. O Rivotril é uma medicação que provoca um alívio rápido, porém provoca dependência e as outras medicações demoram a fazer efeito, mas são efetivas em longo prazo. Procure ver com seu psiquiatra o que vocês podem fazer em relação ao seu tratamento.
Abraço
Equipe UNIAD
Bom tomo rivotril 2mg, meio comprimido demanha e meia a noite...faz 2 anos já que tomo rivotril,tomava em gota,mas preferi comprimido 2mg...só que de uns tempos pra cá tenho tido umas crise horriveis e sensações estranhas fora o coração parece estar descompassado...fiz eletro e nada...o medico diz "anciedade"....Poxa to triii desanimado!!!Talvez a dose ta pouca do rivotril o vou ter que tomar algum medicamento a mais! Marquei cardiologista pra fazer um checap, tambem acho que meu sistema nervoso está com algum problema,pois tremo muito as maos, insonia, mechendo as pernas sentado...se discuto fico muito nervoso e tremulo, coração dispara....
Que ajuda eu poderia procurar?
Neurologista, psiquiatra,cardiologista os 3 ????
Agredeço desde já!!!Espero resposta...Abraço a todos que estão com dificuldades e fé em DEUS.
Caro Igor:
Além do acompanhamento do neurologista por causa da reabilitação da Síndrome de Guillan Barré, é essencial você ter uma avaliação psiquiátrica para verificar se você está com sintomas de depressão ou de síndrome do pânico. Com o acompanhamento adequado você tem grandes chances de melhora.
Um grande abraço
Equipe UNIAD
Cara Glaúcia:
Você fez correto em procurar a ajuda do psiquiatra. A medicação pode demorar um mês para fazer o efeito esperado e a conduta dele em retirar o Frontal está correta. É essencial você conversar com ele para ajudá-lo em suas dúvidas e angústias em relação ao seu tratamento.
Abraço
Equipe UNIAD
Cara Odete:
É necessário passar por uma avaliação psiquiátrica para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. Não tenha medo de passar pelo psiquiatra, pois ele vai ajudá-la em uma medicação que vai tratar os sintomas que você apresenta e também tratar da dependência do Rivotril, fazendo sua retirada gradual. O Rivotril é um ansiolítico, não é um antidepressivo, por isto você não tem apresentado melhora. Outra coisa importante é que com uma avaliação psiquiátrica, você pode ser encaminhada para terapia cognitiva comportamental, onde você vai aprender a lidar com a ansiedade e com algumas questões da vida, sem necessidade de usar o Rivotril.
Equipe UNIAD
Caro Ricardo:
O Rivotril é uma medicação de uso controlado que provoca dependência, devendo ser usado somente sob supervisão médica. Portanto sugerimos que procure o médico psiquiatra para avaliação e conduta adequada.
Equipe UNIAD
idade : 18 anos só !
obrigado !
Caro Erick:
Pela sua história percebo um grande sofrimento que inclusive seu psicólogo já identificou. Você disse que não teve tempo de passar no psiquiatra, mas está há 5 meses com este sofrimento, não está na hora de você pensar em arranjar um tempo para cuidar de você? É necessário passar por uma avaliação psiquiátrica, pois ele vai passar um medicação mais adequada para o seu caso, e se você fizer o tratamento regularmente a chance de melhorar é muito grande. A automedicação com o Lexotan é errada, pois pode piorar seu prognóstico pelo risco de provocar dependência.
Equipe UNIAD
Cara Bia:
O Rivotril é uma medicação segura desde que usada corretamente e em doses terapêuticas, evitando o uso de álcool durante o seu uso. Seguindo estas indicações não há risco de coma. Pelo seu relato vale a pena você passar por uma avaliação psiquiátrica pois o tratamento mais efetivo para a Síndrome do pânico ou depressão é a associação de terapia medicamentosa com a psicoterapia cognitiva comportamental.
Um abraço!
Elton Rezende - Psquiatra UNIAD
Cara Teresinha:
O Rivotril é uma medicação que, se usada por longo prazo provoca dependência e sua interrupção abrupta provoca os chamados sintomas de Síndrome de abstinência. Esta retirada deve ser acompanhada pelo psiquiatra, que vai definir como ela vai ser retirada e até lhe avaliar a necessidade do uso de outras medicações, além do acompanhamento psicoterápico que é fundamental na fobia social.
Um abraço
Elton Rezende - Psquiatra UNIAD
Estou completamente viciada neste medicamento que comecei usar depois que meu filho se envolveu com o crack. Meu filho tem um temperamento dificilimo e eu estava esgotada dai o médico me receitou Rivotril e agora estou apavorada com esta dependencia, eu gostaria de parar, como eu faço o desmame de forma que consiga levar a vida com o problema de meu filho. Tenho sintomas horriveis quando tento diminuir e minha depressão fica muito maior, não tem antidepressivo que resolva minha depressâo, sou refrataria. Me ajude pelo amor de Deus.
abraços e obrigada
Cara Rita:
Imagino o quanto está sendo penoso para você lidar com esta situação. È essencial que você faça um acompanhamento psicológico, além do psiquiátrico para você poder lidar com seu filho e suas próprias questões. Quanto ao Rivotril, uma gota equivale a 0,1 mg ,ou seja você está tomando ao equivalente a 1,3mg (ou a dois comprimidos e meio da dose do comprimido de 0,5 mg).O desmame é feito somente sob a assistência de seu médico psiquiatra, pois ele vai verificar melhor o ritmo e a dosagem da retirada, além de introduzir uma medicação mais efetiva para a sua depressão.
Abraço,
Elton Rezende - Psiquiatra UNIAD
Cara Lidiane:
Você descreve um padrão de uso mais esporádico de Rivotril, somente em momentos de crise. Este padrão muito provavelmente não trará grandes prejuízos. No entanto, você segue sintomática. Nossa sugestão é você reavaliar a necessidade da introdução de um antidepressivo junto a seu psiquiatra e quem sabe iniciar uma psicoterapia ou ainda acoplar intervenções de terapia complementares como relaxamento, yoga, dança,entre outras.
Boa sorte
Alessandra Diehl
Psiquiatra UNIAD
Iniciei o tratamento no dia 29.03 e, durante duas noites, tomei o rivotril e dormi de forma satisfatória, sentindo-me bem ao acordar. Entretanto, não pretendo continuar tomando o rivotril por muito tempo, mas apenas até a eficácia da paroxetina se estabilizar no meu organismo.
Será que a paroxetina, ao controlar a ansiedade, é suficiente para eu voltar a ter o meu sono normal, como há pouco tempo atrás, pois até então nunca tive problemas para dormir?
Qual o tempo máximo de segurança que se poderia tomar o rivotril nesta dosagem mínima sem o risco de dependência?
Prezado Mario
É bem possível que a medida que a paroxetina comece a fazer efeito ( em geral duas semanas) você tenha em paralelo melhora da sua qualidade do sono sem a necessidade de usar o Rivotril. Na verdade, é muito difícil dimensionar em termos de tempo a segurança da medicação para um potencial efeito dependógeno, uma vez que existem outros fatores igualmente importantes que podem corroborar para que isto aconteça. É importante que você esteja preocupado com isto, pois certamente não deverá tomar a medicação indefinidamente. Quem sabe estipular uma meta de tempo com seu médico?
Boa sorte
Alessandra Diehl
Psiquiatra UNIAD
Caro Jovem Gustavo
Você está no caminho certo ao seguir se tratando. TCC + medicação antidepressiva são os tratamentos mais recomendados para transtornos do pânico. O que não deve ser recomendado no seu caso é o uso de bebidas alcoólicas juntamente com a medicação. Se você seguir as orientações corretas não existem possibilidades de ter uma crise convulsiva quando da descontinuação da medicação. Não desista, siga buscando sua melhora. Você já pensou em associar uma atividade física ao seu tratamento? As terapias complementares são igualmente úteis.
Boa sorte
Alessandra Diehl
Psiquiatra UNIAD
Prezada Sra. Laila,
No tratamento psiquiátrico, é fundamental que se estabeleça um vínculo de confiança com o psiquiatra, de maneira que as possíveis reaçoes adversas e até mesmo a falta de controle dos sintomas seja adequadamente relatadas a ele. Trata-se, portanto, de uma relação que vai muito além das medicações prescritas.
Caso os sintomas ainda não estejam completamente controlados ou as medicações estejam lhe causando algum desconforto devido a reações adversas, sugiro que relate isso ao seu médico para que os ajustes sejam realizados.
Caro Anderson, é aconselhável que você procure um psiquiatra especialista em dependência química.
Prezado Pedro Paulo,
O Rivotril tem as suas indicações médicas e a síndrome vestibular periférica irritativa é uma delas. Utilizado com critério e sob prescrição médica, o uso dessa medicação é legítimo.
Atenciosamente,
Equipe UNIAD
melhorei bastante mas ainda me sinto meio infantilizada.
no meu caso a riperidona deveria ser indicada mesmo eu tendo que fazer uso de anticonvulsivos a mais de seis anos?
Prezada Cíntia:
Quem melhor pode lhe responder esta questão é seu neurologista ou seu neuropsiquiátra. Em geral, alguns tipos de epilepsias tem como critério de "cura" os 5 anos anos de tratamento regular sem nehuma crise. A risperidona por sua vez, embora traga risco de crises convulsivas é ainda o antipsicótico que tem menores riscos quando comparados aos de alta potência como a clorpromazina. Na verdade, acredito que seu médico deva ter pesado o que chamamos de risco versus benefício para uma situação emblématica como a sua.É mais risco você ficar com sintomas psicóticos do que o risco de você voltar a ter uma crise convulsiva induzida pelo antipsocótico. Converse com seu médico sobre estas questões, nada deve substituir a boa relação médico paciente.
Atenciosamente
Alessandra Diehl
Psiquiatra UNIAD SBC
Prezada Lunalva,
É recomendável que você seja avaliada por um psiquiatra. Os sintomas são compatíveis com um quadro ansioso que talvez se beneficie mais pelo uso de um antidepressivo. O Rivotril ficaria reservado apenas para os momentos de crise.
Dr Sandro - UNIAD
Prezada Luana,
A sua rica descrição aponta para um quadro ansioso (talvez o transtorno de ansiedade generalizada). É bastante freqüente a ocorrência de recaídas, particularmente em reação a situações adversas de vida. Portanto, não se sinta constrangida por necessitar novamente de psicoterapia. Além disso, é altamente recomendável que você continue o acompanhamento psiquiátrico. Se o antidepressivo atual está fora das suas possibilidades financeiras, isso deve ser dito ao seu médico para que a prescrição seja readequada para a sua realidade nesse momento. O uso exclusivo do Rivotril deve ser evitado. Esse medicamento deve ser utilizado preferencialmente apenas nas crises intensas de ansiedade e o antidepressivo cumpre o papel de tornar
essas crises cada vez mais raras.
Dr Sandro - UNIAD
Fiz todos es exames físicos e nada constaram, é coisa da minha mente msm.
OBS: Ressaltando que nunca tive crise de pânico, muito menos tenho depressão, sou uma pessoa normal, porém na hora de me alimentar é onde vem td a memória, as vezes a comida até para na garganta, daí meu coração já dispara e desisto de comer...na realidade é como se devido ao medo, eu tivesse desaprendido a comer, entende? Quero saber se é fobia, pânico e como devo me tratar, pois o psiquiatra que passei não me deu a mínima atenção, só me receitou remédios, além do RIVOTRIL, me receitou Clomipramina e Carbamazepina e achei muita coisa e por conta própria não tomo, somente o Rivotril mesmo.
Me ajudem por favor!!
Deus os abençõe e no aguardo!
Cara Cristiane Aparecida
Com os sintomas que voce descreve fiquei acreditando que podes ter um transtorno chamado de transtorno de estresse pós-traumático. Esse problema ocorre após a pessoa ter vivido ou testemunhado um evento grave (com morte, ou ferimento, ou ameaça de morte), o que gerou intenso medo, sensação de impotência ou horror.Esse evento é persistentemente revivido com recordações que provocam aflição e que dão a sensação que o evento traumático está acontecendo novamente (ou prestes a ocorrer). Também ocorre respostas físicas (como a dormencia e a sensação de engasgamento).
A pessoa passa a evitar situações semelhantes ao que lhe foi traumática (por exemplo se uma pessoa foi sequestrada ao sair de casa a noite, a pessoa passa a não sair mais de casa no período noturno - no seu caso evitar alimentos). Dificuldades com o sono, Irritabilidade ou surtos de raiva,dificuldade em concentrar-se, hipervigilância (uma sensação de alerta o tempo todo) são sintomas comuns tambem.
O tratamento é a associação de medicamentos com terapia. Entre os remédios os mais estudados são os antidepressivos (como a fluoxetina, sertralina e paroxetina), os calmantes (como o rivotril) são utilizados como coadjuvantes na maioria dos casos, ou seja são uteis mas devem ser utilizados juntos aos antidepressivos.
Procure um médico e fale sobre a possibilidade de estar com este diagnóstico
Boa Sorte
Daniel Cruz Cordeiro - Psiquiatra UNIAD-SBC
tire minhas duvidas por favor.
Cara Ana Parná:
Certamente esta combinação de medicação não tem relação com ganho de peso.O citalopram é um inibidor de serotonina assim como a fluoxetina, com diferenças em questões de metabolismo hepático apenas, além do preço , é claro !
Boa sorte
Alessandra Diehl
Psiquiatra UNIAD
minha idade é 30 anos.
Marcelo: isso tudo que voce descreveu parece muito ser relacionado com sintomas de ansiedade e talvez até uma crise de pânico. Há tratamento medicamentoso para isso e tambem terapia comportamental para alguns casos, e nos dois tipos de tratamento voce pode melhorar bastante e sentir imenso alivio desses sintomas desagradaveis. Normalmente o profissional que realiza esse tipo de tratamento é um psiquiatra que irá avaliar se o seu caso necessita de medicação e de encaminhamento para um psicologo para a terapia. Porem é necessario realizar uma boa investigação cardiologica para se descartar qualquer outro problema clinico que possa estar causando esses sintomas (como por exemplo uma dosagem dos seus hormonios da tireóide). Alem disso, ha algumas substancias e alguns medicamentos que podem causar sintomas como os que voce descreveu, quando são ingeridas em excesso e isso tambem pode ser discutido com um psiquiatra.
Boa sorte, espero que melhore!
Abs
Dr. Claudio Fávaro
Psiquiatra UNIAD SBC
Rosenilda: muitos sintomas podem iniciar após um evento estressor, como voce referiu o acidente do seu irmão. Algumas pessoas desenvolvem o transtorno do estresse pós traumático, com sintomas de ansiedade e às vezes depressivos, entre outros. Normalmente a medicação mais indicada é um antidepressivo, como o pondera (paroxetina) que voce referiu, que deve ser tomado por um periodo longo, principalmente se os seus sintomas retornaram após o primiro tratamento. Essa medicação não causa dependencia e demora algumas semanas para que o paciente sinta o efeito desejado. Ja o rivotril (clonazepam) à vezes pode ser usado em episódios onde a ansiedade é muito importante, no início do tratamento com os antidepressivos. Mas não deve ser tomado isoladamente no seu caso. O ideal é voce conversar com o médico que esta fazendo o seu acompanhamento para que ele ajuste a dosagem do seu antidepressivo para que voce não apresente sintomas de ansiedade (= medo de morrer) e assim possa reduzir e parar com o clonazepam, se ele achar indicado.
Katia:
Respondendo a sua pergunta, o rivotril pode prejudicar o coração em doses muito altas, mas não na dosagem que voce esta usando. Às vezes a ansiedade e o pânico pode dar a sensação de aperto no peito, mas se este sintoma estiver muito frequente, voce poderá passar em uma avaliação com o cardiologista e fazer alguns exames, como o eletrocardiograma por exemplo. Alíás, este exame é muito bem indicado para quem faz uso de antidepressivos como o pamelor, pelo menos uma vez por ano de acordo com a idade do paciente. Outra coisa: se essa dor no peito for somente da ansiedade, talvez voce possa conversar com seu médico sobre tentar outras medicações que controlem melhor os sintomas.
Eu vivia bem,e uma dia eu tava num local,e sem mais e sem menos senti de repente um cala frio no corpo,e minha mente ficar longe,uma sensação horrivel.Com medo não disse a nínguem o que eu tava sentindo,uma coisa mto estranha na cabeça,na mente,eu tinha consciencia do que tava acontecendo,do que fazia,pois bem,fiquei assim po varios anos,me casei e tive 2 filhos,ate q tive uma crise mto forte,parecia que eu ia perder a noção da vida,então fui para o hospital,expliquei oque tava acontecendo e me encaminharam para a saude mental e me passaram Rivotril 2mg,tomei por 03 anos e então a medica tirou o remedio gradativamente,oque queria saber:Esses sintomas foram sindrome do panico?Depresão?Vcs saberiam + OU -...sinto umas coisas depois q deixei uso.Quais são os sintomas depois q deixa de usar Rivotril?Obrigada!!!
Cara Solange
Suas queixas são um pouco vagas. Muitas doenças (inclusive clínicas e não somente psiquiátricas) podem cursar com tais sintomas. Pode ter sido pânico. A medicação parece ter te ajudado, tanto é que voce não teve mais queixas.
A médica que te atendeu foi muito sensível ao fazer retirada gradual do remédio para que tu não sentisse a falta da substancia (após 3 anos é comum o paciente já ter estabelecido um quadro de dependencia se o uso foi contínuo)
Que coisas voce sente depois que parou o uso ?
Voce pode estar sentindo sintomas da doença de base que não foi devidamente tratada.
Que tal ter uma nova consulta com seu médico para expor tais queixas ?
Um abraço e boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Médico psiquiatra - UNIAD-SBC
obrigado.
Cara Marta
Tu tens razão o clobazam e o rivotril são ambos benzodiazepínicos, ou seja são medicamentos que funcionam como calmantes.
Tanto o clobazam quanto o clonazepam vem sendo utilizados como medicamentos coadjuvantes em quadros de epilepsia, ou seja apesar de não serem medicamentos propriamente para o tratamento da epilepsia são utilizados juntos com os anticonvulsivantes por auxiliarem o paciente a ficar mais protegidos das crises.
A melhor coisa a fazer é perguntar ao médico que acompanha seu filho o motivo pelo qual ele está com os dois.
Boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Médico psiquiatra - UNIAD SBC
Se eu conseguir fazer o desmame...posso entrar em depressão?
vou precisar de um antidepressivo depois do desmame?
Querida Leitora Ana:
Sim é verdade que você poderá desenvolver dependência a benzodiazepínico em curto espaço de tempo se fizer uso diário desta substância. Isto é um risco que depende de vários fatores, entre eles as vulnerabilidades individuais. O desmame não quer dizer que você entrará em depressão, mas poderá sentir alguns sinais e sintomas da retirada/ descontinuação que podem cursar com humor depressivo e não necessariamente depressão clínica. Você irá necessitar de um antidepressivo se fechar critérios para um quadro de depressão que muito provavelmente já existia antes do uso do BZP e não havia sido diagnosticado corretamente. Nossas recomendações são: (1).Não tome remédio por conta própria. Auto-medicação é prática desaconselhável e pode contribuir para perpetuação de doença (2) Não tome o remédio da amiga porque para ela foi bom. O que serviu para ela pode não ser bom para você (3) Consulte um médico, esclareça suas dúvidas, faça uma avaliação de saúde antes de iniciar uma terapêutica.
Espero ter contribuído, Boa Sorte
Alessandra Diehl (UNIAD)
Cara Marta
O rivotril (clonazepam) é uma medicação segura e muito utilizada para alguns casos de sintomas de ansiedade, porém como qualquer outro remédio tem suas limitações. Tu falas de fobia e ansiedade. Qual diagnóstico recebeste para ser medicada com rivotril ? Ansiedade é um sintoma de várias patologias e fobia é uma patologia que causa ansiedade. Temos várias maneiras de tratar ansiedade algumas até mesmo sem medicação. Para tratar seus sintomas é necessário que tenhas um diagnóstico preciso.
Procure um psiquiatra para uma avaliação adequada e lembre-se que qualquer medicamento quem vem em caixinha de tarja preta tem grande potencial de causar dependencia e tu podes correr o risco de permanecer com os sintomas relacionados à ansiedade e somar à estes um novo problema : Ficar dependente do remédio que tens usado.
Boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Médico Psiquiatra UNIAD-SBC
Caro Silvano:
Converse com seu médico a respeito de iniciar um antidepressivo que seja ao mesmo tempo sedativo. Ou buscar então, por outros medicamentosos que sejam indutores do sono, com menor potencial de dependência. Um a dois anos é muito tempo usando benzodiazepínico.
Atenciosamente
Alessandra Diehl (UNIAD)
Cara Ana:
Você parece descrever um quadro de depressão mista (a qual cursa com ansiedade) e somente através de uma consulta médica é que poderemos indicar o melhor medicamento para você, mediante uma rica avaliação clínica e psiquiátrica. Ter uma espiritualidade é extremamente importante, mas ela sozinha não vai prevenir que você possa ter recidivas de hipertensão, ou ficar dependente desta medicação, ou ainda melhorar a libido pois segue sintomática. Procure o coelga médico e converse sobre estas questões.
Atenciosamente
Alessandra Diehl (UNIAD)
Caro Jair
Infelizmente tal pergunta sobre o consumo de rivotril e outros medicamentos deve ser feita pessoalmente ao seu médico. Cada caso é um caso e deve ser avaliado cuidadosamente.
Não aceite conselhos de amigos ou avaliações corridas. Pro tratamento dar certo (qualquer que seja) ele tem que ser levado a sério.
Boa sorte
Daniel Cruz Cordeiro
Médico Psiquiatra - UNIAD/SBC
Cara Mariá:
Se a sua sociabilidade está zero e você deseja melhorar, não tem outra saída a não ser procurar ajuda especializada. Isto não significa que você tem que ter muitos recursos financeiros para este tipo de tratamento, uma vez que o médico psiquiatra da UBS da sua região ou até mesmo um clínico geral mais hábil com a questão da DEPENDÊNCIA DE BENZODIAZEPNICOS irão manejar estes sintomas facilmente. Portanto, procure ajuda. Colocar empecilhos só posterga a sua melhora e isto não tem preço.
Alessandra Diehl (UNIAD
Fui dependente de cocaina a 02 anos e depois de 13 anos voltei a usar , no começo conseguia usar 08 papelotes por dia , hj já não consigo usar muito e muitas das vezes tenho que tomar o rivotril pq sinto uma batedeira muito grande no peito m fui ao ps e minha pressão estava alta , isso tem haver com a drogras e o rivotril ao somente as drogras , qual o risco dos dois juntos
pois até agora não tive problema,
Cara Cristina:
Certamente uso de cocaína recente com uso concomitante de clonazepam não é uma associação nada recomendável sem prévia avaliação médica. Sabemos que a cocaína causa uma série de alterações cardiacas , incluindo infarto agudo do miocárdio e arritmias cardíacas, entre outras. Você corre o risco por exemplo, de mascarar uma precordialgia ( dor no peito) pensando se tratar de apenas a ansiedade habitual e não buscar ajuda quando na verdade está infartando em casa sozinha e sem recursos para uma eventual parada cardíaca. Portanto, novamente procure ajuda. Preocupa-me mais o uso da cocaína que o próprio benzodiazepníco neste momento de sua vida. É importante lembrar que você já conseguiu ficar abstinente da cocaína por um bom tempo. Lembrar as estratégias que deram certo na vez anterior e buscar ajuda.
Boa Sorte !
Espero ter contribuído
Alessandra Diehl
Tenho 21 anos de idade , e apareceram sintomas em mim da seguinte forma : Vomito , falta de ar , impaciencia , suor nas maos , calor nas costas até a nuca , pressao e pontadas no peito ! fiz exame de sangue , cardioeletrograma , ultrasom do coraçao , raio-x do peito até mesmo uma endoscopia , nada foi constatado ! O endócrina chegou a conclusao que o meu caso era sindrome do panico ! Receitou os seguintes medicamentos , Citta e rivotril ! Realmente os sintomas que eu sentia nao sinto mais , consegui me livrar do citta por conta propria , falta apenas o rivotril 2mg ! Mesmo sem os sintomas tenho medo de algo acontecer comigo ! Nao consiguo ficar em certos lugares acomodado , isso esta me fazendo muito mal ! lugares que eu frequentava que hoje em dia nao consiguo mais ! A minha pergunta entao , Como posso trabalhar meu pscologico para conseguir livras destes medos e do medicamento ! Fico grato aguardo respostar !Abraços
......
Que bom que você já está orientado do ponto de vista médico! Continue seu tratamento.
Identificada e diagnosticada a Síndrome do Pânico, num segundo momento é entender os sintomas e aprender a enfrentá-los para lidar com a ansiedade e as crises. Existem técnicas de auto-gerenciamento, como técnicas respiratórias, de relaxamento, etc. O mais indicado é que você realize uma avaliação psicológica. Atualmente, existem muitos profissionais especialistas no assunto. Procure conversar com sua médica a respeito, ela pode indicar alguém de sua confiança ou você mesmo pode começar a procurar em sua região. Caso tenha convênio médico também se oriente, pois por lei tem direito a 12 sessões por ano de psicoterapia, ou seja, em três meses é possível fazer essa terapia breve com sessões semanais.
Juliana Marinho. Psicóloga ( Equipe UNIAD -SBC)