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Estudo testa ecstasy para tratar estresse pós-traumático PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Sex, 30 de Julho de 2010 15:34

Resultados preliminares indicam que a droga pode controlar sensação de medo

Folha de São Paulo - SABINE RIGHETTI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O ecstasy, droga popular em festas de som eletrônico, pode ter fins terapêuticos se usado de forma controlada, aponta estudo feito nos EUA.
Os pesquisadores testaram o princípio ativo da droga (metilenodioximetanfetamina ou MDMA) em 20 homens e mulheres com estresse pós-traumático. Por dois meses, 12 deles receberam a droga e oito, placebo. Todos foram acompanhados em sessões de psicoterapia.
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Amigos fazem probabilidade de sobrevivência aumentar em 50%, diz estudo PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Qui, 29 de Julho de 2010 13:09

Pesquisadores americanos afirmam que ter poucos amigos é tão prejudicial à saúde como fumo ou alcoolismo.

Estadão.com.br

Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, sugere que ter uma boa rede de amigos e vizinhos pode aumentar as chances de sobrevivência de uma pessoa em 50%.

A pesquisa, publicada na revista especializada PLoS Medicine, chegou a esta conclusão ao analisar dados de cerca de 150 estudos que analisavam as chances de sobrevivência em relação a redes sociais.

Para os pesquisadores americanos, ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à sobrevivência de uma pessoa como fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.

Os cientistas acreditam que tomar conta de outras pessoas nos leva a cuidar melhor de nós mesmos.

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Não ter amigos é tão perigoso como fumar ou consumir álcool em excesso PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Qua, 28 de Julho de 2010 10:52

Especialistas afirmam que isolamento é ruim para a saúde

EFE

WASHINGTON - Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar ou consumir álcool em excesso, diz um estudo de cientistas americanos publicado hoje no site da revista PLoS Medicine.

Os especialistas asseguram que o isolamento é ruim para a saúde, no entanto, esta é uma tendência cada vez maior em um mundo industrializado no qual "a quantidade e a qualidade das relações sociais estão diminuindo enormemente".

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Consumo de álcool no Brasil começa aos 12 anos e meio PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Ter, 27 de Julho de 2010 18:22

R7
Pesquisa mostra que hábito de beber começa em casa.

O consumo de álcool é um assunto que envolve desde festas e comemorações ao perigo do abuso. Isso porque metade dos brasileiros admite beber com regularidade, independente da lei que só permite a venda de bebidas alcoólicas para maiores de 18 anos.
O hábito costuma começar em casa, muitas vezes estimulado pelos próprios pais ou irmãos mais velhos. E quando chega a adolescência, período repleto de mudanças físicas e emocionais, a bebida é uma forma de ter novas experiências e testar limites.
A prova deste contato estreito com a bebida está num levantamento feito por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que revela que a idade média para começar a beber no Brasil é de 12 anos e meio.

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A droga do combate às drogas PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Ter, 27 de Julho de 2010 17:26
Aloísio de Toledo César - O Estado de S.Paulo

Parece um terreno de areia movediça. Nele é cada vez maior o número de pessoas que se afundam e não conseguem voltar à superfície, movidas pelo transtorno, pelo engano de preferir, muito mais, a droga à própria vida. Isso acontece em nosso país de forma crescente e até o momento não emergiu um plano eficaz do Estado brasileiro que tenha a ventura de proteger a sociedade e livrar do sofrimento as famílias atingidas pelo desastre das drogas.

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Álcool: danos por abuso na gravidez pioram com a idade PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Seg, 26 de Julho de 2010 12:37
Descoberta terá impacto nos esforços de prevenção e programas de treinamento para combater o problema

Reuters

Mulheres mais velhas que abusam do álcool durante a gravidez correm mais risco de ter
filhos com danos cerebrais permanentes relacionados ao alcoolismo.

O alerta está em um artigo que reúne evidências científicas sobre o tema, a ser publicado na edição de outubro da revista especializada Alcoholism: Clinical & Experimental Research (Alcoolismo: Pesquisa Clínica e Experimental).

Foto: Getty Images

Filhos de mães alcoólatras mais velhas têm mais problemas de déficit de atenção relacionados ao alcoolismo

O artigo aponta que filhos de gestantes com mais de 30 anos com alto consumo de álcool estão mais propensos a sofrer danos mais graves causados por Distúrbios do Espectro da Síndrome Alcoólica Fetal (FASD), um grupo de defeitos congênitos que inclui distúrbios mentais e físicos irreversíveis e retardo mental permanente, diz o estudo.

"Nossas descobertas - de que os filhos de mães alcoólatras mais velhas têm mais problemas de déficit de atenção relacionados ao alcoolismo do que os filhos de mães alcoólicas mais jovens - são coerentes com estudos anteriores", disse Lisa M. Chiodo, professora assistente da faculdade de enfermagem da Universidade Wayne State, de Michigan (EUA), em um comunicado à imprensa.

 

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Oakland, na Califórnia, é vanguarda na regulamentação da planta PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Sex, 23 de Julho de 2010 11:56

Veja.com
A cidade de Oakland, na Califórnia, aprovou na terça-feira a permissão para a existência de fazendas de maconha de tamanho industrial. A localidade se mantém na vanguarda da legalização do uso medicinal da maconha em todos os aspectos, da tributação para o comércio à sindicalização de trabalhadores com a droga,

Depois de horas de debates, o conselho municipal aprovou por 5 votos a 2 a permissão de grandes plantações de maconha. A cidade está sem dinheiro, enfrenta um déficit de 31 milhões de dólares e tem uma taxa de desemprego de 17%. O negócio pode trazer 38 milhões de dólares anuais para a cidade em taxas e impostos.   "Enquanto a indústria continua a crescer, sabemos que outras cidades estão de olho nisso", disse a vereadora Rebecca Kaplan, candidata à prefeitura.
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Maconha, o dom de iludir PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Qui, 22 de Julho de 2010 17:52

RONALDO RAMOS LARANJEIRA e ANA CECILIA PETTA ROSELLI MARQUES

Folha de São Paulo

Que nem pesquisadores nem a população se iludam de que exista indicação terapêutica para utilizar maconha que já seja aprovada pela ciência

Semanas atrás, a Folha noticiou a proposta de criar-se uma agência especial para pesquisar os supostos efeitos medicinais da maconha, patrocinada pela Secretaria Nacional Antidrogas do governo federal.
Esse debate nos dias atuais, tal qual ocorreu com o tabaco na década de 60, ilude sobretudo os adolescentes e aqueles que não seguem as evidências científicas sobre danos causados pela maconha no indivíduo e na sociedade.
Na revisão científica feita por Robim Room e colaboradores ("Cannabis Policy", Oxford University, 2010), fica claro que a maconha produz dependência, bronquite crônica, insuficiência respiratória, aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer no sistema respiratório, diminuição da memória, ansiedade e depressão, episódios psicóticos e, por fim, um comprometimento do rendimento acadêmico ou profissional.
Apesar disso, o senso comum é o de que a maconha é "droga leve, natural, que não f az mal".
Pesquisas de opinião no Brasil mostram que a maioria não quer legalizar a droga, mas grupos defensores da legalização fazem do eventual e ainda sem comprovação uso terapêutico de alguns dos componentes da maconha prova de que ela é uma droga segura e abusam de um discurso popular, mas ambivalente e perigoso.

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Nova lei sobre drogas divide juristas PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Qua, 21 de Julho de 2010 14:09

Jornal Dia a Dia
Pesquisa mostra como operadores do Direito entendem e atuam diante da nova legislação.

Com a nova lei de drogas - Lei 11.343/2006, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - o porte de drogas para consumo pessoal perdeu seu caráter de "crime". Porém, continua sendo uma infração para a qual, portanto, necessita a aplicação de outras sanções, que não mais a pena de prisão. O usuário já não pode ser chamado de "criminoso". Mas como será que promotores e juízes de Direito veem e aplicam a lei sobre essas pessoas? Para entender isso, pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília desenvolveram um estudo que resultou no artigo "A compreensão dos operadores de direito do Distrito Federal sobre o usuário de drogas na vigência da nova lei", publicado em janeiro deste ano no vol.23 da revista Psicologia:Reflexão e crítica.

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Veja por que não misturar bebidas alcoólicas com energéticos PDF Imprimir E-mail
Por Jogo Limpo   
Qua, 21 de Julho de 2010 14:06

Bebida energética com vodca, com uísque... As combinações são variadas, assim como o risco por trás desses drinques.

Abril.com
Segundo pesquisadores, esse combo pode alterar sua coordenação motora, assim como provocar intoxicação em seu organismo. E apesar da ideia de que juntas essas bebidas deixam você com mais pique, cientistas dizem que essa pode ser uma falsa impressão.

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